AGRONEGÓCIO

Mercado de Café em Volatilidade com Impacto das Condições Climáticas no Brasil

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Nesta quinta-feira (5), por volta das 9h10 (horário de Brasília), os preços das commodities do café registraram queda de 0,40%, reflexo da volatilidade que tem marcado o mercado. A escassez de chuvas em regiões produtoras de café no Brasil, que já se estende por mais de 130 dias, tem gerado preocupações sobre a próxima safra e afetado diretamente os preços.

No mercado do robusta, após uma alta expressiva no dia anterior, o início da sessão de hoje mostrou queda de US$ 202, com o contrato para novembro de 2024 cotado a US$ 4.718 por tonelada. Para o vencimento em janeiro de 2025, a baixa foi de US$ 162, com o valor fixado em US$ 4.675 por tonelada, e para março de 2025, o declínio foi de US$ 135, alcançando US$ 4.476 por tonelada.

Já no mercado de Nova York, o café arábica segue com movimentos oscilantes nos contratos futuros. Na manhã desta quinta-feira, o contrato para dezembro de 2024 registrou queda de 25 pontos, cotado a 243,45 cents por libra-peso. O contrato de março de 2025 caiu 30 pontos, fechando em 241,70 cents por libra-peso, enquanto o contrato para maio de 2025 recuou 35 pontos, alcançando 239,70 cents por libra-peso.

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Segundo o Escritório Carvalhes, os fundamentos do mercado de café permanecem inalterados, com os problemas climáticos se intensificando globalmente. No Brasil, as adversidades climáticas já afetam a formação da safra de 2025. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para diversas regiões do país, indicando “grande perigo” devido à seca persistente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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