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Mercado de nutrição animal apresenta perspectivas positivas para 2024

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O mercado de nutrição animal no Brasil continua a demonstrar resiliência e crescimento. Após um primeiro trimestre com um aumento sólido de 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, a tendência é de que o setor encerre o primeiro semestre com resultados igualmente positivos.

De acordo com Anderson da Veiga, country manager da Quimtia Brasil, uma das principais indústrias especializadas em insumos para nutrição animal, esse crescimento está sendo impulsionado pelo aumento contínuo no consumo de carne. Além disso, ele observa que as taxas de juros favoráveis também têm criado um ambiente propício para que os produtores invistam mais em seus negócios, contribuindo para o crescimento e a modernização da produção animal em todo o país.

Para o especialista, essa combinação de fatores deve manter a tendência de crescimento constante no segmento de nutrição animal. “As perspectivas permanecem bastante otimistas, com expectativas de que o mercado continue crescendo em um ritmo semelhante, mantendo o aumento estável de 1,5%”, comenta Anderson da Veiga.

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Com a demanda por produtos de origem animal permanecendo robusta e os incentivos financeiros incentivando investimentos, o setor de nutrição animal está bem posicionado para continuar sua trajetória ascendente. Atualmente, o Brasil é reconhecido internacionalmente como um dos líderes no setor agropecuário, reforçando sua posição de destaque ano após ano, o que contribui para a expansão do mercado de nutrição animal.

Apesar das perspectivas positivas, Anderson da Veiga ressalta a importância de manter um acompanhamento constante dos indicadores econômicos e das políticas governamentais que afetam o setor. Isso é fundamental para antecipar tendências e planejar o desenvolvimento do mercado de nutrição animal para os próximos meses. “Sem dúvidas, a economia brasileira vem enfrentando desafios, mas também oferece inúmeras oportunidades. Além disso, o cenário global deve desempenhar um papel importante para que o segmento continue crescendo de forma expressiva”, observa ele.

Quimtia Brasil: Uma Empresa Acima da Média Nacional

Enquanto o setor nacional de nutrição animal cresceu 1,5% no primeiro trimestre de 2024, a Quimtia Brasil conseguiu ultrapassar a média nacional, alcançando um crescimento de 1,7%. Este desempenho, segundo Anderson da Veiga, reflete a força do setor e a capacidade de resposta da economia brasileira, além de demonstrar a preocupação em atender às reais necessidades dos produtores locais.

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O desempenho acima da média nacional da Quimtia Brasil é uma evidência de que a empresa tem conseguido se adaptar às necessidades do mercado, ao mesmo tempo em que trabalha para oferecer soluções inovadoras para a produção animal no Brasil. “Esse crescimento significativo é um indicativo não apenas da resiliência do setor, mas também do compromisso em se adaptar às reais necessidades dos produtores brasileiros”, conclui Anderson da Veiga.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Transição águas-seca exige planejamento nutricional para evitar perdas na pecuária de corte

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A transição entre o período das águas e a seca acende um alerta para os pecuaristas brasileiros. A redução no volume e na qualidade das pastagens compromete diretamente o desempenho do rebanho, impactando o ganho de peso dos animais e a rentabilidade das propriedades. Especialistas destacam que planejamento antecipado, manejo adequado das pastagens e suplementação nutricional estratégica são fundamentais para minimizar os prejuízos durante a entressafra.

Segundo dados da Embrapa, cerca de 95% da produção brasileira de carne bovina depende de pastagens, o que torna o manejo forrageiro um dos pilares da pecuária nacional.

Com a diminuição das chuvas, o crescimento do capim desacelera e a qualidade nutricional da forragem cai significativamente. Nesse período, os níveis de proteína do pasto podem recuar de 8% a 10% para menos de 6%, enquanto o teor de fibra aumenta, reduzindo o aproveitamento alimentar pelos animais.

Planejamento antecipado é decisivo para manter produtividade

De acordo com o zootecnista Bruno Marson, diretor técnico industrial da Connan Nutrição Animal, o planejamento deve ser iniciado com antecedência para evitar perdas produtivas e financeiras.

“O entendimento do ciclo da pastagem é essencial para garantir eficiência produtiva. Não ajustar o manejo nutricional e das áreas de pastejo pode comprometer o desempenho do rebanho e gerar prejuízos ao produtor”, ressalta o especialista.

O planejamento envolve tanto o manejo das pastagens quanto a definição da estratégia nutricional para o período seco. Entre as principais recomendações está o ajuste da taxa de lotação, reduzindo o número de animais por hectare para preservar a disponibilidade de forragem.

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Além disso, o monitoramento da altura do capim é considerado essencial para evitar que as áreas entrem na seca excessivamente baixas, comprometendo a oferta de volumoso aos animais.

Suplementação proteica ganha importância na seca

A redução da proteína e o aumento da fibra no capim limitam a eficiência ruminal e diminuem o aproveitamento da forragem pelos bovinos. Nesse cenário, a suplementação proteica torna-se uma ferramenta estratégica para manter o desempenho animal.

Segundo Marson, suplementos formulados especificamente para o período seco ajudam a complementar a dieta do rebanho, fornecendo nutrientes essenciais, como proteínas, minerais, vitaminas e fontes energéticas.

Os produtos destinados à seca normalmente possuem ureia e farelos proteicos na composição, auxiliando na correção das deficiências nutricionais das pastagens secas e favorecendo o consumo pelos animais.

Troca gradual do suplemento evita queda de desempenho

Especialistas recomendam que a substituição da suplementação seja feita ainda no período de transição, quando os pastos começam a perder o vigor e apresentar coloração amarelada.

A adaptação deve ocorrer de forma gradual para evitar impactos negativos no consumo e no desempenho do rebanho. A orientação técnica é iniciar a troca misturando uma parte do novo suplemento com duas partes do produto anterior. Na semana seguinte, a proporção pode ser invertida até que, na terceira semana, o novo suplemento passe a ser fornecido integralmente.

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Mercado de nutrição animal amplia foco na pecuária de seca

Diante dos desafios da transição águas-seca, empresas de nutrição animal vêm ampliando o desenvolvimento de soluções voltadas à suplementação estratégica do rebanho. A expectativa do setor é de aumento na demanda por produtos que auxiliem na manutenção do desempenho zootécnico durante os períodos de menor oferta de pastagem.

Para especialistas, propriedades que investem em planejamento nutricional conseguem atravessar a seca com maior estabilidade produtiva, preservando índices de ganho de peso, eficiência alimentar e rentabilidade da atividade pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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