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Novo Plano Safra fortalece mecanização e inovação na agricultura familiar com crédito acessível

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Investimento recorde para a agricultura familiar

O recém-lançado Plano Safra traz um aporte superior a R$ 78 bilhões para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), reforçando o compromisso com a modernização e o fortalecimento dos pequenos produtores no Brasil.

Crédito acessível mesmo com alta da Selic

Apesar da taxa básica de juros (Selic) estar em 15% ao ano, as linhas de financiamento para agricultores familiares mantêm taxas estáveis ou até reduzidas, garantindo condições favoráveis para o acesso à mecanização e inovação no campo.

Crescimento da demanda por mecanização

Welinton Silva, coordenador de Desenvolvimento de Rede da YANMAR South America, destaca que mais de 75% do portfólio da empresa é direcionado ao público do Pronaf. Segundo ele, o mercado está 24% mais aquecido em relação ao ano anterior, com produtores cada vez mais dispostos a investir em tecnologia.

Ele enfatiza que com taxas atrativas, como 2,5% para financiamentos de até R$ 100 mil, há maior possibilidade de ampliar o acesso a equipamentos essenciais para a agricultura familiar.

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Equipamentos compactos facilitam o acesso

A YANMAR reforça a oportunidade gerada pelo Plano Safra para ampliar seu portfólio voltado aos pequenos agricultores. Tratores compactos, como os da linha Solis 26, enquadram-se nas condições facilitadas de financiamento, tornando a mecanização mais acessível e eficiente para a agricultura familiar.

Plano Safra como vetor de transformação sustentável

Com expectativas positivas para o setor e recursos financeiros acessíveis, o Plano Safra vai além de uma política de fomento. Ele funciona como um catalisador da transformação tecnológica e sustentável nas propriedades rurais, ampliando o potencial produtivo e promovendo a inclusão digital e a inovação em todo o país.

O novo ciclo do Plano Safra representa, assim, um passo decisivo para consolidar a agricultura familiar como um segmento moderno, competitivo e sustentável dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão em Mato Grosso exige venda acima de R$ 127/@ para cobrir custos da safra 2026/27

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O custo de produção do algodão em Mato Grosso voltou a subir em abril e acendeu um alerta para os produtores da safra 2026/27. Segundo levantamento do projeto CPA-MT, divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, o avanço das despesas foi puxado principalmente pela valorização dos macronutrientes, impactados pelas tensões geopolíticas no mercado internacional.

De acordo com os dados, o custeio da lavoura alcançou R$ 10.642,28 por hectare, crescimento de 1,05% em relação ao mês anterior. O movimento reflete a pressão sobre os insumos agrícolas diante das incertezas logísticas globais, especialmente envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de fertilizantes e commodities do mundo.

Com o encarecimento dos insumos, o Custo Operacional Efetivo (COE) do algodão também avançou em abril. O indicador foi estimado em R$ 15.227,56 por hectare, registrando alta mensal de 0,55%.

O estudo mostra ainda que, para conseguir cobrir os custos operacionais da atividade, o cotonicultor mato-grossense precisará comercializar a pluma por pelo menos R$ 127,09 por arroba, considerando uma produtividade média projetada de 119,82 arrobas por hectare.

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Apesar da elevação dos custos, o cenário de preços mais atrativos da pluma nos últimos meses vem favorecendo a estratégia comercial dos produtores. Segundo o instituto, muitos cotonicultores intensificaram o travamento de custos e a proteção de margens, aproveitando oportunidades de mercado para reduzir os riscos da safra futura.

Esse movimento também ajudou a acelerar a comercialização da safra 2026/27 em Mato Grosso. Após um período de atraso nas negociações, as vendas passaram a superar a média histórica registrada nos últimos anos, demonstrando maior interesse dos produtores em garantir rentabilidade diante da volatilidade do mercado internacional.

O cenário segue sendo monitorado pelo setor, especialmente em função das oscilações nos preços dos fertilizantes, do câmbio e das tensões externas que continuam influenciando diretamente os custos da produção agrícola brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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