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Mercado Futuro de Milho Inicia Quinta-Feira com Leves Quedas

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As negociações futuras de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) começaram a sessão desta quinta-feira (20) com leves quedas. Por volta das 08h41 (horário de Brasília), os preços registravam baixas entre 2,25 e 3,25 pontos. O contrato de vencimento para julho de 2024 estava sendo negociado a US$ 4,47 por bushel, com uma baixa de 2,25 pontos. O contrato para setembro de 2024 estava cotado a US$ 4,52 por bushel, apresentando uma perda de 3,25 pontos. O vencimento de dezembro de 2024 era negociado a US$ 4,75 por bushel, com uma queda de 2,75 pontos.

De acordo com informações da Successful Farming, a demanda por importações de milho no México deve aumentar devido à redução da produção interna e à necessidade crescente de milho para alimentação animal, conforme relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro do USDA.

Quedas Também na B3

Na Bolsa Brasileira (B3), os contratos futuros de milho também abriram a sessão desta quinta-feira (20) com desvalorizações. Por volta das 09h28 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 57,84 e R$ 61,30. O contrato de julho de 2024 estava cotado a R$ 57,84, uma queda de 0,28%. O contrato de setembro de 2024 valia R$ 61,30, com uma baixa de 0,33%. Já o contrato de novembro de 2024 registrava uma queda de 0,38%, sendo negociado a R$ 65,16.

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Segundo a consultoria Agrifatto, o mercado físico do milho em Campinas/SP voltou ao patamar de R$ 58,00 por saca, influenciado pela interação entre os agentes do mercado. “Apesar da ausência de Chicago como referência de preços, o milho futuro acompanhou a alta da taxa de câmbio e finalizou a quarta-feira em território positivo na B3”, relatou a Agrifatto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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