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Mercado internacional de açúcar registra preços estáveis em agosto

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O mercado internacional de açúcar manteve-se relativamente estável em agosto, operando, porém, nos menores níveis em mais de quatro anos. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), referência global para o açúcar, os contratos de outubro do açúcar bruto fecharam o dia 28 de agosto a 16,48 centavos de dólar por libra-peso, frente a 16,35 centavos em 31 de julho, registrando alta de 0,8%. Ao longo do mês, os preços oscilaram entre 15,92 centavos, em 5 de agosto, e 17,02 centavos, no dia 13.

Demanda asiática aquece o mercado, mas oferta global pesa

Apesar de uma reação pontual nos preços devido à demanda importadora na Ásia, especialmente do Paquistão, as cotações internacionais seguiram pressionadas por expectativas de superávit global na temporada 2025/26.

Produção brasileira segue elevada

No Brasil, a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) revisou para baixo sua estimativa de produção de açúcar para 2025/26. Mesmo assim, a safra brasileira deve ser a segunda maior da série histórica, com previsão de 44,4 milhões de toneladas.

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Safras asiáticas favorecem oferta global

Na Ásia, as perspectivas também são positivas para as safras de cana-de-açúcar na Índia e na Tailândia, principais produtores do continente. O período de chuvas de monção apresentou precipitação acima da média, beneficiando o crescimento da cana e aumentando a oferta regional.

Perspectivas para os próximos ciclos

Diante do cenário de estoques elevados e safra global robusta, o mercado internacional de açúcar deve continuar pressionado até o final do ciclo atual, em setembro, e no início da temporada seguinte, que começa em outubro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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