AGRONEGÓCIO

Mutirão de limpeza atende nove pontos da cidade neste final de semana

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A Prefeitura de Cuiabá promove, neste final de semana, um grande mutirão de limpeza, atendendo simultaneamente nove pontos estratégicos da capital. A ação visa reforçar a manutenção dos serviços essenciais e garantir mais qualidade de vida à população.

Os trabalhos começam neste sábado (25) e contemplam as avenidas Fernando Corrêa da Costa e Dante de Oliveira (Trabalhadores), a praça de lazer do Jardim Shangri-La, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Jockey Club e do Cidade Verde, o Mercado do Porto, as rotatórias do Tijucal e do Parque Rodoviária, além do Córrego do Consil.

Durante o mutirão, estão sendo realizados serviços como varrição, capinagem, poda, roçagem em calçadas e canteiros, pintura de meio-fio e manutenção do sistema de iluminação pública. Além disso, equipes estão atuando na eliminação de bolsões de lixo e na retirada de materiais que acumulam água parada, como pneus, plásticos e latas, contribuindo diretamente para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

Conforme o diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira, a iniciativa demonstra o comprometimento da gestão municipal com a limpeza urbana e a preservação ambiental. “Essas ações são fundamentais para garantir a saúde e o bem-estar da população. Além disso, reforçamos a conscientização da comunidade sobre a importância de descartar resíduos corretamente, contribuindo para uma Cuiabá mais limpa e organizada”, destacou.

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O mutirão conta com o apoio de caminhões cata-treco, utilizados para recolher e destinar adequadamente os resíduos descartados pelos moradores. Contudo, a Prefeitura lembra que a ação não inclui o recolhimento de restos de poda de árvores, como galhos e troncos, materiais perigosos como vidros, baterias e pilhas, nem produtos destinados aos ecopontos, como pneus e pequenos volumes de entulho.

Ao todo, 90 profissionais estão mobilizados para a execução dos serviços, que tiveram início às 7h e continuarão até as 16h.

#PraCegoVer

A imagem mostra trabalhadores uniformizados realizando serviços de limpeza e manutenção no Parque da Família, localizado no bairro Terra Nova, em Cuiabá. Eles utilizam equipamentos como roçadeiras e rastelos para aparar a grama e recolher resíduos. Há árvores ao fundo que proporcionam sombra, e no chão estão dispostos lixeiras de cor verde.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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