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Nova Edição do Programa de Residência Profissional Agrícola da UFV e Sistema Faemg Senar: Oportunidade para Capacitação no Setor Agropecuário

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Estudantes do último período e recém-formados dos cursos de Ciências Agrárias, Administração e Pedagogia da Universidade Federal de Viçosa (UFV) já podem se inscrever para a nova edição do Programa de Residência Profissional Agrícola. O programa, realizado em parceria com o Sistema Faemg Senar, oferece uma excelente oportunidade de capacitação para quem busca atuar no setor agropecuário, com ênfase no desenvolvimento sustentável e na modernização do campo.

O edital, publicado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PEC) da UFV, disponibiliza inscrições até o dia 9 de março. O programa visa integrar o conhecimento acadêmico à prática do setor, proporcionando aos participantes a chance de desenvolver atividades em diversos eixos temáticos, como Desenvolvimento da Agropecuária, Mecanização Agrícola, Agricultura e Pecuária de Precisão, Gestão, Projetos Pedagógicos, Tecnologia e Inovação, Assistência Técnica e Gerencial, e Promoção Social.

Benefícios e Detalhes do Programa

Os aprovados no programa receberão bolsas mensais no valor de R$ 1.429,02, por um período de até 12 meses, além de auxílio-alimentação no valor de R$ 440,00. A carga horária será de 40 horas semanais. Também estão previstas bolsas para os professores proponentes e orientadores, responsáveis pela supervisão de até dez residentes.

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As inscrições podem ser realizadas por meio de formulário online, com mais informações disponíveis no edital ou diretamente na Unidade de Apoio a Programas e Projetos (NAPE) da UFV. Os interessados podem ainda entrar em contato pelos telefones (31) 3612-2024 ou (31) 3612-2042, ou pelo e-mail [email protected].

Capacitação e Inovação no Agro

O superintendente do Senar Minas, Celso Furtado Júnior, destacou a relevância do programa para a formação de novos profissionais e empreendedores no setor agropecuário. “Além de proporcionar uma formação completa, o programa fortalece a extensão universitária e aproxima o setor produtivo das inovações tecnológicas”, afirmou.

Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, o setor agropecuário gerou 10.808 empregos formais em 2024, o que evidencia a importância de programas de capacitação voltados para o setor.

A sede do Sistema Faemg Senar também será sede de atividades do programa, recebendo cinco residentes que atuarão em áreas como Gerências de Formação Profissional Rural, Promoção Social, Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), Agronegócio e Pedagogia.

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Parceria Estratégica

A parceria entre a UFV e o Sistema Faemg Senar foi anunciada em setembro de 2024, durante a abertura da Semana do Fazendeiro da universidade. O reitor da UFV, Demetrius David da Silva, destacou que essa colaboração contribuirá significativamente para a curricularização da extensão universitária e para a implementação de inovações tecnológicas no meio rural. O presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, ressaltou a importância de integrar os saberes acadêmicos com as necessidades reais dos produtores rurais, levando tecnologia e conhecimento para o campo e estreitando a distância entre ciência e trabalho no agro.

Edital completo

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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