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Novo aplicativo agiliza vendas no campo

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A Distribuição de insumos agrícolas cresce no Brasil com o apoio de novas tecnologias. De acordo com dados da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), 79% das empresas do setor utilizam sistemas de gestão para conciliação bancária e outras operações.

O setor vem passando por instabilidades, que se iniciaram em 2020, com a pandemia, e se intensificaram em 2022, devido à guerra entre Rússia e Ucrânia. Mas, segundo especialistas, 2024 deve ser um ano de ajustes e maior equilíbrio. Nesse cenário, novidades tecnológicas ajudam a impulsionar a Distribuição de insumos.

Segundo Fernando Pertile, gerente de produtos da Aliare, ferramentas digitais eficientes devem facilitar o dia a dia de quem realiza vendas no campo. “Precisamos resolver alguns obstáculos que o consultor encontra, como a dificuldade para consultar o estoque e acessar o limite de crédito do cliente, a emissão de pedidos com margens erradas e a demora na formalização das negociações com o produtor rural”, explica Pertile.

Pertile esteve à frente do desenvolvimento do Clover Vendas, novo aplicativo 100% web que permite que os consultores façam a emissão e gerenciem pedidos diretamente no local de atendimento ao cliente. “Com todas as informações em mãos, é possível lançar pedidos em menos de um minuto. Além disso, o vendedor acompanha todo o ciclo de vida da negociação, dando transparência ao cumprimento da política comercial da empresa”, afirma o gerente.

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O app, que pode ser integrado aos ERPs da linha Siagri, também permite a emissão de pedidos na modalidade Barter, o que possibilita maior flexibilidade nas negociações. “O objetivo para os próximos anos é aumentar a rentabilidade dos negócios na Distribuição e sabemos que a tecnologia será uma das principais aliadas nesse processo”, finaliza Fernando Pertile.

Fonte: Aliare

Fonte: Portal do Agronegócio

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Confinamento de bovinos deve ter oferta favorável de insumos no 2º semestre de 2026, impulsionado por safra recorde de grãos

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O segundo semestre de 2026 deve apresentar um cenário mais favorável para a compra de insumos destinados à nutrição animal no confinamento bovino. A avaliação é de especialistas do setor, que projetam melhora na relação de troca entre boi gordo e matérias-primas, impulsionada pela maior oferta de grãos e subprodutos industriais.

Safra recorde de soja amplia oferta de farelo

De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de soja deve atingir níveis recordes, elevando o volume de processamento e, consequentemente, a disponibilidade de farelo de soja no mercado.

O insumo, antes menos utilizado por grandes confinamentos, ganha espaço nas formulações de dietas devido à maior oferta e competitividade de preços.

DDG e farelo de algodão entram no radar do confinamento

Outro destaque é o DDG (grãos secos de destilaria), que deve registrar maior regularidade de oferta ao longo do semestre.

Segundo o coordenador de Planejamento de um grupo do setor pecuário, ajustes operacionais realizados no início do ano devem ser normalizados, ampliando a disponibilidade do insumo.

“Algumas usinas passaram por ajustes operacionais no início do ano, mas a tendência é de normalização ao longo do segundo semestre. Quem se antecipou na compra garantiu melhores condições”, explica Fabiano Carvalho.

O farelo de algodão também pode apresentar oportunidades pontuais de aquisição, especialmente diante dos estoques industriais e da proximidade da nova safra, exigindo atenção ao timing de compra.

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Produção de etanol de milho reforça oferta de subprodutos

A expansão da produção de etanol de milho no Brasil, estimada em cerca de 20 bilhões de litros anuais segundo a União Nacional do Etanol de Milho, também deve contribuir para o aumento da oferta de subprodutos utilizados na nutrição animal.

Com mais milho direcionado à produção industrial, cresce a disponibilidade de coprodutos utilizados nas dietas de confinamento.

Cautela com o milho diante de volatilidade global

Apesar do aumento de oferta, especialistas recomendam cautela na aquisição do milho, principal componente da dieta de confinamento.

“O milho, como qualquer commodity, está sujeito a oscilações influenciadas por fatores geopolíticos. É fundamental considerar possíveis variações de preços”, alerta Fabiano Carvalho.

Estratégias de compra ganham importância na gestão do confinamento

Ao longo de 2025, estratégias de aquisição escalonada mostraram-se fundamentais para proteger margens e reduzir riscos de volatilidade. Entre as principais práticas adotadas por grupos do setor estão:

  • Fixação parcial e escalonada de insumos
  • Gestão de margem por lote
  • Monitoramento diário dos mercados físico e futuro
  • Controle rigoroso da conversão alimentar
  • Uso de tecnologia para acompanhamento de desempenho individual
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Segundo especialistas, essas práticas ajudam a reduzir a exposição às oscilações de mercado e aumentam a previsibilidade do custo por arroba produzida.

Eficiência produtiva passa a ser determinante na rentabilidade

Além do controle de custos, indicadores como ganho de carcaça e produção de arrobas ganham protagonismo na análise de desempenho dos confinamentos.

“O peso vivo pode variar, mas o ganho de carcaça e a produção de arrobas no período de engorda refletem o resultado real da operação e a margem no frigorífico”, destaca Fabiano Carvalho.

Perspectiva para 2026 reforça profissionalização do confinamento

O cenário para 2026 aponta para a manutenção do confinamento como ferramenta estratégica na pecuária brasileira, com maior exigência de gestão profissionalizada, uso de tecnologia e disciplina na compra de insumos.

Para especialistas do setor, a combinação entre oferta favorável de alimentos e gestão eficiente de custos deve sustentar a competitividade das operações mais tecnificadas ao longo do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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