AGRONEGÓCIO

Mosaic Fertilizantes inova no agro e lança agrônoma digital com inteligência artificial para apoiar produtores rurais

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Apoiar a jornada dos produtores rurais em suas tomadas de decisão está entre os principais objetivos do serviço de inteligência artificial lançado pela Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados. Unindo inovação, conhecimento agronômico e informações sobre produtos da empresa, o chatbot Fer está à disposição gratuitamente via WhatsApp.

“Com o avanço da transformação digital, uma série de novas tecnologias têm sido utilizada por empresas de vários segmentos. No agro, a inteligência artificial vem mudando a maneira como as empresas prestam serviços e se relacionam com os clientes. A Mosaic Fertilizantes inova no setor e lança agrônoma digital com inteligência artificial para apoiar produtores rurais. Elaborado com base na cultura customer centricity, o chatbot Fer é capaz de compartilhar informações com os clientes para apoiá-los com conhecimentos específicos sobre boas práticas agronômicas para maximização da produtividade na lavoura”, afirma Samuel Bortolin, gerente de Marketing da Mosaic Fertilizantes.

Além do uso pelos produtores rurais, a ferramenta também é útil para capacitar as forças comerciais próprias e dos canais de distribuição. “Trata-se de uma ferramenta estratégica de autoatendimento que oferece soluções rápidas para perguntas recorrentes, como recomendação de quantidade de nutrientes necessários aos solos e previsão meteorológica, tudo de acordo com as culturas e informações relacionadas aos produtos da Mosaic Fertilizantes”, diz Bortolin.

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O gerente da empresa ressalta a capacidade do “robô” em oferecer informações técnicas de maneira ágil e consistente, facilitando o dia a dia do produtor rural. “A dúvida que antes o produtor levava dias para esclarecer agora ele resolve em poucos minutos, inclusive em relação às questões técnicas, que envolvem análise de solo, por exemplo. A Mosaic Fertilizantes mais uma vez sai na frente para ampliar o relacionamento com agricultores e pecuaristas e a difusão de informações entre profissionais e estudantes do segmento de forma disruptiva e inovadora”, destaca.

Os interessados em obter informações devem salvar o número (11) 95064-6237 e realizar o contato via WhatsApp. No primeiro acesso, será necessário fazer um cadastro rápido e simples. O chatbot pode ser utilizado por agricultores, pecuaristas, funcionários da empresa, distribuidores comerciais, estudantes e demais profissionais da área. O funcionamento da ferramenta é 24 horas por dia, sete dias por semana.

Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Redução da nutrição no final do ciclo do milho safrinha pode comprometer produtividade, alerta especialista

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Manejo inadequado no fim do ciclo ameaça potencial produtivo do milho safrinha

Na etapa final do ciclo do milho safrinha, quando ocorre a formação e o enchimento das espigas, decisões de manejo são determinantes para a rentabilidade da lavoura. No entanto, um hábito recorrente no campo pode comprometer o resultado da safra: a redução dos investimentos em nutrição vegetal nesse estágio.

De acordo com especialistas do setor, essa prática deixa as plantas mais vulneráveis a fatores como estresse hídrico, excesso de radiação solar e pressão de pragas, que continuam atuando até o encerramento do ciclo produtivo.

Estresse climático segue ativo até o final da lavoura

O gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produtos da Fortgreen no Brasil e Paraguai, João Vidotto, especialista em Ecofisiologia de Cultivos e mestrando em Produção Vegetal, explica que ainda existe a percepção equivocada de que intervenções nutricionais no final do ciclo têm baixo impacto.

Segundo ele, isso não condiz com a realidade do campo.

“A cultura continua enfrentando os mesmos desafios climáticos e ainda perde muita energia nessa fase final”, destaca Vidotto.

Nutrição equilibrada é decisiva para formação dos grãos

O desenvolvimento pleno do milho depende de 14 elementos químicos essenciais. A ausência de qualquer um deles pode limitar o desempenho da cultura.

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Na prática, muitos produtores concentram a adubação final quase exclusivamente em potássio. No entanto, Vidotto ressalta que outros nutrientes também são determinantes nessa etapa, especialmente:

  • Enxofre
  • Boro
  • Magnésio

Esses elementos são fundamentais para o transporte de fotoassimilados até a espiga, impactando diretamente o enchimento e o peso dos grãos.

Elementos benéficos ampliam eficiência e tolerância ao estresse

Além dos nutrientes essenciais, a agricultura de alta performance tem incorporado o uso de elementos benéficos como estratégia complementar de mitigação de estresse.

Entre eles, o selênio se destaca por seu efeito antioxidante, contribuindo para maior eficiência fisiológica da planta.

“Existem elementos que não são essenciais, mas entregam efeito aditivo importante. Com eles, a planta não apenas completa o ciclo, mas pode produzir mais”, explica o especialista.

Tecnologia nutricional pode elevar produtividade em até 30%

Soluções voltadas à mitigação de estresse, como fertilizantes formulados para o enchimento de grãos, vêm sendo utilizadas para melhorar o desempenho da cultura na fase final.

Segundo estudos do setor, formulações que combinam potássio com enxofre, magnésio, boro e selênio podem proporcionar ganhos médios de até 30% na resposta à adubação complementar em comparação ao uso isolado de potássio.

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Manejo final define resultado da safra

Com o fortalecimento do sistema fisiológico da planta, a lavoura direciona mais energia para o enchimento e qualidade dos grãos, reduzindo perdas causadas por estresses ambientais.

Para Vidotto, o manejo adequado nessa fase é decisivo para transformar o potencial produtivo em resultado econômico.

“A tecnologia antioxidante no final do ciclo transforma o enchimento de grãos em um diferencial competitivo e evita perdas invisíveis que comprometem o resultado da safra”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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