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Mudanças Climáticas Impulsionam Demandas por Serviços Meteorológicos

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Os impactos das mudanças climáticas estão se tornando cada vez mais evidentes em diversos setores, impulsionando a procura por serviços meteorológicos especializados. Empresas e instituições, incluindo varejo, infraestrutura, delivery, agricultura e energia, estão se voltando para consultorias como a Climatempo para orientar suas estratégias comerciais diante das incertezas climáticas.

Preocupações Crescentes após Eventos Extremos

Fenômenos climáticos recorrentes e intensos, como os recentemente observados no Rio Grande do Sul, têm impactado significativamente a economia brasileira e diversos setores. Esta realidade tem aumentado a preocupação da sociedade e das empresas, especialmente à medida que abraçam a agenda ESG (Ambiental, Social e de Governança).

Vulnerabilidade em Diversos Setores

Atividades como varejo, logística, entrega de alimentos e produção de bens de consumo são particularmente vulneráveis às mudanças climáticas. Empreendimentos de infraestrutura também enfrentam desafios, com a necessidade de adaptar suas operações às variações climáticas cada vez mais imprevisíveis.

Utilização Estratégica de Dados Meteorológicos

Empresas buscam previsões meteorológicas precisas para orientar uma série de decisões operacionais. Desde o planejamento de produção até estratégias de marketing, as previsões ajudam a mitigar os impactos negativos das condições climáticas extremas.

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Ampla Gama de Clientes da Climatempo

A Climatempo atende a uma variedade de clientes, incluindo empresas de entrega de alimentos, grupos de infraestrutura, fabricantes de ar-condicionado, empresas de energia e agronegócio, e até mesmo o setor de entretenimento.

Foco na Agenda ESG e Sustentabilidade

O crescente foco na agenda ESG também impulsiona a demanda por análises climáticas, à medida que as empresas buscam alinhar suas práticas ambientais com as variações do clima. Instituições financeiras, como bancos e seguradoras, também estão atentas a essas questões.

Investimento em Tecnologia e Parcerias Públicas

O Brasil está investindo em tecnologia para lidar com eventos climáticos extremos. A Climatempo mantém parcerias com instituições públicas para compartilhar informações e desenvolver soluções mais eficazes.

Com um foco renovado na agenda ESG e uma crescente conscientização sobre os desafios climáticos, a demanda por serviços meteorológicos especializados só tende a aumentar. A Climatempo está na vanguarda desse movimento, fornecendo análises precisas e orientações estratégicas para empresas em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Tarifaço vigora a partir de hoje e põe o agro no centro de disputa que vai além do comércio

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A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros entra em vigor nesta quarta-feira (22.07) colocando cadeias do agronegócio no centro de uma disputa que começou longe das lavouras. Mais do que corrigir supostos desequilíbrios comerciais, a medida é utilizada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, como instrumento de pressão política sobre o Brasil, tendo como pano de fundo temas como regulação das plataformas digitais, sistemas de pagamento (o nosso Pix), propriedade intelectual e acesso ao mercado de etanol.

A sobretaxa será cobrada dos importadores norte-americanos e se soma às tarifas que já incidiam sobre cada mercadoria. Na prática, o custo adicional pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros, provocar o cancelamento de encomendas e pressionar empresas exportadoras a renegociar preços.

A investigação que deu origem à medida foi aberta pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. O governo dos Estados Unidos acusa o Brasil de adotar práticas que restringiriam o comércio, especialmente no ambiente digital.

O próprio documento que oficializou a tarifa, porém, deixa claro que a legislação permite atingir setores que não tenham relação direta com as práticas questionadas. A justificativa é que uma tarifa abrangente amplia o poder de negociação dos Estados Unidos e cria pressão para que o país investigado modifique suas políticas.

É nesse ponto que o agronegócio passa a funcionar como instrumento de barganha. Enquanto parte da investigação trata de plataformas digitais e meios de pagamento, segmentos como máquinas agrícolas, papel, açúcar e outros produtos agroindustriais ficaram sujeitos à cobrança. Pedidos para retirar esses setores da medida foram rejeitados, embora não haja relação direta entre a produção dessas mercadorias e as regras brasileiras para empresas de tecnologia.

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O etanol é a exceção mais evidente, porque aparece diretamente no contencioso comercial. Produtores norte-americanos alegam enfrentar dificuldades de acesso ao mercado brasileiro e pressionam pela redução das tarifas aplicadas pelo Brasil ao biocombustível importado. A sobretaxa sobre o produto brasileiro, portanto, também atende a interesses da indústria de etanol dos Estados Unidos.

O desenho das exceções mostra que Washington procurou preservar mercadorias consideradas necessárias à própria economia. Produtos que poderiam causar desabastecimento, pressionar a inflação ou que não são produzidos em quantidade suficiente pelos Estados Unidos foram poupados. Já cadeias nas quais há concorrência com produtores norte-americanos ou capacidade de exercer pressão sobre Brasília permaneceram expostas.

Para pesquisadores das áreas de comércio e regulação digital, as críticas às regras brasileiras para plataformas também revelam uma disputa por soberania regulatória. O governo norte-americano sustenta que decisões judiciais e novas obrigações impostas às empresas de tecnologia ameaçam a liberdade de expressão. Especialistas brasileiros contestam essa interpretação e afirmam que o país está estabelecendo responsabilidades semelhantes às já adotadas em outros mercados, especialmente na União Europeia.

Nessa leitura, os Estados Unidos procuram proteger empresas de tecnologia sediadas no país contra controles nacionais sobre conteúdo, concorrência, uso de dados e funcionamento dos algoritmos. O Brasil também seria estratégico por seu tamanho e pela influência que suas decisões regulatórias podem exercer sobre outros países da América Latina. Trata-se, contudo, de uma interpretação sobre os interesses envolvidos, e não da justificativa formal apresentada pelo USTR.

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Para o agro, a consequência mais imediata não é apenas a cobrança na alfândega. A redução das compras norte-americanas pode alcançar indústrias, usinas, fabricantes de máquinas e fornecedores de matérias-primas. Dependendo da duração da medida, o efeito poderá chegar ao produtor por meio de menor demanda, pressão sobre preços e adiamento de investimentos.

O governo brasileiro contesta as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos e considera que temas internos, como decisões judiciais e regulação de empresas, não devem ser utilizados para impor sanções comerciais. As negociações continuam, mas Washington sinalizou que pretende manter a cobrança enquanto não houver mudanças nas políticas questionadas.

A entrada em vigor da tarifa, portanto, é apenas o começo do impasse. O que está em discussão não é somente quanto os Estados Unidos comprarão do Brasil, mas até que ponto o acesso ao maior mercado consumidor do mundo será usado para influenciar decisões regulatórias brasileiras. Nesse confronto, o agronegócio tornou-se um dos principais pontos de pressão — mesmo quando pouco tem a ver com a origem da disputa.

Fonte: Pensar Agro

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