Na abertura da sessão desta quinta-feira (08), os contratos futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) registram desvalorizações, com os principais vencimentos operando em baixa de 2,25 a 1,75 pontos por volta das 08h38 (horário de Brasília). O contrato para março de 2024, por exemplo, era cotado a US$ 4,32 por bushel, apresentando uma queda de 2,25 pontos, enquanto o vencimento para maio de 2024 estava em US$ 4,44 por bushel, com uma redução de 1,75 pontos.
Analistas, conforme informações da Successful Farming, destacam a atenção dos traders às estimativas de colheita na América do Sul, considerando que o relatório de fevereiro tende a ser mais tranquilo. Expectativas recaem sobre uma possível redução nas estimativas de produção de soja e milho no Brasil pelo USDA, segundo pesquisa da Reuters.
A antecipação do mercado se dá em meio à expectativa pela divulgação do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As projeções variam de 52,45 a 56,19 milhões de toneladas, com média de 54,21 milhões. Há também a possibilidade de indicar um leve aumento nas exportações de milho dos EUA na safra 2023/24.
No cenário nacional, na Bolsa Brasileira (B3), as negociações futuras do milho iniciaram a sessão com valorização. Por volta das 09h21 (Horário de Brasília), o contrato para março de 2024 era cotado a R$ 64,74, representando um aumento de 0,31%, enquanto o vencimento para maio de 2024 estava em R$ 64,82, com uma valorização de 0,08%. A consultoria Agrifatto destaca a firmeza nos preços do cereal, impulsionada pela demanda doméstica mais aquecida, elevando a saca do milho para a casa dos R$ 63,50 em Campinas/SP.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio