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Minerva Foods registra EBITDA de R$ 2,6 bilhões em 2023

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A Minerva Foods (Minerva S.A. – B3: BEEF3 | OTC – Nasdaq International: MRVSY), líder em exportação de carne bovina in natura e seus derivados na América do Sul, e que atua também no segmento de processados, apresenta ao mercado os resultados referentes ao ano de 2023.

O Fluxo de Caixa Livre recorrente no acumulado de 2023, ajustado pelas aquisições da ALC (Australia Lamb Company) e BPU Meat (no Uruguai), totalizou R$ 535,7 milhões. No 4º trimestre de 2023 (4T23), após Despesas Financeiras, Capex, Capital de Giro e ajustado pelo desembolso relativo à aquisição da ALC no período, o índice totalizou R$ 149,2 milhões. Desde 2018, a Companhia acumula R$ 6,5 bilhões em geração de caixa livre.

A Receita Bruta Consolidada totalizou R$ 28,6 bilhões em 2023, com as exportações alcançando 65% da receita. No 4º trimestre de 2023 atingiu R$ 6,5 bilhões, com as exportações representando 67,2% desse montante, reforçando a liderança da Minerva Foods na exportação de carne bovina na América do Sul, com aproximadamente 20% de market share.

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No consolidado do ano, o EBITDA foi de R$ 2,6 bilhões, com uma margem EBITDA de 9,5%. No 4T23 o indicador alcançou o patamar de R$ 605,9 milhões, com margem EBITDA de 9,8%, 0.9 p.p maior quando comparado ao quarto trimestre de 2022.

O Lucro Líquido acumulou um total de R$ 395,5 milhões no ano de 2023, e no 4T23 registrou R$ 19,8 milhões.

Já a alavancagem líquida no fechamento de 2023, medida através do múltiplo Dívida Líquida/EBITDA dos últimos 12 meses, encerrou o quarto trimestre em 2,8x, ajustada pelo EBITDA pro forma de BPU e também pelo montante de R$ 1,5 bilhão desembolsados, relativo ao pagamento inicial da aquisição dos ativos da Marfrig na América do Sul.

Vale ressaltar ainda que, no 4T23 e em 2023, houve o efeito contábil e não-caixa do CPC 02 e CPC 42 (câmbio e inflação) nas controladas localizadas na Argentina, com impacto de R$ 1,5 bilhão no nível de receita líquida e consequente reflexo no patamar nominal de EBITDA e resultado líquido.

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Fonte: Minerva Foods

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita florestal em terrenos inclinados exige novas soluções técnicas e mais segurança operacional

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Com atuação em Minas Gerais e São Paulo, a Reflorestar aposta em planejamento detalhado e adaptação contínua para garantir produtividade e segurança na colheita florestal em relevo acidentado.

Terrenos inclinados elevam complexidade da colheita florestal no Brasil

A colheita florestal em áreas inclinadas vem se consolidando como um dos maiores desafios operacionais do setor, especialmente diante da expansão do uso de terrenos com relevo acidentado. Nessas condições, o equilíbrio entre segurança, produtividade e eficiência técnica torna-se cada vez mais complexo.

Com o avanço dessas áreas, aumentam também os riscos operacionais para equipes e máquinas, além da necessidade de ajustes constantes no planejamento e na execução das atividades em campo.

Microplanejamento e validação em campo são essenciais

Para lidar com esse cenário, a Reflorestar Soluções Florestais estruturou um modelo operacional baseado em microplanejamento, validação em campo e integração direta com as equipes.

A empresa atua em diferentes regiões, incluindo o Sul de Minas Gerais, onde realiza colheita em áreas com até 25 graus de inclinação, e o Vale do Paraíba (SP), com operações de roçada mecanizada em terrenos que chegam a 40 graus.

Segundo o gerente geral de Operações da Reflorestar, Nilo Neiva, o planejamento em áreas inclinadas precisa ser constantemente revisado, já que cada talhão apresenta características próprias e dinâmicas que podem mudar ao longo da operação.

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Análise detalhada define estratégia em cada talhão

Antes do início das atividades, cada área passa por uma avaliação técnica detalhada. São analisados fatores como inclinação do terreno, risco de tombamento, logística de retirada da madeira, pontos de entrada e saída de máquinas e direção de corte.

Mesmo com esse planejamento inicial, a validação em campo é indispensável, já que as condições reais podem apresentar variações em relação ao projetado.

De acordo com a empresa, o sucesso da operação depende da capacidade de equilibrar três pilares fundamentais: segurança, produtividade e manutenção dos equipamentos.

Operadores têm papel estratégico na tomada de decisão

A atuação em terrenos inclinados exige também forte participação das equipes operacionais, que desempenham papel decisivo na identificação de riscos e ajustes durante a execução.

O operador de colhedor florestal Dalton Moreira destaca que o trabalho exige atenção constante às condições do terreno, da madeira e do comportamento das máquinas, com foco permanente na segurança.

Essa percepção em campo é considerada essencial para ajustes operacionais em tempo real, especialmente em áreas com maior instabilidade do solo.

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Integração entre campo e gestão aumenta eficiência

Segundo o diretor florestal da Reflorestar, Igor Souza, a interação entre operadores, mecânicos e equipe técnica fortalece a tomada de decisão e melhora a segurança das operações.

Em muitos casos, sinais de variação no terreno são identificados primeiro por quem está em campo, permitindo correções rápidas no planejamento e na execução das atividades.

Essa integração também contribui para o uso mais eficiente dos recursos, possibilitando alcançar bons níveis de produtividade mesmo com equipamentos já utilizados em operações convencionais, desde que haja planejamento adequado e acompanhamento técnico rigoroso.

Adaptação contínua é chave para operar em relevo acidentado

A experiência da Reflorestar mostra que a colheita florestal em terrenos inclinados exige uma abordagem dinâmica, baseada em planejamento detalhado, validação constante e forte integração entre equipes.

Em um cenário de expansão das operações em áreas de relevo complexo, a adaptação contínua dos processos se torna essencial para garantir segurança, eficiência e competitividade no setor florestal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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