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Na contramão do setor, marca de azeites Filippo Berio tem maior desempenho no Brasil e cresce 70% em 2023, comparado ao ano anterior

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De acordo com dados recentes do Conselho Oleícola Internacional (COI), o Brasil é o quarto mercado mundial de azeites. Este ano, a categoria cresceu apenas 2,7%, de acordo com levantamento da NIELSENIQ 2023 e os preços nunca estiveram tão altos. Porém, na contramão de tudo isso, marcas estrangeiras estão conseguindo se consolidar no país.

Por exemplo, a marca de azeites Filippo Berio, de origem italiana, que possui faturamento anual de R$ 2,73 bilhões, está desde 2020 no Brasil e já tem o maior o desempenho aqui no país, registrando um crescimento de 115%. Apenas em 2023, a companhia vendeu 2,5 milhões de litros de azeite e, entre janeiro e outubro, a quantidade de produtos vendidos cresceu 70%. Há dois anos, a marca tinha distribuição em 27% no varejo do Brasil e, atualmente, está presente em metade dos varejistas brasileiros.

“A Filippo Berio é líder absoluta no Reino Unido, com mais de 25% do mercado de azeites, e desfruta de uma posição de destaque nos Estados Unidos, Rússia e Suíça. Agora, estamos comprometidos com os consumidores do Brasil, o quarto maior mercado mundial de azeite, com um potencial incomparável para se tornar a escolha preferida dos amantes da gastronomia e da saúde”, destaca o Diretor Comercial da Filippo Berio na América do Sul e vice-presidente da OLIVA – Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite De Oliveira, Leonardo Johnson Scandola.

Mercado nacional

O azeite de oliva extra virgem é um produto com um grande potencial de consumo no Brasil. A renomada marca italiana de azeites Filippo Berio carrega consigo uma experiência italiana que, desde 2020, ganha espaço e conquista corações e paladares brasileiros. Sua qualidade remonta a 1867, quando seu fundador, Filippo Berio, começou a prensar azeitonas em sua pequena fábrica, na Toscana.

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Desde a abertura de seu escritório, em São Paulo, a Filippo Berio cresceu 115% em volume de vendas, apesar da pandemia. Desse modo, em apenas 3 anos, a empresa mais que dobrou seus resultados. “Esse crescimento notável é um testemunho do amor dos brasileiros pela tradição e qualidade da cozinha italiana, à medida que os consumidores descobrem a autenticidade e o sabor inigualável de nossos azeites premium”, complementa Leonardo Scandola. Com essa ascensão, a marca está consolidando seu lugar como a escolha preferida dos amantes da boa comida e da culinária italiana no Brasil.

Hoje, a marca de azeite oficial do Masterchef Itália é a embaixadora do sabor italiano em todo o mundo e, pelo terceiro ano consecutivo, subiu ao pódio em concurso organizado pela Brazil iOOC – International Olive Oil Competition, recebendo medalha de prata pelo azeite “Filippo Berio Riserva Oro”.

O Grupo SALOV, detentor da marca Filippo Berio, é a maior indústria de azeite da Itália. Em 2022, registrou uma produção de aproximadamente 120 milhões de litros, com um faturamento de R$ 2,73 bilhões. Com a mesma identidade visual na garrafa e no rótulo, a marca de azeites está presente em 75 países. Referência global, leva adiante o legado e a assinatura do próprio fundador, Filippo Berio, que criou a marca há mais de 150 anos, trajetória inigualável dentro do mercado brasileiro, sendo também a primeira marca de azeite registrada na história nos Estados Unidos, em 1896.

Benefícios do azeite para a saúde

A gastronomia nacional considera o azeite de oliva como um produto complementar. Sendo assim, um dos principais objetivos da Filippo Berio é desmistificar tabus: “O azeite é mais do que um ingrediente culinário; é uma tradição que atravessa fronteiras. Temos plena consciência de que o mercado brasileiro abriga consumidores que valorizam a tradição e a qualidade acima de tudo”, enfatiza Scandola. Hoje, a empresa mantém essas tradições vivas, oferecendo uma linha de azeites premium que são a escolha de chefs renomados e amantes da boa comida em todo o mundo.

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A líder italiana se compromete a educar os consumidores brasileiros sobre como escolher e incorporar azeite de qualidade em sua dieta diária, disseminando os benefícios do azeite de oliva. Afinal, não se trata apenas de saúde, mas também de uma experiência gastronômica incomparável, ligada à qualidade e ao sabor autêntico. A marca oferece um portfólio com ampla variedade de produtos para diversas ocasiões e necessidades culinárias: desde os azeites Extra Virgem, Seleção Especial, Intenso, Toscano, Trufado, Tipo Único e Riserva Oro, até molhos de tomate, pestos e vinagres.

Para aqueles que buscam o azeite perfeito para o cotidiano ou para uma ocasião especial, a Filippo Berio garante uma cuidadosa seleção de produtos e oferece vantagem quando o assunto é custo/benefício. Em 2024, a expectativa da marca é aumentar a presença nos varejistas das regiões Sul e Nordeste: “Cada garrafa de azeite Filippo Berio é uma promessa de autenticidade. Estamos felizes e muito otimistas com a chegada da Filippo Berio ao Brasil e prontos para conquistar o coração dos brasileiros que valorizam a excelência culinária e a autenticidade de um azeite de oliva premium”, finaliza o Diretor Comercial da Filippo Berio na América do Sul.

Fonte: PR Consulting Americas

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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