AGRONEGÓCIO

Oferta limitada eleva preços da manga no Vale do São Francisco

Publicado em

Aumento expressivo nos preços das variedades

De acordo com levantamento realizado pelo Hortifrúti/Cepea, o preço da manga palmer atingiu a média de R$ 3,16 por quilo na última semana, o que representa uma alta de 9% em relação ao período anterior. Já a variedade tommy registrou um aumento ainda mais significativo, com valorização de 21%, alcançando R$ 3,63 por quilo.

Oferta restrita nas principais regiões produtoras

Pesquisadores do Cepea explicam que a elevação dos preços está diretamente relacionada à oferta limitada de mangas, não apenas no Vale do São Francisco, mas também em outras importantes regiões produtoras do Semiárido, como Livramento de Nossa Senhora (BA) e o Norte de Minas Gerais.

Perspectivas para as próximas semanas

A expectativa, segundo os especialistas, é de que a oferta continue baixa nas próximas semanas, o que pode manter a tendência de alta nos preços da fruta. A limitação na produção deve continuar influenciando o mercado de forma significativa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Açúcar Mantém Estabilidade Global Apesar de Oscilações na Produção; Brasil e Índia Ganham Destaque

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Antimicrobianos na produção animal: Phibro esclarece debates regulatórios e reforça que não há proibição de moléculas no Brasil

Published

on

A recente discussão sobre possíveis restrições ao uso de antimicrobianos na produção animal tem gerado dúvidas entre produtores rurais, nutricionistas, médicos-veterinários e demais agentes da cadeia de proteína animal. O debate ganhou força após a divulgação de informações sobre solicitações encaminhadas ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) por entidades representativas do setor, envolvendo moléculas amplamente utilizadas nos sistemas produtivos brasileiros.

Diante do cenário, a Phibro Saúde Animal divulgou esclarecimentos técnicos para reforçar que, até o momento, não existe qualquer proibição generalizada de moléculas como monensina, lasalocida, narasina, salinomicina e virginiamicina no Brasil.

Debate está ligado a exigências de mercados internacionais

Segundo a empresa, as discussões regulatórias estão relacionadas principalmente aos protocolos sanitários exigidos por determinados mercados importadores, com destaque para a União Europeia e o Reino Unido.

A Phibro destaca que a legislação europeia não proíbe automaticamente essas moléculas. O foco das restrições está na finalidade de uso dos antimicrobianos, especialmente quando empregados como promotores de crescimento, melhoradores de desempenho ou ferramentas para aumento da produtividade em animais sadios.

Na prática, o debate regulatório não está centrado nos princípios ativos em si, mas sim na indicação zootécnica associada ao seu uso.

Leia Também:  Santa Catarina Supera Expectativas com Alta na Produção de Arroz, Feijão e Soja
Produtos seguem autorizados conforme registros vigentes

A empresa reforça que não houve, até o momento, publicação de nova regulamentação por parte do MAPA que altere as condições de uso de moléculas como monensina, lasalocida, narasina ou salinomicina.

Dessa forma:

  • Os produtos continuam podendo ser utilizados conforme os registros e indicações aprovados;
  • Não existe proibição automática dessas tecnologias;
  • Eventuais mudanças dependerão de manifestação oficial e publicação dos órgãos reguladores competentes.

A Phibro alerta que não é correto afirmar que a simples utilização dessas moléculas inviabilize a comercialização de animais ou produtos destinados ao mercado.

Finalidade de uso é o principal critério regulatório

Um dos pontos centrais destacados pela empresa é que uma mesma molécula pode possuir diferentes indicações aprovadas pelos órgãos reguladores.

Dependendo do produto e do registro concedido, o princípio ativo pode ser utilizado para:

  • Controle, prevenção ou tratamento de enfermidades específicas;
  • Controle da coccidiose, condição que impacta diretamente a saúde e o bem-estar animal;
  • Melhoria do desempenho produtivo de animais sadios.

Por esse motivo, a avaliação regulatória considera a finalidade do uso e as indicações aprovadas para cada produto, e não apenas a presença da molécula na formulação.

Leia Também:  Açúcar Mantém Estabilidade Global Apesar de Oscilações na Produção; Brasil e Índia Ganham Destaque
Virginiamicina passa por processo de transição regulatória

No caso da virginiamicina, a situação possui características específicas.

O MAPA publicou a Portaria SDA nº 1.617, de 24 de abril de 2026, estabelecendo a descontinuação do uso da molécula como melhorador de desempenho e definindo um período de transição para adequação do mercado.

Paralelamente, a Phibro informou que aguarda a conclusão do processo regulatório para ampliação do registro da virginiamicina para uso terapêutico.

Caso a autorização seja concedida, a molécula poderá continuar sendo utilizada sob prescrição e acompanhamento de médico-veterinário para ações de prevenção e controle de enfermidades, preservando uma ferramenta considerada importante para a saúde animal, o bem-estar dos rebanhos e a eficiência produtiva.

Empresa defende informação baseada em ciência

A Phibro informou que acompanha de forma permanente a evolução das discussões junto aos órgãos reguladores e às entidades representativas da cadeia pecuária.

Segundo a companhia, o compromisso é manter produtores, técnicos e parceiros atualizados com informações fundamentadas em evidências científicas e alinhadas às regulamentações vigentes, contribuindo para decisões mais seguras e para a adequação dos sistemas produtivos às exigências dos mercados nacionais e internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA