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Mercado de milho no Brasil inicia semana com possibilidade de queda nos preços

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O mercado brasileiro de milho se prepara para uma semana com pressão nas cotações e movimentação tranquila nos negócios. Com a colheita da safra de verão em andamento e os consumidores demonstrando pouco interesse na compra, a expectativa é de um declínio nos preços. Internacionalmente, a Bolsa de Chicago opera em baixa, refletindo a indicação de ampla oferta global.

Na última sexta-feira, o mercado nacional de milho manteve preços estáveis. De acordo com a SAFRAS Consultoria, os consumidores, mesmo com estoques relativamente confortáveis, continuam tentando pressionar o mercado. As ofertas se expandem em várias regiões do país, como em São Paulo, influenciando as movimentações na B3 ao longo do dia.

Os preços no Porto de Santos oscilaram entre R$ 61,00/67,00 a saca (CIF), enquanto no Porto de Paranaguá, a cotação variou entre R$ 60,00/66,00 a saca. No Paraná, a cotação ficou em R$ 55,00/59,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço foi de R$ 62,00/64,00 na Mogiana, e em Campinas CIF, variou entre R$ 66,00/67,00 a saca.

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Em outras regiões, o preço no Rio Grande do Sul ficou entre R$ 59,00/61,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, foi de R$ 61,00/65,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, variou entre R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, o preço ficou entre R$ 40,00/45,00 a saca em Rondonópolis.

Mercado Internacional de Milho em Chicago

Os contratos com vencimento em março de 2024 operam cotados a US$ 4,41 3/4 por bushel, registrando uma baixa de 4,50 centavos de dólar por bushel ou 1,00% em relação ao fechamento anterior. O mercado mantém a tendência de baixa, pressionado pela perspectiva de ampla oferta global. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires elevou sua estimativa para a safra de milho na Argentina, enquanto o clima favorável no Brasil e na Argentina contribui para expectativas positivas nas safras desses países. O dólar mais forte em relação a outras moedas também impacta a competitividade do milho dos Estados Unidos.

Na sexta-feira (26), os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,46 1/4 por bushel, com uma queda de 5,50 centavos de dólar ou 1,21% em relação ao fechamento anterior. A posição de maio de 2024 fechou a sessão a US$ 4,55 3/4 por bushel, apresentando uma baixa de 5,50 centavos de dólar ou 1,19% em relação ao fechamento anterior.

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Câmbio e Indicadores Financeiros

O dólar comercial opera com alta de 0,11% a R$ 4,9166. O Dollar Index sobe 0,19% a 103,63 pontos. Nas bolsas asiáticas, Xangai apresentou -0,92%, Tóquio +0,77%. Na Europa, Paris registrou -0,04%, Frankfurt -0,42%, Londres +0,21%. O preço do petróleo mostra cotações mistas, com o WTI para março subindo 0,03% a US$ 78,04 o barril.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil crescem 32,8% na receita diária em junho de 2026 com alta de preços e embarques

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As exportações brasileiras de carne bovina — fresca, refrigerada ou congelada — registraram forte crescimento na receita média diária até a terceira semana de junho de 2026. Na comparação com o mesmo período de 2025, o avanço foi de 32,8%, refletindo a combinação entre aumento de embarques e valorização do produto no mercado internacional.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o faturamento médio diário passou de US$ 65,665 milhões em junho de 2025 para US$ 87,208 milhões em junho de 2026, indicando um desempenho mais robusto da cadeia exportadora brasileira de proteína animal.

Receita acumulada acompanha ritmo positivo das vendas externas

No acumulado até a terceira semana de junho, as exportações brasileiras de carne bovina somaram US$ 1,220 bilhão. No mesmo mês de 2025, o faturamento total foi de US$ 1,313 bilhão, conforme metodologia da Secex que prioriza a média diária para comparação de desempenho entre períodos.

O resultado reforça a tendência de crescimento do setor, mesmo em um cenário global marcado por oscilações de demanda e ajustes de preços internacionais.

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Embarques de carne bovina avançam 10,9% na média diária

O volume exportado também apresentou expansão no período analisado. A média diária de embarques de carne bovina alcançou 13,362 mil toneladas em junho de 2026, contra 12,052 mil toneladas por dia no mesmo mês do ano anterior, representando alta de 10,9%.

No total, os embarques chegaram a 187,080 mil toneladas até a terceira semana de junho deste ano, frente às 241,046 mil toneladas registradas em junho de 2025, considerando o fechamento completo do mês anterior como base comparativa da Secex.

O desempenho indica manutenção de ritmo consistente nas vendas externas, mesmo diante de ajustes na dinâmica global de consumo.

Preço médio da tonelada impulsiona resultado das exportações

A valorização da carne bovina brasileira no mercado internacional foi um dos principais fatores para o crescimento da receita.

O preço médio da tonelada exportada atingiu US$ 6.526,2 em junho de 2026, ante US$ 5.448,4 no mesmo período de 2025. O avanço de 19,8% reforça o ganho de competitividade e o posicionamento do Brasil como fornecedor relevante no comércio global de proteína animal.

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A alta nos preços contribuiu diretamente para elevar o valor gerado por tonelada embarcada, ampliando a rentabilidade das exportações.

Receita diária tem maior crescimento entre os indicadores

Entre os principais dados avaliados pela Secex, a receita média diária foi o indicador com maior variação positiva no período, crescendo 32,8% na comparação anual.

O desempenho supera tanto o avanço do volume exportado (+10,9%) quanto a valorização média da tonelada (+19,8%), evidenciando o impacto combinado de preços mais altos e maior fluxo de embarques.

Setor mantém tendência de expansão nas exportações

Os dados da Secex indicam um cenário de crescimento consistente para a carne bovina brasileira no mercado externo em junho de 2026. A combinação entre maior demanda internacional, valorização do produto e aumento no volume exportado sustenta o desempenho positivo da receita do setor.

Com isso, o Brasil reforça sua posição como um dos principais players globais na exportação de proteína bovina, com ganhos relevantes tanto em volume quanto em valor comercializado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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