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Mercado do Açúcar: Oscilações em Nova York e Londres; Etanol Segue em Alta

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De acordo com analistas consultados pela Reuters, os comerciantes demonstraram cautela nas vendas, impulsionados pela valorização do real, o que reduz os retornos em moeda local.

Oscilações na Bolsa de Nova York

Na ICE Futures de Nova York, apenas o contrato com vencimento em março de 2025, o mais líquido do mercado, registrou alta, subindo 10 pontos em relação ao pregão anterior e sendo negociado a 19,76 centavos de dólar por libra-peso. Em contrapartida, o vencimento para maio de 2025 recuou 2 pontos, cotado a 18,13 cts/lb. Os demais contratos tiveram queda entre 3 e 4 pontos.

Segundo a consultoria Green Pool, a expectativa para o futuro aponta para um pequeno superávit global de açúcar na safra 2025/26, impulsionado pelo aumento da produção mundial.

Desempenho na Bolsa de Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, os contratos de açúcar branco registraram avanço em todos os vencimentos. O contrato de maior liquidez, março de 2025, foi comercializado a US$ 528,30 por tonelada, um acréscimo de US$ 1,50 em relação ao fechamento anterior. O vencimento para maio de 2025 subiu 50 cents de dólar, negociado a US$ 512,10 por tonelada. Os demais contratos apresentaram ganhos entre 30 cents e 1,30 dólar.

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Açúcar Cristal no Mercado Doméstico

O Indicador Cepea/Esalq, da USP, registrou uma leve valorização no preço do açúcar cristal no mercado interno. As usinas negociaram o produto a R$ 148,54 por saca, ante R$ 148,28 do dia anterior, refletindo um aumento de 0,18%.

Etanol Hidratado Mantém Tendência de Alta

Pelo terceiro dia consecutivo, as cotações do etanol hidratado seguiram em alta. O biocombustível foi negociado a R$ 2.959,00 por metro cúbico, frente aos R$ 2.954,50 registrados na véspera, um leve aumento de 0,15%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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