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No fechamento do ano, o preço do litro do diesel comum e o do S-10 registram baixa em todo o país, aponta Edenred Ticket Log

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A última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontou que o preço médio do litro do diesel segue tendência de redução em todo o país. O preço do tipo comum foi comercializado a R$ 6,02 no fechamento de dezembro, com redução de 0,99% ante a primeira quinzena do mesmo mês. Já o diesel S-10 foi encontrado a R$ 6,18, após ficar 0,96% mais barato para os motoristas. No comparativo com novembro, o preço dos dois tipos reduziu 3%.

“Quando comparamos com 2022, o preço do diesel comum baixou 12% e o do S-10 11%. O cenário deve ser de mais baixas no valor do diesel comercializado nas bombas de abastecimento no final de 2023 e início do próximo ano, como resultado da redução anunciada pela Petrobras no preço do litro repassado às refinarias, válida a partir de 27 de dezembro”, afirma Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

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O diesel ficou mais barato em todas as regiões, com destaque para o Sudeste, onde o comum fechou o período a R$ 5,93, com redução de 2,47%, ante a primeira quinzena, e para o Centro-Oeste, onde o tipo S-10 foi comercializado a R$ 6,23, após ficar 2,35% mais barato. No entanto, as médias mais baixas foram registradas na Região Sul, a R$ 5,78 o comum e R$ 5,86 o S-10. Já as mais altas na Região Norte, a R$ 6,59 o comum e R$ 6,53 o S-10.

A queda mais expressiva no preço do diesel comum, de 7,57%, em relação ao início de dezembro, foi identificada nas bombas de abastecimento do Sergipe, onde o litro fechou a R$ 6,49. O aumento mais significativo, de 2,87%, foi registrado no Amazonas, que fechou a média de R$ 6,35. Já Pernambuco comercializou o S-10 com a maior redução, de 2,73%, onde o preço fechou a R$ 5,95. Em Roraima, os motoristas encontraram o litro do S-10 1,26% mais caro, maior aumento do país, com média de R$ 7,23.

O Amapá liderou o ranking do maior preço médio do país para o diesel comum e para o S-10, com o preço médio comercializado a R$ 7,14 e R$ 7,27, respectivamente.

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Estados da Região Sul se destacaram com as menores médias de todo o território nacional para os dois tipos. No Paraná o tipo comum fechou a R$ 5,73, e, no Rio Grande do Sul o S-10 foi comercializado a R$ 5,83.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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