AGRONEGÓCIO

Monitoramento da Cigarrinha-do-Milho: Estratégia Essencial para Proteger a Produção

Publicado em

A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) continua a representar uma das maiores ameaças à produção de milho em diversas regiões do mundo, demandando atenção constante dos produtores. Para Alexandre Rodrigues de Andrade, Diretor Comercial da Colly Química, o manejo preventivo e o monitoramento eficaz são fundamentais para evitar danos expressivos às lavouras. A cigarrinha é um vetor de doenças como enfezamentos e fumagina, que podem comprometer significativamente a produtividade, caso o controle não seja realizado desde o início do cultivo.

Importância do Monitoramento no Manejo Eficiente

A implementação de um monitoramento adequado oferece benefícios significativos. A detecção precoce da praga permite ações preventivas mais assertivas, evitando perdas substanciais. Além disso, o monitoramento contribui para a redução de custos ao evitar o uso excessivo de inseticidas, o que também resulta em menores impactos ambientais. O controle eficiente da cigarrinha-do-milho favorece, ainda, a qualidade do milho produzido e otimiza a produtividade, promovendo o uso mais racional dos recursos disponíveis.

Tecnologia a Favor do Controle

Uma das soluções recomendadas no manejo integrado de pragas é o uso da Bobina Adesiva Yellow TRAP, uma ferramenta desenvolvida para monitorar a variação populacional da cigarrinha-do-milho e auxiliar na redução de sua infestação. A cor amarela da bobina atrai os insetos, que ficam presos na superfície adesiva, permitindo que os produtores acompanhem a presença da praga e ajustem as estratégias de controle conforme a necessidade.

Leia Também:  Oportunidade de Desenvolvimento: Programa de Trainee Kepler Weber 2024

A Coleagro, líder em monitoramento e soluções sustentáveis para redução da população de insetos no agronegócio da América Latina, destaca a importância de abordagens integradas para proteger as lavouras e garantir a sustentabilidade na produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Safra de café em Minas Gerais avança com expectativa de recuperação produtiva e pressão nos preços

Published

on

A safra de café 2026 em Minas Gerais avança com perspectiva de recuperação produtiva e melhora na qualidade dos grãos, segundo novo levantamento divulgado pelo Sistema Faemg Senar. Apesar do cenário mais positivo no campo, produtores seguem cautelosos diante da volatilidade do mercado internacional, da pressão sazonal da colheita e das incertezas climáticas para os próximos meses.

De acordo com o informativo de mercado do café referente a maio de 2026, a safra mineira está na fase preparatória para a colheita, embora algumas regiões já apresentem trabalhos bastante avançados.

Colheita de café avança no Cerrado Mineiro e Matas de Minas

Segundo os relatos de campo apresentados no levantamento, regiões como Matas de Minas e Cerrado Mineiro já registram avanço significativo da colheita devido à altitude, utilização de variedades mais precoces e aplicação de maturadores.

A expectativa do setor é de uma safra maior em relação ao ciclo anterior, com recuperação da produtividade e melhora na qualidade física dos grãos.

Os técnicos apontam que os cafés apresentam peneira maior e melhor formação, cenário que pode favorecer o rendimento industrial e ampliar o potencial para produção de cafés especiais em Minas Gerais.

Mercado futuro do café oscila com expectativa de maior oferta brasileira

No mercado internacional, os contratos futuros do café arábica negociados na ICE Futures US registraram forte volatilidade durante abril.

Leia Também:  Show Safra Mato Grosso 2025 começa amanhã em Lucas do Rio Verde

Segundo o relatório, o movimento refletiu ajustes técnicos provocados pela expectativa de avanço da colheita brasileira — fator considerado baixista — ao mesmo tempo em que preocupações climáticas e estoques globais ainda apertados ofereceram sustentação às cotações.

A média mensal do contrato maio/2026 ficou em US$ 3,00 por libra-peso, equivalente a aproximadamente R$ 1.996,70 por saca, retração de 3% frente ao mês anterior.

Mesmo com expectativa de safra maior no Brasil, o mercado ainda não trabalha com cenário confortável de oferta global, o que mantém a volatilidade elevada nas negociações internacionais.

Mercado físico do café em Minas Gerais registra queda nos preços

No mercado físico brasileiro, os preços também recuaram em abril, embora as negociações tenham permanecido relativamente sustentadas pela postura cautelosa dos produtores.

Segundo o levantamento, muitos cafeicultores seguem segurando parte das vendas à espera de preços mais atrativos.

O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada para café arábica tipo 6 bebida dura registrou média mensal de R$ 1.811,90 por saca, queda de 6,3% no período.

Entre as regiões produtoras de Minas Gerais, todas encerraram abril em baixa:

  • Montanhas de Minas: queda de 7,2%, com média de R$ 1.685,50/sc;
  • Chapada de Minas: retração de 2,8%, média de R$ 1.735,00/sc;
  • Cerrado Mineiro: média de R$ 1.871,40/sc, queda de 4,5%;
  • Sul de Minas: média de R$ 1.861,60/sc, baixa de 5,6%.
Leia Também:  Diesel recua na 2ª semana de dezembro com importações e corte da Petrobras, diz ValeCard
Clima e risco de geadas seguem no radar do setor cafeeiro

As condições climáticas continuam sendo um dos principais fatores de atenção para os produtores de café em Minas Gerais.

O relatório aponta que maio marca a transição entre o período úmido e o seco nas regiões cafeeiras do estado, com redução gradual das chuvas e temperaturas ainda acima da média.

No entanto, a entrada de frentes frias aumenta o risco de ocorrência de geadas, especialmente nas áreas produtoras de café arábica.

O setor acompanha de perto a evolução do clima, já que eventuais episódios de frio intenso podem afetar a produtividade e a qualidade das lavouras durante a fase de colheita e desenvolvimento final da safra.

Especialistas recomendam que os produtores monitorem simultaneamente o mercado físico, os contratos futuros e as previsões meteorológicas para melhorar a gestão comercial e reduzir riscos diante da volatilidade atual do setor cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA