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Mercados Asiáticos Reagem a Nomeações de Trump com Volatilidade nos Índices

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As ações chinesas encerraram a quarta-feira em alta, após uma sessão marcada por volatilidade e ganhos expressivos no setor de telecomunicações. Em Hong Kong, o mercado reduziu as perdas, mas fechou levemente em baixa, à medida que investidores digerem os possíveis impactos das nomeações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para cargos de linha-dura em relação à China.

No fechamento, o índice de Xangai subiu 0,51%, enquanto o CSI300 — que representa as principais companhias listadas em Xangai e Shenzhen — avançou 0,62%, recuperando-se de uma queda inicial de até 0,6% durante a sessão. Em Hong Kong, o índice Hang Seng diminuiu suas perdas, encerrando o dia em queda de 0,12%, aproximando-se de uma mínima de sete semanas.

O setor de telecomunicações foi o destaque de alta nas ações chinesas, com a operadora estatal China Unicom valorizando-se em 7,3% e a China Mobile em 4,2%. Observadores do mercado monitoram de perto as nomeações de Trump, que indicam uma postura rígida frente à China, com o senador Marco Rubio, crítico da política chinesa, cotado para secretário de Estado, e o deputado Mike Waltz como possível assessor de segurança nacional, conforme fontes indicam.

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“Os investidores estão focados nas escolhas de Trump para seu gabinete, avaliando se sua política em relação à China poderá ser ainda mais assertiva do que durante seu primeiro mandato”, comentou Jason Chan, estrategista sênior de investimentos do Bank of East Asia.

Em outras praças da Ásia, o índice Nikkei, de Tóquio, recuou 1,66%, fechando a 38.721 pontos, enquanto o Hang Seng caiu 0,12%, a 19.823 pontos. Em Xangai, o SSEC fechou em alta de 0,51%, a 3.439 pontos, e o CSI300 subiu 0,62%, a 4.110 pontos. Outros índices da região também registraram movimentações, com o Kospi, de Seul, caindo 2,64%, a 2.417 pontos, o Taiex de Taiwan em baixa de 0,53%, a 22.860 pontos, o Straits Times de Cingapura subindo 0,24%, a 3.720 pontos, e o S&P/ASX 200 de Sydney caindo 0,75%, a 8.193 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Adjuvantes ganham papel estratégico no agro diante de safra pressionada pelo clima

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O avanço das instabilidades climáticas e a possibilidade de formação do El Niño em 2026 estão mudando a forma como o produtor rural enxerga a tecnologia de aplicação no campo. Em uma agricultura cada vez mais pressionada por clima, custos operacionais e necessidade de precisão, os adjuvantes deixam de ocupar papel secundário e passam a integrar a estratégia central de manejo agrícola.

A avaliação é de Leandro Viegas, administrador, bacharel em Direito e CEO da Sell Agro, que destaca a crescente importância da eficiência operacional em uma safra marcada por janelas de aplicação mais curtas e maior risco climático.

El Niño pode aumentar desafios operacionais no campo

As projeções climáticas reforçam o alerta para o próximo ciclo agrícola. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base em informações do CPC/NOAA, a probabilidade de formação do El Niño entre maio, junho e julho de 2026 supera 60%.

Para o trimestre seguinte, entre junho, julho e agosto, a chance sobe para 79%, podendo ultrapassar 90% a partir de agosto.

Historicamente, o fenômeno provoca impactos distintos nas regiões produtoras do Brasil. Enquanto o Sul costuma registrar aumento no volume de chuvas, áreas do Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste e Sudeste enfrentam maior risco de seca e irregularidade hídrica.

Na prática, isso significa mais dificuldade operacional para o produtor rural, com excesso de umidade em algumas regiões, atraso na entrada de máquinas, pressão maior de doenças fúngicas e redução das janelas ideais para pulverização.

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Eficiência da aplicação vira fator decisivo

Nesse cenário, cresce a percepção de que não basta apenas escolher o defensivo agrícola correto. A qualidade da aplicação passa a ser determinante para proteger o investimento realizado na lavoura e garantir eficiência no manejo.

A importância desse fator aumenta diante da dimensão econômica da próxima safra. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção recorde de 353,4 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2025/26.

A soja deve alcançar cerca de 177,8 milhões de toneladas, enquanto o milho pode atingir 138,3 milhões de toneladas.

Ao mesmo tempo, a própria Conab já aponta impactos climáticos relevantes sobre as operações agrícolas, especialmente em regiões onde o excesso de chuva atrasou a colheita da soja e comprometeu o calendário da segunda safra de milho.

Adjuvantes deixam de ser itens secundários

Dentro desse novo ambiente produtivo, os adjuvantes passam a ganhar protagonismo técnico e econômico.

Durante muitos anos, esses produtos foram tratados apenas como complementos da calda de pulverização. No entanto, diante das condições climáticas mais desafiadoras, essa visão vem mudando rapidamente.

Segundo especialistas, os adjuvantes modernos desempenham funções fundamentais para aumentar a eficiência da pulverização agrícola.

Dependendo da formulação, eles podem melhorar:

  • Espalhamento das gotas
  • Cobertura da aplicação
  • Aderência do produto
  • Estabilidade da calda
  • Redução de deriva e evaporação

Na prática, ajudam o defensivo a atingir melhor o alvo e permanecer eficiente mesmo em ambientes de maior estresse climático.

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Pulverização ineficiente pode elevar custos da safra

Além dos ganhos técnicos, o uso correto da tecnologia de aplicação possui impacto direto sobre a rentabilidade da atividade agrícola.

Uma pulverização mal executada pode gerar desperdício de produto, necessidade de reaplicação, aumento do consumo de combustível, mais horas de máquina e redução do controle de pragas, doenças e plantas daninhas.

Em uma safra pressionada por custos elevados e instabilidade climática, falhas operacionais tendem a gerar prejuízos ainda maiores.

Agricultura mais precisa exige manejo integrado

Especialistas ressaltam que os resultados dependem da combinação de vários fatores técnicos, como:

  • Regulagem adequada dos equipamentos
  • Escolha correta das pontas de pulverização
  • Volume de calda
  • Condições climáticas no momento da aplicação
  • Recomendação agronômica adequada

Ainda assim, o setor já começa a consolidar uma nova percepção: aplicar bem será tão importante quanto escolher corretamente o defensivo agrícola.

Tecnologia de aplicação ganha protagonismo no agro moderno

Com a agricultura cada vez mais dependente de eficiência operacional, precisão e sustentabilidade, a tecnologia de aplicação passa a ocupar posição estratégica dentro do sistema produtivo.

Nesse novo cenário, os adjuvantes deixam de ser apenas acessórios da pulverização e se consolidam como ferramentas essenciais para aumentar produtividade, reduzir desperdícios e melhorar a rentabilidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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