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Nacional Hereford e Braford: Evento Repleto de Atrações

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A tão aguardada Exposição Nacional Hereford e Braford, inicialmente adiada devido às circunstâncias enfrentadas pelo Rio Grande do Sul, está marcada para acontecer de 16 a 23 de junho no Parque de Exposições Visconde de Ribeiro Magalhães, em Bagé (RS). Com a definição da programação, o evento promovido pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) promete uma semana repleta de atividades diversificadas.

Os participantes terão a oportunidade de acompanhar julgamentos, participar de palestras informativas e, é claro, desfrutar da degustação da Carne Hereford, que terá destaque especial em uma programação gastronômica dedicada.

Felipe Azambuja, gerente Executivo da ABHB, expressa sua expectativa para o evento, destacando a importância da retomada e reconstrução do Estado após os desafios enfrentados. Ele enfatiza o papel da exposição em evidenciar a vitalidade da pecuária local e o crescimento contínuo das raças Hereford e Braford, além da união dos produtores em prol do desenvolvimento do setor.

Entre os destaques da programação estão dois remates: o Comercial Hereford e Braford na terça-feira e o Rumo ao Mundial na quinta-feira. Os julgamentos, tanto na modalidade argola quanto os rústicos, ocorrerão ao longo do evento, com destaque para o Ciclo do Crescimento, momento dedicado à troca de conhecimento e aprendizado na quinta-feira pela manhã. Não podemos esquecer do famoso concurso A Peleia da Carne Hereford, agendado para a noite de sexta-feira.

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A programação completa, incluindo dias e horários, está disponível no site da ABHB, em www.abhb.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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