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Nanuque (MG) se Prepara para o Circuito Nelore de Qualidade 2024

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Nanuque, em Minas Gerais, se mobiliza para receber a 15ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2024, programada para os dias 24, 25 e 26 de setembro. Este evento é resultado da colaboração entre a Associação Mineira dos Criadores de Nelore (AMCN), a Associação Capixaba dos Criadores de Nelore (ACCN) e a Associação de Criadores de Nelore do Brasil (ACNB). Com o apoio do frigorífico Frisa e da Matsuda Sementes e Nutrição Animal, cerca de 2 mil animais serão avaliados durante o circuito.

“Minas Gerais realmente se destaca no Circuito. Os criadores são dedicados e apaixonados pelo que fazem, e isso se reflete na excelência dos animais apresentados. A genética e o cuidado na criação fazem com que os exemplares mineiros se sobressaiam, surpreendendo sempre pela qualidade. É gratificante observar o compromisso dos neloristas em elevar ainda mais os padrões da raça, mostrando que o estado é sinônimo de tradição e inovação na pecuária”, afirmou Victor Miranda, presidente da ACNB.

Loy Rocha, gestor executivo da AMCN, destacou a importância do Circuito: “Ele tem trazido muitas novidades e oportunidades. Facilita a conexão entre criadores que possuem animais de excelente qualidade e um mercado em constante busca por aprimoramento de plantel, eliminando intermediários. Como se diz em Minas, ‘é o mesmo que juntar a fome e a vontade de comer’, permitindo que a oferta chegue diretamente a quem precisa.”

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Rocha também mencionou que, ao longo dos anos, o contato direto tem fortalecido a confiança entre os participantes e aberto portas para futuras parcerias em um setor que continua a crescer de forma sólida.

Os vencedores do Circuito Nelore de Qualidade serão revelados na Nelore Fest, o “Oscar da Pecuária”, que ocorrerá em 7 de dezembro de 2024, em São Paulo. Neste evento, também serão anunciados os campeões das etapas internacionais, que são contabilizadas separadamente.

Informações sobre Inscrições

Os pecuaristas interessados em participar do Circuito Nelore de Qualidade em Nanuque devem contatar a unidade local da Frisa pelo telefone (33) 99198-0078, falando com Milton.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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