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O combustível do futuro vai impulsionar o Brasil do presente

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O Brasil e o Parlamento brasileiro iniciam o ano de 2024 dando um sinal claro para todos, inclusive para os investidores estrangeiros, de que está preocupado com o meio ambiente. E mais. Que está, incansavelmente, propondo alternativas para conciliar sustentabilidade e desenvolvimento econômico, reforçando nosso papel de protagonistas da nova era. Nada da imagem equivocada do passado de que somos algozes ambientais. Somos, sim, a locomotiva dos novos tempos.

Todos sabem da minha proximidade e da minha paixão pela pauta da economia verde. Esse amor se fez mais forte e firme neste momento em que relato o PL do Combustível do Futuro, um texto baseado em uma iniciativa encaminhada ao Parlamento no ano passado pelo governo e que evidencia uma realidade: os nossos combustíveis são mais amigáveis ao meio ambiente do que qualquer outro combustível dos demais países do mundo.

E como podemos aproveitar essa realidade que é só nossa? No texto, criei a previsão de aumento gradual da mistura de biodiesel ao diesel que vai iniciar em 15% a partir de março do ano que vem, subindo gradativamente um ponto percentual ao ano até chegar ao B20 (20%) em 2030. Defini também um limite máximo de 35% para a mistura do etanol na gasolina ante o atual limite de 27,5% previsto em legislação. Fui mais generoso e ousado que a proposta original do Executivo, que previa um limite máximo de 30%.

Por falar em ousadia, introduzi no projeto um capítulo inteiro sobre biometano, uma fonte sustentável de energia que pode ser obtido em aterros sanitários (a partir do processamento do lixo) ou em granjas (a partir de dejetos de animais). Estabeleci um percentual mínimo obrigatório para o biometano como proporção de todo o gás natural comercializado no país, que começará em 1% do gás natural comercializado em janeiro de 2026 e aumentará, ano a ano, até chegar a 10% em janeiro de 2034.

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Tenho muito orgulho em dizer que pensamos em terra e ar. Mantivemos a proposta de iniciar uma mistura gradual de combustível sustentável de aviação (SAF) ao querosene usado por companhias aéreas, em uma escala que começará com 1% em 2027, aumentando gradualmente um ponto percentual ao ano até atingir 10% em 2037. E as empresas aéreas ficarão obrigadas a reduzir, de forma gradual, as emissões de CO2, nos alinhando ao compromisso do setor aéreo de, até 2050, tornar-se neutros em carbono. Sozinha, a aviação comercial é responsável por 3% das emissões globais de GEE (Gases de Efeito Estufa).

Estamos convencidos de que não há caminho para aumentar a nossa competitividade sem aliar desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente. Essa fusão está impregnada em nosso espírito. Vamos estabelecer mecanismos para sequestro do carbono, favorecendo a diminuição dos gases que provocam o efeito estufa e ajudando no combate às mudanças climáticas.

Trabalharemos para ter uma mobilidade sustentável bem definida, o que favorecerá o agronegócio, segmento essencial para a economia brasileira. Produziremos não apenas alimentos, mas também energia. A ideia é que o Diesel Verde se some ao biodiesel, já produzido no Brasil desde 2006, para reduzir, ainda mais, as emissões do setor. Além de descarbonizar, a adoção do Diesel Verde contribuirá para a redução da dependência externa de diesel fóssil.

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Somos revolucionários no debate ambiental. Diferentemente do resto do mundo, cuja matriz energética é predominantemente fóssil, o Brasil tem investido, desde a década de 1970, no aumento da participação das fontes renováveis em sua matriz. Um esforço que nos levou a invejáveis 48,4% de energia limpa frente a apenas 15% da média mundial.

No setor de transportes, por exemplo, quase 50% da gasolina comercializada no país é substituída pelo etanol, que reduz as emissões de CO2 em até 90% quando comparado ao combustível fóssil. Com o programa do biodiesel, deixamos de consumir 47 bilhões de litros do diesel, evitando a emissão de 82 milhões de toneladas de CO2. Portanto, em vez de transição energética, o termo correto para o Brasil é consolidação da renovabilidade da nossa matriz.

Por isso, estou certo de que seguiremos em frente. O Brasil vai sediar o G20 em novembro e a COP 30 em Belém no final de 2025. Duas oportunidades para reafirmarmos ao mundo que somos responsáveis, preservamos o meio ambiente sem abdicar do desenvolvimento e da inclusão social. E que estamos de braços abertos aos investidores que pensarem como nós e estejam dispostos a construir um país mais competitivo.

Arnaldo Jardim – Deputado federal (Cidadania-SP) e presidente da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo

Fonte: Agência UDOP de Notícias

Fonte: Portal do Agronegócio

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Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo

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Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo

Relações que atravessam décadas, unem gerações e fortalecem o agronegócio mostram como confiança, proximidade e compromisso ajudam a construir parcerias duradouras

📅 28 de julho de 2026
🌾 Dia do Agricultor
✍️ Da Redação

Há parcerias que começam com uma safra. Outras atravessam décadas, passam de pais para filhos e fazem parte da história de famílias inteiras. Na AMAGGI, é assim que muitas relações com produtores rurais foram construídas ao longo de quase 50 anos: com proximidade, confiança e a certeza de que é possível crescer juntos.

Neste Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, a AMAGGI homenageia os homens e mulheres que fazem da terra seu trabalho e seu legado. Como uma empresa agricultora em sua essência, reconhece os desafios, as conquistas e a dedicação de quem vive o campo todos os dias.

Para Marcos Basso, cliente da AMAGGI há 40 anos, a proximidade, o respeito e a confiança são a base da parceria construída ao longo das décadas.

“Temos uma relação de credibilidade e reciprocidade com a AMAGGI. A empresa tem o DNA do agricultor e nos entende.”

Marcos Basso, produtor rural – Itiquira/MT

Roberto Pio, gerente regional de Originação da AMAGGI e colaborador há 39 anos, destaca que o vínculo com os produtores reflete uma relação de confiança construída ao longo do tempo.

“Temos parcerias que começaram há muito tempo e que hoje seguem com os filhos e netos de produtores que confiam na AMAGGI. Honramos nossos compromissos, e o agricultor sabe que pode contar com a gente.”

Roberto Pio, gerente regional de Originação – AMAGGI

Segundo Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos da AMAGGI, o diferencial da companhia está em compreender de perto a realidade do produtor rural.

“Somos agricultores e entendemos as dores dos nossos clientes. Essa proximidade vem de estarmos também no campo, com equipes presentes em diferentes regiões do Brasil.”

Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos – AMAGGI

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Cliente AMAGGI – Nair Bezerra - Fazenda Carla Angélica, Itiquira – MT
📷 Cliente AMAGGI – Nair Bezerra – Fazenda Carla Angélica, Itiquira – MT

A proximidade também evolui

Ao longo dos anos, a relação da AMAGGI com os produtores acompanhou as transformações do agronegócio, mantendo a proximidade como essência. Um exemplo é o Amaggi On, plataforma de comércio eletrônico que completa três anos em julho e oferece soluções digitais com conveniência, agilidade e a credibilidade dos serviços da companhia.

Pela plataforma, os produtores têm acesso a um portfólio de insumos como defensivos agrícolas, fertilizantes e sementes de soja e milho, com a segurança de contar com uma empresa que conhece a realidade do campo.

🗺️ Estados atendidos pelo Amaggi On

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