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Novonesis Revoluciona com Novo Inoculante Concentrado para Soja

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A Novonesis, líder global em soluções biológicas, lança o LeguMax Plus, um inoculante concentrado à base de Bradyrhizobium japonicum, projetado para otimizar a logística e a aplicação de inoculantes biológicos nas propriedades agrícolas. Com uma alta concentração de microrganismos, esse novo produto reduz o volume de calda necessário, facilitando o transporte e a aplicação, enquanto mantém um desempenho excepcional no processo de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), conforme detalha Fernando Bonafé Sei, gerente técnico da empresa.

Alta Concentração e Estabilidade

O LeguMax Plus possui uma carga bacteriana impressionante, atingindo 5 bilhões de unidades formadoras de colônias por ml (UFC/ml), além de oferecer estabilidade por até 12 meses. Sua dose recomendada é de 60ml/ha para cada 50kg de sementes, representando uma significativa melhoria em relação aos produtos tradicionais, que geralmente variam de 1 a 3 bilhões de UFC/ml.

Aplicação Estratégica

A aplicação de inoculantes biológicos, como o LeguMax Plus, oferece diversas vantagens, mas requer cuidados específicos para garantir o desenvolvimento dos microrganismos e o fornecimento adequado de nitrogênio às plantas. Além do tratamento de sementes, o LeguMax Plus pode ser aplicado no sulco de plantio, atuando como uma camada protetora adicional para as sementes.

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Desafios do Manejo

Um dos principais desafios no manejo dos inoculantes está na operacionalização. É crucial evitar misturas diretas com produtos químicos, tanto no tratamento de sementes quanto na aplicação via sulco. Recomenda-se a aplicação exclusiva do inoculante via sulco, enquanto os demais insumos podem ser aplicados via tratamento de sementes ou pulverização foliar.

Recomendações Técnicas

Para uma aplicação eficaz no sulco, é essencial garantir a homogeneidade de cobertura, a quantidade adequada de bactérias e o uso de tanques próprios para misturas e aplicação dos biológicos. Além disso, a calda preparada deve ser utilizada no mesmo dia do preparo para preservar a qualidade e eficiência dos produtos biológicos.

A Novonesis, com o LeguMax Plus, oferece uma solução inovadora para os desafios logísticos e operacionais na aplicação de inoculantes, contribuindo para uma agricultura mais sustentável e eficiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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