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MONITORAMENTO AGRÍCOLA: Chuvas contribuem para o armazenamento hídrico e os cultivos, informa Conab

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Nas três primeiras semanas de janeiro, chuvas mais regulares e com volumes significativos em grande parte das regiões produtoras do país contribuíram para a recuperação e a manutenção do armazenamento hídrico no solo, possibilitando melhores condições para a safra de 2023/24. A informação é do Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com a publicação, a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra foram favorecidos. Entretanto, menores índices de chuva e altas temperaturas no Semiárido da região Nordeste e em áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná podem ter restringido o desenvolvimento de parte das lavouras.

Na análise dos Índices de Vegetação (IV), o Boletim destacou as áreas com anomalias negativas intensas no norte mato-grossense, devido principalmente à antecipação da colheita da soja, como resultado dos impactos da falta de chuvas e altas temperaturas no início do ciclo.

Nas demais regiões de Mato Grosso e nos outros estados do Centro-Oeste e Sudeste, observa-se um equilíbrio entre as anomalias negativas e positivas dos índices de vegetação. No noroeste rio-grandense, o gráfico de evolução do IV está em ascensão e expressa uma condição mais favorável na safra atual, principalmente em função da frustração das safras anteriores.

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Publicado todos os meses, o BMA é resultado da colaboração entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), além de agentes colaboradores que contribuem com dados pesquisados em campo.

Fonte: CONAB

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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