AGRONEGÓCIO

Mosaic Fertilizantes Inova na Expocitros 2024

Publicado em

A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfato e potássio combinados, está presente na 49ª Expocitros, uma das mais importantes feiras citrícolas da América Latina, que ocorre de 4 a 7 de junho em Cordeirópolis (SP). Em seu estande, a empresa destaca o fertilizante Performa Bio e apresenta parte do seu portfólio voltado para a citricultura, incluindo produtos como K-Mag e Excellen.

O principal destaque da Mosaic Fertilizantes é o Performa Bio, um fertilizante que proporciona maior eficiência na adubação, maximizando o aproveitamento dos nutrientes e promovendo o desenvolvimento das culturas. Este produto contribui para plantas mais equilibradas e tolerantes às adversidades ambientais durante o crescimento, resultando em maiores níveis de produtividade e sustentabilidade no manejo nutricional das lavouras.

Outro produto destacado para a citricultura é o K-Mag, que proporciona uma nutrição equilibrada, resultando em um aumento no número de frutos por planta, influenciando positivamente seu tamanho e peso e aumentando a porcentagem de extração de suco. Com a aplicação do K-Mag, os produtores conseguem maior produtividade e, consequentemente, um aumento na rentabilidade.

Leia Também:  Brasil lidera produção sustentável de soja e será destaque em conferência internacional da RTRS 2025

O Excellen, outra recomendação para as culturas de citros, possui uma formulação com nitrogênio altamente concentrado e estabilizado com inibidor de urease, o que ajuda a reduzir perdas por volatilização, custos de armazenagem e o risco de queima de folhas, além de facilitar o manejo operacional.

Segundo Filipe Miranda, gerente de Produtos da Mosaic Fertilizantes, é essencial fornecer nutrientes de maneira equilibrada desde o início do ciclo para impulsionar a produtividade e a qualidade dos cultivos, assegurando todo o potencial produtivo. “O investimento em produtos que otimizam a nutrição e resultam em maior qualidade no futuro é fundamental para o progresso da lavoura. As soluções Performa Bio, K-Mag e Excellen equilibram a oferta de nutrientes às plantas e, assim, impulsionam o crescimento sustentável da citricultura no Brasil”, afirma.

O Brasil se destaca como o maior produtor e exportador de laranjas e suco de laranja no cenário global, abastecendo 75% do mercado. Para este ano, a estimativa do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) é de que a produção atinja 307,22 milhões de caixas de 40,8 quilos, menor do que a do ano passado, que foi de 316,95 milhões de caixas. No entanto, houve um aumento de 16,05% na receita de exportação devido à valorização do produto brasileiro no mercado externo. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior, a receita com a exportação de suco de laranja passou de US$ 1,756 bilhão na safra de 2022 para US$ 2,038 bilhões em 2023.

Leia Também:  Preço do diesel cai mais de 0,50% e tipo comum é encontrado a R$ 5,97 e S-10 a R$ 6,09, aponta Edenred Ticket Log

Sob o tema “Expandindo as fronteiras da citricultura”, a Expocitros deste ano deve reunir 10 mil participantes, oferecer mais de 30 palestras informativas e possibilitar networking com especialistas, profissionais e empresas do agronegócio ao longo dos quatro dias do evento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Brasil soma 700 novos mercados e R$ 20 bilhões em negócios mesmo sob pressão de tarifas

Published

on

As novas autorizações para vender produtos do agro brasileiro no exterior já geraram mais de R$ 20 bilhões em negócios desde janeiro de 2023, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O balanço, anunciado nesta terça-feira (13.10), acompanha a marca de 700 aberturas de mercado. Para produtores e empresas, o avanço amplia as opções de compradores num momento em que tarifas e outras restrições encarecem as vendas internacionais.

O número exige uma distinção: são 700 autorizações para produtos em diferentes destinos, e não 700 países. Um mesmo país pode liberar a compra de carnes, frutas e sementes, por exemplo, e aparecer várias vezes na conta. Cada aprovação permite disputar um mercado, mas ainda é preciso encontrar comprador e acertar preço, frete e condições de entrega.

Os R$ 20 bilhões mostram que parte dessas oportunidades já virou negócio. O valor, porém, não permite calcular quanto as aberturas acrescentaram às exportações totais do Brasil. Uma venda a um novo destino pode representar produção adicional ou substituir um embarque antes enviado a outro comprador. O balanço também reúne negócios de quase quatro anos; não é o resultado apenas de 2026.

Entre as liberações recentes está a venda de pescado brasileiro aos Emirados Árabes Unidos, tanto de captura quanto de criação. Também foram autorizados o mamão fresco para o Kuwait e o milho em grãos para a Síria. São oportunidades para cadeias diferentes, cujo retorno dependerá do tamanho das encomendas e do custo de atender cada comprador.

Leia Também:  TJMT lidera iniciativa inovadora de fomento à inovação pública

A busca por alternativas ganha peso porque um aumento de tarifa pode interromper pedidos mesmo quando há produto disponível. Entre os efeitos estão o adiamento de compras, a renegociação de contratos e a redução do ganho das empresas. Para quem produz, o risco é ter mercadoria pronta e encontrar condições de venda piores do que as previstas.

Ter mais compradores ajuda a reduzir esse risco e dá alternativas quando um destino restringe as compras. A concentração ainda é relevante: em 2025, a China respondeu por 32,7% das exportações do agronegócio brasileiro, quase um terço do total, segundo o Mapa.

Produtos do agro com muitos compradores internacionais tendem a encontrar alternativas com mais facilidade do que mercadorias feitas para clientes específicos. Ainda assim, trocar de destino não assegura a manutenção do preço. Um novo comprador pode pagar menos, exigir outro padrão de produto ou estar mais longe, aumentando a conta do transporte.

Embora a tarifa seja cobrada no país importador, o exportador brasileiro também pode pagar parte dessa conta. Se houver fornecedores concorrentes, o comprador pode exigir um desconto para manter o pedido. O negócio continua, mas sobra menos dinheiro para a cadeia que produziu e entregou a mercadoria.

Leia Também:  Abertura para Inovações: Agricultura Brasileira em Destaque na Luta Contra as Mudanças Climáticas

Por isso, o efeito sobre o campo precisa ser medido também pelo preço recebido e pelos custos, além do volume exportado. Vender mais toneladas não garante maior renda: frete caro, descontos e despesas de produção podem consumir o ganho. Os R$ 20 bilhões anunciados são negócios realizados, não lucro dos produtores.

Há despesas antes mesmo do primeiro embarque. Certificações, comprovação da origem, adaptação de embalagens e transporte precisam entrar na conta. No pescado e nas frutas, por exemplo, a conservação durante a viagem pesa na viabilidade da venda. A autorização sanitária elimina uma barreira, mas não resolve toda a operação.

Produtores, cooperativas e agroindústrias também precisam manter registros que comprovem de onde vem o produto e como foi produzido. Essas informações podem ser condição para entrar e continuar no mercado. Organizar a documentação antes de negociar ajuda a evitar que uma oportunidade seja perdida por falta de comprovação.

Para 2027, a ampliação dos destinos oferece alternativas diante de novas restrições comerciais. O resultado para o produtor dependerá de transformar essas permissões em pedidos regulares, com preços que cubram os custos. A próxima medida do avanço será quanto cada mercado compra — e quanto dessa venda chega à renda de quem produz.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA