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Milho de pipoca: como saber escolher?

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Na busca pela pipoca perfeita, muitos amantes deste snack tão popular podem não dar a devida atenção ao ingrediente fundamental: o milho. Embora pareça simples, a escolha do tipo certo de milho pode fazer toda a diferença entre uma pipoca estourada e saborosa e uma experiência decepcionante. Mas afinal, como escolher o milho ideal para sua pipoca?

Para responder a essa pergunta, conversamos com especialistas. Primeiramente, é importante entender que nem todos os milhos são adequados para fazer pipoca. O tipo de milho específico para essa finalidade é conhecido como “milho de pipoca” ou “milho-pipoca”. É ideal sempre optar por produtos de qualidade premium, testados e aprovados, atenção às embalagens. “Este tipo de milho possui uma casca mais resistente e uma maior quantidade de umidade em seu interior, o que o torna ideal para estourar quando aquecido. Um dos tipos mais comuns de milho de pipoca é o “milho mushroom”, que produz pipocas grandes e redondas, ideais para adicionar coberturas ou temperos”, explica a engenheira de alimentos da Combrasil, Ana Rachel Bernardes.

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No entanto, a qualidade do milho de pipoca pode variar dependendo de vários fatores, incluindo a variedade do milho, suas condições de crescimento e o armazenamento após a colheita. Portanto, ao escolher o milho para sua pipoca, é essencial prestar atenção em alguns detalhes: “verifique se o milho está fresco. Milho velho ou mal armazenado pode resultar em pipocas que não estouram completamente ou que ficam duras e ressecadas. Procure por milho de pipoca em lojas de alimentos especializadas ou em mercados que tenham um bom giro de estoque”, afirma a profissional.

Além disso, observe a aparência do milho. “Procure por grãos inteiros, uniformes e de cor uniforme. Evite milho com sinais de mofo, danos por insetos ou grãos murchos, pois isso pode indicar uma qualidade inferior”, revela Ana Rachel.

Escolher o milho ideal para sua pipoca é uma etapa crucial para garantir uma experiência gastronômica satisfatória. Ao prestar atenção à frescura, aparência e variedade do milho de pipoca, você pode desfrutar de pipocas deliciosas e estouradas sempre que desejar.

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Valor nutricional

Segundo a engenheira de alimentos, o milho de pipoca carrega grande valor nutricional. “Esse alimento dá a sensação de saciedade e melhora o funcionamento intestinal. A pipoca possui, ainda, polifenóis, antioxidantes que agem inibindo a ação dos radicais livres no organismo, diminuindo o envelhecimento precoce, os riscos de doenças cardíacas e a oxidação de colesterol. Apesar de ter um teor calórico, possui boa quantidade de fibras, o que faz deste grão uma fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico”, explica Bernardes.

De acordo com ela, os benefícios da pipoca na musculação vão desde o aumento da saciedade até a reposição do glicogênio muscular. “Contribui para a prevenção doenças degenerativas como mal de Parkinson e Alzheimer e alguns tipos de câncer. A pipoca é uma fonte de vitaminas do complexo B, um grupo de micronutrientes que participa de diversas funções no organismo, inclusive do bom funcionamento do sistema nervoso”, revela.

Fonte: Agência A+

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bolsas globais avançam com trégua entre EUA e Irã, enquanto Ibovespa sente pressão do petróleo e aguarda decisões de juros

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Os mercados financeiros globais iniciaram esta terça-feira em clima de maior apetite ao risco, impulsionados pelo avanço das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. O acordo preliminar para encerrar o conflito no Oriente Médio reduziu as preocupações com a oferta global de petróleo, provocando forte queda da commodity e favorecendo os ativos de risco em diversas regiões do mundo.

Na Europa, os principais índices acionários registravam ganhos consistentes durante a manhã. O índice DAX, da Alemanha, avançava cerca de 0,48%, enquanto o CAC 40, da França, subia 0,73% e o FTSE 100, do Reino Unido, acumulava alta próxima de 0,61%, refletindo o maior otimismo dos investidores com a redução das tensões geopolíticas.

