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Mercados chineses e de Hong Kong avançam com otimismo em torno da DeepSeek

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As bolsas da China e de Hong Kong encerraram a segunda-feira em alta, impulsionadas pelo entusiasmo em torno da startup de inteligência artificial DeepSeek, que fortaleceu o desempenho das ações do setor de tecnologia. Além disso, dados de inflação acima das expectativas reforçaram a confiança dos investidores.

No fechamento do pregão, o índice de Xangai registrou avanço de 0,56%, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,21%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, apresentou um expressivo crescimento de 1,84%.

O segmento de inteligência artificial liderou os ganhos, refletindo o otimismo contínuo com a DeepSeek. A fabricante de chips Cambricon Technologies registrou valorização de 8,9%, enquanto a empresa de IA CloudWalk Technology disparou 20%, atingindo o limite máximo diário de valorização.

Além disso, as três principais operadoras de telecomunicações da China – China Mobile, China Unicom e China Telecom – registraram ganhos entre 1,7% e 6,6% após anunciarem uma parceria com o modelo de código aberto da DeepSeek para expandir a aplicação da inteligência artificial.

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As preocupações com as tensões comerciais entre China e Estados Unidos diminuíram no curto prazo, já que investidores passaram a interpretar as ameaças tarifárias como parte de uma estratégia de negociação, segundo análise do China Securities.

Paralelamente, os receios com uma possível deflação na China foram amenizados depois que dados divulgados no domingo mostraram que a inflação ao consumidor acelerou para o nível mais alto dos últimos cinco meses em janeiro, impulsionada pelo aumento dos gastos durante as festividades de fim de ano.

Desempenho dos mercados asiáticos
  • TÓQUIO: Nikkei avançou 0,04%, fechando a 38.801 pontos.
  • HONG KONG: Hang Seng subiu 1,84%, encerrando em 21.521 pontos.
  • XANGAI: SSEC registrou alta de 0,56%, atingindo 3.322 pontos.
  • CSI300: Índice avançou 0,21%, alcançando 3.901 pontos.
  • SEUL: KOSPI teve leve queda de 0,03%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo do pasto antes da seca é decisivo para garantir produtividade da pecuária até outubro

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Com a chegada da temporada de seca no Brasil, que deve se estender até meados de outubro, pecuaristas intensificam o planejamento para garantir oferta de forragem de qualidade ao rebanho durante o período de estiagem. O manejo antecipado das pastagens torna-se essencial para preservar a produtividade da pecuária de corte e leite, evitando perdas nutricionais e aumento dos custos com suplementação alimentar.

A fase de transição climática já reduz naturalmente o ritmo de crescimento do capim, exigindo ações rápidas por parte do produtor rural. Especialistas alertam que atrasar o manejo pode comprometer diretamente a capacidade produtiva das fazendas e reduzir o desempenho animal ao longo dos próximos meses.

Segundo Thaís Lopes, gerente de Marketing Regional da Linha Pastagem da Corteva Agriscience, o controle de plantas daninhas é um dos principais fatores para garantir eficiência no pasto durante a seca.

“As invasoras competem diretamente por água e nutrientes do solo, reduzindo o desenvolvimento das forrageiras justamente no momento em que elas precisam acumular massa foliar para sustentar o rebanho na estiagem”, explica.

De acordo com a especialista, o manejo adequado das áreas de pastagem permite ao produtor ampliar a produção de arrobas por hectare e preservar o potencial produtivo da propriedade mesmo em condições climáticas adversas.

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Planejamento do pasto reduz impacto da estiagem na pecuária

Além do controle das invasoras, práticas de manejo estratégico, como divisão de áreas em piquetes e ajuste da lotação animal conforme a capacidade da forrageira, ajudam a melhorar o aproveitamento do capim.

A técnica permite que a planta tenha tempo adequado para recuperação e crescimento, favorecendo maior oferta de alimento ao rebanho durante o período seco.

“A pecuária exige planejamento contínuo. O manejo realizado agora impacta diretamente os resultados econômicos da seca. A falha no cuidado com o pasto hoje pode gerar prejuízos importantes no desempenho animal amanhã”, destaca Thaís Lopes.

Tecnologia no campo fortalece manejo das pastagens

Para ampliar a eficiência no controle de plantas daninhas, a Linha Pastagem da Corteva vem investindo em novas tecnologias voltadas ao manejo de invasoras de folhas largas.

Entre as inovações está a molécula Aminociclopiracloro (ACP), utilizada em soluções desenvolvidas para reduzir a matocompetição nas áreas de pastagem. A tecnologia atua no controle de plantas infestantes que competem por água, luz, nutrientes e espaço, fatores que comprometem diretamente o vigor das forrageiras.

Entre os produtos disponíveis estão os herbicidas Navius® e Juvix®.

O herbicida Navius® possui formulação granulada homogênea, sem odor e de fácil diluição. A solução combina os ingredientes ativos Aminociclopiracloro e Metsulfurom-metílico, com ação sistêmica absorvida rapidamente por folhas e raízes. O produto é indicado para o controle pós-emergente de plantas daninhas herbáceas, semi-arbustivas e arbustivas em pastagens já implantadas.

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Já o Juvix® é voltado ao controle de plantas de folhas largas de difícil manejo. O produto possui formulação líquida e aplicação localizada no toco da planta roçada, em cortes de até 10 centímetros do solo.

Segundo a Corteva, testes de campo apontaram ganho de até 40% de performance em determinadas plantas infestantes quando comparado aos tratamentos convencionais. A solução também proporciona maior rendimento operacional, reduzindo tempo e demanda de mão de obra nas aplicações.

Pastagem bem manejada garante sustentabilidade econômica da atividade

Especialistas reforçam que investir em manejo adequado, recuperação de áreas degradadas e uso de tecnologias no controle de invasoras é fundamental para aumentar a eficiência agronômica e fortalecer a sustentabilidade econômica da pecuária brasileira.

“O produtor que investe em boas práticas consegue transformar áreas de pastagem em ativos de alta produtividade, garantindo maior competitividade e estabilidade da atividade pecuária mesmo durante a seca”, finaliza Thaís Lopes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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