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Mosaic Fertilizantes anuncia 62 vagas de estágio em municípios de diversas regiões do país

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A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, está com inscrições abertas para a nova edição do seu Programa de Estágio Superior Novos Talentos e para o Programa de Estágio Técnico. São 49 vagas de nível superior, direcionadas a pessoas negras e mulheres com graduação a partir de junho de 2025, e 13 vagas de nível técnico. A previsão de início do trabalho para os estudantes selecionados é entre março e abril de 2024.

“Temos o orgulho de anunciar a abertura de uma nova edição do programa de estágio com estratégia afirmativa. Com esta iniciativa, nós reafirmamos o nosso compromisso em construir uma sociedade mais igualitária. Para nós, promover a diversidade e a inclusão é também construir um ambiente de trabalho onde todas as pessoas se sintam bem-vindas, seguras e com igual oportunidade de crescimento. O programa ainda contribui para o cumprimento das metas globais da companhia para ampliar a diversidade étnico-racial e de gênero na empresa”, comenta Flávia Angelon, gerente de Aquisição de Talentos da Mosaic Fertilizantes.

Programa de Estágio Nível Superior

As vagas voltadas para estudantes de nível superior são oferecidas em Goiás (Catalão), Mato Grosso (Rondonópolis), Minas Gerais (Araxá, Tapira e Uberaba), Rio Grande do Sul (Rio Grande), São Paulo (Cajati e São Paulo), Sergipe (Rosário do Catete) e Paraná (Paranaguá).

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As oportunidades são voltadas para estudantes de Administração, Agronomia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Biologia, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Ciência e Tecnologia, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Enfermagem, Engenharias, Geologia, Gestão de Produção Industrial, Jornalismo, Logística, Marketing, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais, Relações Públicas, Sistemas de Informação e áreas correlatas. Os interessados podem se inscrever até 30 de janeiro pelo site: Link. https://mosaicfertilizantes.across.jobs/

O processo de seleção contará com testes, por meio de recursos como gamificação. Também estão previstas entrevistas e dinâmicas virtuais em grupo com o RH e uma entrevista com liderança da Mosaic Fertilizantes. Os candidatos aprovados seguirão para etapas admissionais e de integração. Aqueles que não avançaram, receberão uma devolutiva sobre sua atuação no processo, como uma forma de desenvolvimento de carreira.

Durante o programa de estágio, os participantes poderão desenvolver suas habilidades técnicas e comportamentais por meio da imersão no dia a dia de trabalho da empresa. Além disso, terão a oportunidade de ingressar em uma companhia que atua em dois setores muito relevantes da economia, o agronegócio e a mineração.

Programa de Estágio Técnico

A Mosaic Fertilizantes também está recrutando estudantes de nível técnico para trabalhar em suas operações nas cidades de Catalão (GO), Cajati (SP), Tapira (MG), Araxá (MG), Rio Verde (GO), Campo Grande (MS), Rosário do Catete (SE), Rondonópolis (MT) e Uberaba (MG).

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Podem se inscrever alunos de cursos das áreas de Segurança do Trabalho, técnico em Química, técnico em Mineração, técnico em Análises e Processos e técnico em Meio Ambiente com conclusão a partir de dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 12 de janeiro via app do CIEE ou através deste link: CIEE. https://ciee-vagas.taqe.com.br/ciee/mosaic-fertilizantes-programa-de-estagio-2024-nivel-tecnico-v2

A jornada é em regime presencial e o horário é das 8h às 15h (carga horária de 6h). “A carga horária do nosso programa de estágio técnico permite que o estagiário mantenha sua rotina de estudos enquanto adquire experiência profissional e aperfeiçoamento em uma das maiores empresas de agromineração do Brasil”, afirma Flávia Angelon.

As etapas do processo de seleção do Programa de Estágio Técnico incluem testes de personalidade, português e lógica e entrevistas com psicólogas do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) e com gestores da companhia.

Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Uso de satélite para barrar crédito rural gera novo debate no setor

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A nova regra que condiciona o acesso ao crédito rural ao monitoramento ambiental por satélite abriu uma frente de tensão entre produtores, Congresso e governo federal. Desde 1º de abril, bancos que operam recursos do Plano Safra passaram a consultar automaticamente dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) antes da liberação dos financiamentos agropecuários.

O centro da discussão está nos chamados “falsos positivos”, situações em que alterações na cobertura vegetal identificadas pelo sistema acabam sendo interpretadas como desmatamento irregular, mesmo quando decorrem de atividades produtivas permitidas ou manejos regulares dentro da propriedade.

Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), produtores vêm relatando dificuldades para acessar crédito em casos envolvendo limpeza de pastagem, manejo agrícola, renovação de áreas produtivas e até colheita de florestas plantadas, como eucalipto.

A preocupação do setor é que o sistema utilizado para monitoramento identifica mudanças na vegetação, mas não consegue, sozinho, diferenciar imediatamente uma atividade legal de um desmatamento irregular.

Com isso, o bloqueio ao crédito pode ocorrer antes mesmo de qualquer análise individualizada do caso. Isso inverte o ônus da prova e  obriga o produtor a comprovar posteriormente que a alteração apontada pelo satélite não configura infração ambiental. O processo pode envolver laudos técnicos, documentos fundiários, análises ambientais e procedimentos administrativos que levam semanas ou meses.

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O problema ganha peso porque o crédito rural continua sendo peça central do financiamento agropecuário brasileiro, especialmente em um momento de juros elevados, aumento do endividamento e custos ainda pressionados.

Dados citados pela consultoria Datagro mostram que mais de 5,4 milhões de apontamentos positivos estavam registrados no sistema Prodes até outubro de 2025. Parte dessas ocorrências, segundo o setor, pode estar associada justamente a interpretações equivocadas do monitoramento remoto.

As novas exigências estão previstas nas Resoluções nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025, do Conselho Monetário Nacional (CMN), dentro do processo de endurecimento das regras ambientais para concessão de crédito rural.

A justificativa oficial é impedir que propriedades com irregularidades ambientais tenham acesso a recursos públicos subsidiados.

O avanço das restrições provocou reação imediata no Congresso Nacional. Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária protocolaram projetos para suspender os efeitos das resoluções até que sejam criados mecanismos considerados mais precisos de validação ambiental.

As propostas também tentam impedir embargos automáticos baseados exclusivamente em imagens de satélite e estabelecer critérios técnicos mais claros para restrições ao financiamento rural.

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto), o principal problema está na automatização do processo sem análise técnica prévia. “O monitoramento ambiental é necessário e irreversível. O problema começa quando um apontamento preliminar feito por satélite passa a produzir efeito imediato sobre o crédito sem uma verificação individualizada da situação da propriedade”, afirma.

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Segundo Rezende, a insegurança aumenta porque o produtor depende do financiamento para manter o calendário agrícola e não consegue esperar meses por uma solução administrativa. “O crédito rural não financia apenas expansão. Ele financia custeio, compra de insumos, operação da safra e fluxo de caixa da propriedade. Quando o recurso trava por causa de um possível falso positivo, o impacto econômico acontece imediatamente dentro da porteira”, diz.

Ele avalia que o avanço das exigências ambientais tende a se intensificar nos próximos anos, principalmente pela pressão de bancos, mercados importadores e sistemas internacionais de rastreabilidade.

“A questão ambiental passou a fazer parte da análise de risco do crédito rural. Isso já não é mais uma discussão apenas regulatória. O produtor vai precisar cada vez mais de documentação organizada, regularidade ambiental e segurança jurídica para acessar financiamento e mercado”, afirma.

O episódio evidencia uma mudança estrutural no agro brasileiro. Critérios ambientais deixaram de afetar apenas fiscalização e passaram a interferir diretamente na capacidade de financiar produção, renegociar dívidas e manter competitividade no mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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