AGRONEGÓCIO

Mosaic Fertilizantes atinge 36% de representatividade feminina nos cargos da área Comercial em 2023

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Cada vez mais, as mulheres se fazem presentes no campo do agronegócio – seja como pecuaristas, pesquisadoras, agricultoras, executivas de empresas do setor e empreendedoras. E os programas de diversidade praticados nas organizações, como a Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, contribuem para e equidade de gênero, além de proporcionar aos colaboradores uma reflexão interna de conceitos e práticas no ambiente de trabalho e fora dele. Em 2023, atingimos 36% de mulheres na área Comercial da Mosaic Fertilizantes, o que representa um avanço de 9% em relação ao ano anterior.

“Estamos sempre atentos para identificar oportunidades que contribuam para construir um time mais diverso. No ano passado, trabalhamos a conscientização da liderança, não somente na atuação de vagas afirmativas, entre outras iniciativas, como reconhecimento e retenção, para obter maior representatividade feminina na empresa. Já demos um grande passo e seguimos fortes nesse propósito”, conta Luciana Landgraf, gerente sênior de Recursos Humanos da Mosaic Fertilizantes.

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O aumento no número de mulheres na área Comercial verificado em 2023 colabora com as metas ainda mais ambiciosas da empresa, que busca, até 2025, ter 30% de mulheres em cargos de liderança. O plano de ação para esse tema inclui desenvolver, incentivar e implementar práticas inclusivas que permitem cruzar fronteiras no local de trabalho, proporcionando oportunidades iguais e desenvolvimento para todos os funcionários.

“Temos estabelecidas várias metas de desempenho Ambiental, Social e de Governança (ESG) para avaliarmos nossos avanços. ‘Pessoas’ é uma das frentes na quais atuamos para que nosso progresso seja permanente. Nesse contexto, quando se fala em diversidade, por exemplo, destaco que a Mosaic Fertilizantes é mantenedora da iniciativa Women in Mining Brasil (WIM), um movimento que visa ampliar e fortalecer a participação das mulheres no setor da indústria mineral brasileira”, explica Carlos Janibelli, Diretor Global de D&I da empresa.

“A Mosaic Fertilizantes é reconhecida mundialmente como uma das maiores produtoras e comercializadoras de fertilizantes que ajudam o agronegócio a alimentar o planeta. E essa relevância nos estimula ainda mais a sermos uma empresa geradora de empregos e, mais do que isso, uma empresa inclusiva e diversa. Estamos felizes com o avanço que tivemos e buscaremos mais resultados. Trata-se de um tema cada vez mais presente no mundo corporativo, e a Mosaic Fertilizantes assumiu seriamente essa pauta, assim como outras, para tornar a companhia uma referência no mercado”, diz Eduardo Monteiro, Country Manager da Mosaic Fertilizantes.

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Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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