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Mosaic e Embrapa Abrem Inscrições para Fórum Técnico sobre Pecuária Sustentável em São Carlos

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A Mosaic e a Embrapa anunciaram a abertura das inscrições para o Fórum Técnico Pecuária Sustentável, que ocorrerá no dia 11 de dezembro, em São Carlos (SP). O evento será realizado presencialmente, das 9h às 12h15, no Embrapa Pecuária Sudeste, localizado na Rodovia Washington Luiz, Km 234, Fazenda Canchim, Centro. A participação é gratuita, sendo necessária a inscrição até 30 de novembro, que pode ser realizada por meio do link disponibilizado no Portal Embrapa.

Este evento é resultado de um Acordo de Cooperação Técnica firmado no ano passado entre a Embrapa e a Mosaic, com o objetivo de promover o compartilhamento de informações relevantes e acelerar a adoção de tecnologias para uma pecuária mais eficiente e sustentável. “A Mosaic é uma empresa parceira do produtor rural, sempre oferecendo conhecimento, produtos e assistência técnica para aumentar a produtividade no campo e contribuir com a segurança alimentar global”, afirma Sabrina Coneglian, Gerente de Pecuária da Mosaic.

O Fórum Técnico Pecuária Sustentável terá como foco discutir a adoção de práticas agropecuárias sustentáveis e seus impactos na produção pecuária. Um dos destaques será a palestra de Fernando Ongaratto, especialista em Desenvolvimento de Mercado da Mosaic, sobre adubação de pastagem. Ele destacará a importância da adubação periódica do solo para melhorar a saúde das forragens e garantir uma nutrição balanceada para os bovinos. A palestra também abordará o momento ideal para realizar a adubação, que coincide com o “período das águas”, quando as chuvas são mais frequentes e favorecem o crescimento das pastagens.

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Além do Fórum, a parceria entre a Mosaic e a Embrapa também disponibiliza cinco cursos gratuitos voltados para temas relevantes da pecuária sustentável. Os cursos abordam assuntos como “Clima e Estacionalidade de Produção de Forragem”, “Planejamento da Produção de Forragem”, “Manejo do Pastejo”, “Método Direto para Recuperação de Pastagens” e “Recuperação e Renovação Indireta de Pastagens”. Os conteúdos estão disponíveis na plataforma digital UniMosaic (unimosaic.com.br), acessíveis mediante cadastro.

Esses cursos, assim como o Fórum Técnico, fazem parte de um esforço contínuo para fortalecer a sustentabilidade na agropecuária brasileira, com a parceria entre a Mosaic e a Embrapa se estendendo por cinco anos, durante os quais diversos temas relacionados à pecuária sustentável serão abordados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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