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Mig-Plus Lança Premix para Gado Leiteiro Visando Combater o Estresse Térmico

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O estresse térmico tem se tornado uma preocupação crescente entre os produtores de leite, afetando a saúde dos animais e a rentabilidade das propriedades. Segundo a Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul, a bacia leiteira gaúcha experimentou uma diminuição de 30% na produtividade durante o último verão, resultado das altas temperaturas nas regiões produtoras.

Para enfrentar esse desafio, a Mig-Plus desenvolveu um premix mineral específico destinado a minimizar os efeitos do estresse térmico em vacas leiteiras. Denominado Mig Fresh, o produto auxilia na regulação da temperatura corporal, promovendo uma melhor circulação periférica e dissipação do calor. Formulado com minerais e aminoácidos, o composto também favorece a ingestão de alimentos, ajudando a manter a produção de leite nos períodos mais quentes do ano.

“É bastante comum observar a diminuição no consumo de forragem em situações de estresse, o que leva à redução no volume de produção. De acordo com pesquisas da Embrapa Gado de Leite, essa redução pode alcançar até cinco litros por vaca por dia, prejudicando igualmente os índices de qualidade do leite”, destaca Rubem Frosi, engenheiro agrônomo e Gerente Técnico da Mig-Plus. Além do ajuste na dieta, que pode ser enriquecida com o premix mineral, Frosi recomenda melhorias no ambiente, como a criação de sombreamento e a instalação de ventiladores e aspersores.

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O Mig Fresh pode ser administrado individualmente, em doses de 100 a 150 gramas por dia, podendo ser oferecido diretamente na forragem ou misturado à dieta, na proporção de 20 kg do premix por tonelada de ração produzida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do milho ficam estáveis no Brasil com foco no clima da safrinha e dólar pressionando exportações

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Mercado de milho segue com baixa movimentação no Brasil

O mercado brasileiro de milho registrou uma semana de negociações mais lentas, com cotações pouco alteradas na maior parte das regiões produtoras. O ritmo reduzido foi influenciado pelo feriado no início da semana e pela postura cautelosa de compradores e vendedores.

Além disso, o câmbio em patamares mais baixos tem dificultado a competitividade do milho brasileiro no mercado externo, impactando o ritmo das exportações.

Clima para safrinha domina atenções do mercado

Segundo o analista da Safras & Mercado, Paulo Molinari, o principal fator de atenção no momento é o clima nas regiões produtoras da segunda safra.

“O mercado mantém o foco nas condições climáticas para a safrinha, especialmente em estados como Goiás e Minas Gerais, onde as chuvas são determinantes para o desenvolvimento das lavouras”, destaca.

Preços do milho nas principais praças brasileiras

As cotações apresentaram variações pontuais nas principais regiões:

Portos:

  • Porto de Santos: R$ 65,00 a R$ 69,00/saca (CIF)
  • Porto de Paranaguá: R$ 64,50 a R$ 69,00/saca
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Interior:

  • Cascavel (PR): R$ 62,00 a R$ 63,00/saca
  • Mogiana (SP): R$ 61,00 a R$ 64,00/saca
  • Campinas (SP – CIF): R$ 67,00 a R$ 68,00/saca
  • Erechim (RS): R$ 66,00 a R$ 67,50/saca
  • Uberlândia (MG): R$ 58,00 a R$ 60,00/saca
  • Rio Verde (GO – CIF): R$ 57,00 a R$ 59,00/saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 49,00 a R$ 53,00/saca
Exportações avançam em volume, mas preço médio recua

Dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam que as exportações brasileiras de milho somaram US$ 82,85 milhões em abril (até 12 dias úteis).

Os números mostram:

  • Volume exportado: 326,8 mil toneladas
  • Média diária: 27,2 mil toneladas
  • Receita média diária: US$ 6,9 milhões
  • Preço médio: US$ 253,5 por tonelada

Na comparação com abril de 2025:

  • Alta de 184,6% no valor médio diário
  • Crescimento de 205,4% no volume médio diário
  • Queda de 6,8% no preço médio
Dólar mais baixo limita competitividade externa

Apesar do avanço nos embarques, o câmbio mais valorizado do real frente ao dólar tem reduzido a atratividade do milho brasileiro no mercado internacional, especialmente nos portos.

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Esse fator, aliado à expectativa da safrinha, contribui para um mercado mais travado no curto prazo.

O mercado de milho no Brasil segue em compasso de espera, com preços estáveis e decisões pautadas principalmente pelas condições climáticas da safrinha. Ao mesmo tempo, o cenário cambial e o ritmo das exportações continuam sendo fatores-chave para a formação de preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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