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Nos últimos tempos, frango vêm obtendo seus melhores preços na segunda quinzena do mês

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Como o salário da maioria dos brasileiros é normalmente curto (dura não mais que meio mês), firmou-se o consenso de que na segunda quinzena os preços refluem naturalmente em relação à primeira metade do mês. E isso foi assimilado por todo o setor de alimentos, inclusive pelo segmento produtor da carne de frango.

Mas, independente das condições de consumo, parece que isso se resolve pela simples aplicação da Lei da Oferta e Procura. Algo que, tudo indica, vem sendo adotado ultimamente pela indústria do frango. Pois, considerados os preços quinzenais dos últimos 12 meses (março de 2023 a fevereiro de 2024), na maioria das vezes (sete meses), o valor alcançado pelo produto na segunda quinzena foi superior ao da primeira.

Na verdade, em vez de sete, esse número poderia ser elevado para nove consecutivos meses, pois, embora menores que os da primeira quinzena, os preços registrados na segunda quinzena de janeiro e fevereiro passados sofreram retração mínima, em índices inferiores a 1%.

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Não foi o que ocorreu, por exemplo, no trimestre março/maio do ano passado. Porque, então, os valores da segunda quinzena chegaram a retroceder entre 3% e 5% em relação à quinzena inicial do mês.

Os resultados mais recentes indicam que o setor tem conseguido adequar a oferta a diferentes momentos do mercado.

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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