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Novo plano prevê construção de 10 mil casas com eficiência térmica em Cuiabá

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O novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Cuiabá, apresentado pelo prefeito Abilio Brunini, prevê a construção de 10 mil novas moradias com exigência de eficiência térmica como padrão obrigatório, dentro de até 10 anos. A proposta coloca a qualidade de vida no centro da política habitacional e estabelece critérios como o uso de paredes isotérmicas e soluções arquitetônicas adaptadas ao clima da capital.

A iniciativa estabelece critérios obrigatórios para novos projetos habitacionais, como o uso de paredes isotérmicas, melhor ventilação e materiais que reduzam o calor dentro das residências. A medida também inclui tanto a construção de casas quanto a oferta de lotes urbanizados, com meta já em andamento, cerca de 1.500 unidades estão em execução.

Segundo o prefeito, a proposta surge como uma resposta a modelos considerados inadequados para a realidade local, especialmente em habitações de interesse social.

“Eu recebi uma empresa que veio apresentar um projeto de casas construídas em 20 dias, com placas de concreto. Parece bom, mas não funciona para Cuiabá. O concreto absorve e transfere muito calor. Uma casa assim vira um inferno, com pé-direito baixo e sem possibilidade de adaptação. Habitação de interesse social não pode ser tratada como algo de baixa qualidade. Não é assim”.

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O prefeito destacou que o município vai exigir padrões mínimos de conforto térmico, mesmo que isso represente custos maiores para as construtoras.

“O que queremos são casas com paredes isotérmicas, ventilação cruzada, pé-direito mais alto e telhas adequadas. Pode até ser mais caro, mas é qualidade de vida. Por isso, será obrigatório ter eficiência térmica nos novos projetos habitacionais em Cuiabá. A meta é chegar a 10 mil moradias, incluindo casas e lotes urbanizados”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Conectividade 4G e 5G no campo cresce 81% no Brasil e acelera digitalização do agronegócio

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A cobertura de redes móveis 4G e 5G em áreas agrícolas do Brasil registrou crescimento expressivo entre 2024 e 2025, avançando de 18,7% para 33,9%, segundo o Indicador de Conectividade Rural da ConectarAGRO. O aumento de 81% evidencia a aceleração da transformação digital no campo e em setores que dependem de operações distribuídas em larga escala.

A expansão da conectividade ocorre em um momento em que a digitalização de cadeias produtivas ganha força no país. Setores como agronegócio, logística, energia e utilities ampliam investimentos em automação, análise de dados e sistemas de monitoramento em tempo real, impulsionados pela maior disponibilidade de redes móveis em áreas antes com baixa cobertura.

Conectividade impulsiona gestão inteligente no agronegócio e na logística

Com o avanço do 4G e 5G, cresce também o volume de dados gerados por máquinas, veículos e equipes em campo. No agronegócio, a conectividade já permite maior integração entre operações agrícolas, gestão de frotas e sistemas de monitoramento remoto, ampliando a eficiência operacional.

A logística brasileira, que movimenta cerca de R$ 1,5 trilhão por ano, também é um dos principais setores beneficiados pela evolução da conectividade. O uso de dados em tempo real permite otimizar rotas, reduzir custos operacionais e melhorar a previsibilidade das entregas, especialmente em um país de dimensões continentais.

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Dados em tempo real se tornam ativos estratégicos nas operações

A digitalização das operações transformou veículos e máquinas em fontes contínuas de informação. Dados de localização, desempenho, consumo de combustível, manutenção e segurança passaram a ser coletados em tempo real, permitindo maior controle operacional.

No entanto, o principal desafio das empresas não está mais na coleta de dados, mas na capacidade de transformar essas informações em decisões rápidas e eficientes. A visibilidade operacional passou a ser um diferencial competitivo em mercados cada vez mais dinâmicos.

Segundo especialistas do setor, o acesso imediato às informações permite reduzir o tempo de inatividade, melhorar o planejamento logístico e aumentar a eficiência no uso de recursos, especialmente em operações distribuídas.

Operações em campo exigem tecnologia robusta e conectividade contínua

A necessidade de acesso contínuo a dados é ainda mais crítica em setores que atuam em ambientes remotos ou de alta complexidade operacional, como mineração, energia, utilities, transporte e agronegócio.

Nesses segmentos, a continuidade das operações depende diretamente da capacidade de comunicação entre campo e centros de controle. Por isso, cresce o uso de dispositivos robustos, projetados para suportar condições extremas e garantir acesso a sistemas corporativos mesmo em ambientes adversos.

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Além de ampliar a produtividade, essas soluções contribuem para a segurança operacional, reduzem falhas e aceleram a resolução de incidentes, fatores essenciais para operações de grande escala.

Transformação digital redefine gestão de frotas e operações móveis

A evolução da conectividade e o aumento do volume de dados disponíveis estão redefinindo a gestão de frotas no Brasil. O foco das empresas deixa de ser apenas a mobilidade e passa a ser a inteligência operacional baseada em dados.

Nesse contexto, a capacidade de transformar informações em decisões estratégicas se torna determinante para aumentar a eficiência, reduzir custos e garantir competitividade em um ambiente cada vez mais digital e integrado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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