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Nutrição equilibrada fortalece imunidade animal e será tema de simpósio em Foz do Iguaçu

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A nutrição adequada é fundamental para a imunidade animal, fornecendo nutrientes essenciais que fortalecem a resposta do organismo contra patógenos. Deficiências, excesso de determinados elementos ou dietas desbalanceadas podem comprometer a defesa natural e favorecer o crescimento de bactérias nocivas.

Esses temas serão debatidos no Simpósio Nutrição Inteligente para Saúde Intestinal e Máximo Desempenho Animal, promovido pela Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal (FACTA), nos dias 12 e 13 de novembro de 2025, no Interludium Hotel, em Foz do Iguaçu (PR).

Palestra destacará imunonutrição e controle de patógenos

Na manhã do dia 13, o médico-veterinário e professor de imunologia da UFPR, Breno Castello Branco Beirão, ministrará a palestra “A Nutrição a Favor da Imunidade e Controle de Patógenos”. Ele abordará como uma dieta balanceada, rica em vitaminas, minerais, proteínas e probióticos, melhora a saúde intestinal, fortalece barreiras naturais e estimula a produção de células de defesa, reduzindo a gravidade das infecções em aves e suínos.

Segundo Beirão, a imunonutrição aplicada à avicultura e suinocultura utiliza nutrientes específicos para promover saúde, qualidade de vida e desempenho animal. O foco principal está na saúde intestinal, que é determinante para a resistência do organismo.

“Com pequenas intervenções nutricionais, é possível fortalecer a imunidade, melhorar a integridade intestinal e contribuir para o bem-estar geral dos animais. Esses ajustes podem gerar resultados significativos e duradouros”, destaca o professor da UFPR.

Inscrições abertas

Interessados em participar do simpósio e obter descontos na inscrição podem acessar o site oficial.

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Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz enfrenta travamento nas negociações e pressão nos preços em maio

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O mercado brasileiro de arroz encerrou o mês de maio em um ambiente de forte defensividade, marcado por baixa liquidez, negociações lentas e dificuldade crescente na formação de preços ao longo de toda a cadeia produtiva. O cenário reflete a perda de sintonia entre produtores, indústrias beneficiadoras e varejo, ampliando a fragilidade comercial do setor.

De acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, o fluxo de comercialização segue limitado no mercado físico, com negócios acontecendo de forma pontual e sem presença significativa de compradores. As referências permanecem abaixo de R$ 60 por saca de 50 quilos FOB Rio Grande do Sul, principal estado produtor do país.

Em Santa Catarina, as indicações de preços variam predominantemente entre R$ 52 e R$ 56 por saca, reforçando o movimento de pressão observado no Sul do Brasil.

Segundo o analista e consultor Evandro Oliveira, o mercado atravessa um momento de fragmentação entre os diferentes segmentos da cadeia. Enquanto os produtores tentam evitar novas reduções diante das margens apertadas, a indústria mantém postura cautelosa nas aquisições e o varejo segue pressionando os preços de reposição.

“O setor vive um cenário de travamento operacional, com baixa previsibilidade comercial e dificuldade de alinhamento entre produção, beneficiamento e supermercados”, aponta o consultor.

Produto beneficiado se torna gargalo nas negociações

O arroz beneficiado voltou a ganhar destaque como um dos principais pontos de dificuldade do mercado neste momento. A desaceleração nas vendas no varejo tem reduzido o ritmo das compras por parte das grandes redes supermercadistas, afetando diretamente o escoamento do produto industrializado.

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Segundo agentes do setor, o consumo mais retraído e a maior seletividade dos consumidores têm limitado o giro nas gôndolas em diversas regiões do país. Com isso, os supermercados seguem reduzindo volumes de compra e pressionando ainda mais os preços negociados com a indústria.

Cenário internacional traz sinais mais positivos

Apesar das dificuldades no mercado doméstico, o setor começa a observar fatores externos que podem contribuir para uma melhora gradual do ambiente comercial nos próximos meses.

Entre os elementos considerados mais favoráveis estão as dificuldades competitivas enfrentadas pelos Estados Unidos, a recente valorização dos preços do arroz na Ásia e os riscos climáticos globais que podem impactar a oferta mundial do cereal.

Esses fatores vêm sendo monitorados pelo mercado como possíveis sustentadores de preços no médio prazo, especialmente caso ocorram ajustes na oferta internacional.

Preço do arroz acumula forte queda em 2025

No fechamento do dia 28 de maio, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul — produto com 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista — foi cotada a R$ 59,49.

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O valor representa recuo de 0,13% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, a desvalorização chega a 6,61%. Já frente ao mesmo período de 2025, a queda acumulada atinge 18,87%, refletindo o momento de fragilidade vivido pelo mercado arrozeiro brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

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