Ásia fecha sem direção única diante de sinais contraditórios da economia chinesa

Nas bolsas asiáticas, o desempenho foi misto. Os investidores avaliaram uma série de indicadores econômicos da China que mostraram desaceleração do consumo e persistência da crise imobiliária, ao mesmo tempo em que a produção industrial apresentou crescimento mais forte.

O índice de Xangai recuou 0,11%, enquanto o CSI 300 perdeu 0,15%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,40%, pressionado por preocupações com a atividade econômica chinesa. Por outro lado, o setor de tecnologia ajudou a limitar perdas, com destaque para empresas ligadas à inovação e semicondutores.

No restante da região, o Nikkei, do Japão, encerrou o dia com leve alta de 0,10%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, disparou 2,11%, liderando os ganhos entre os principais mercados asiáticos. Taiwan avançou 0,91%, Singapura subiu 0,81% e a bolsa australiana teve valorização moderada de 0,04%.

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Ibovespa recua e Petrobras pesa sobre o mercado brasileiro

No Brasil, o cenário foi mais cauteloso. O Ibovespa abriu o pregão em queda, operando abaixo da faixa dos 170 mil pontos, refletindo principalmente o impacto negativo da desvalorização do petróleo sobre as ações da Petrobras, uma das empresas de maior peso no índice.

O mercado brasileiro também monitora atentamente a chamada “Super Quarta”, quando serão divulgadas as decisões de política monetária tanto do Comitê de Política Monetária (Copom) quanto do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos.

Além do cenário externo, investidores repercutem indicadores domésticos. A Pesquisa Mensal do Comércio divulgada pelo IBGE mostrou retração de 1,5% nas vendas do varejo, resultado inferior às expectativas do mercado e que reforçou preocupações sobre o ritmo de crescimento da economia brasileira.

O dólar operava próximo de R$ 5,06, enquanto os contratos futuros de juros apresentavam acomodação diante da expectativa em torno dos próximos passos da política monetária nacional.

Petróleo cai após acordo geopolítico

O principal fator de influência sobre os mercados segue sendo a forte queda do petróleo internacional. Com a perspectiva de normalização do fluxo de embarcações no Estreito de Ormuz e redução dos riscos de interrupção da oferta global, os contratos do Brent e do WTI registraram perdas expressivas nos últimos pregões.

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A desvalorização da commodity beneficiou setores consumidores de energia ao redor do mundo, mas pressionou empresas petrolíferas, especialmente a Petrobras, que liderou as perdas entre as blue chips da B3. Analistas avaliam que o comportamento da estatal continuará sendo determinante para o rumo do Ibovespa no curto prazo.

Destaques corporativos

Entre os principais fatos corporativos do dia, a Itaúsa anunciou a distribuição de R$ 1,5 bilhão em Juros sobre Capital Próprio (JCP), equivalente a R$ 0,138 por ação.

Já a Raízen voltou ao radar dos investidores após a gestora IG4 Capital apresentar proposta não vinculante envolvendo créditos da companhia e eventual conversão em participação acionária.

Outras movimentações corporativas relevantes incluem atualizações envolvendo o setor de infraestrutura e o acompanhamento de processos regulatórios e ambientais em grandes empresas brasileiras.

Perspectivas para os próximos dias

A atenção dos investidores permanece concentrada na política monetária global e nos desdobramentos do acordo entre Estados Unidos e Irã. A expectativa é que a redução das tensões geopolíticas continue favorecendo os mercados internacionais, embora a queda do petróleo possa seguir provocando volatilidade em empresas ligadas ao setor de energia.

No Brasil, além das decisões do Copom, o mercado acompanhará indicadores de atividade econômica, inflação e o comportamento do câmbio, fatores que devem determinar o rumo dos ativos domésticos ao longo da semana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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