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Mercado da soja mantém alta moderada em Chicago, mas com estabilidade no cenário global

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Na manhã desta quinta-feira (26), os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem em leve alta, porém, apresentam uma certa estabilidade. O mercado passa por um período de ajustes após os ganhos significativos registrados nos últimos dias, mas ainda opera em terreno positivo. Por volta das 6h30 (horário de Brasília), os contratos futuros da soja registravam elevação entre 0,50 e 1,50 ponto, com o contrato de novembro cotado a US$ 10,54 por bushel, enquanto o de maio alcançava US$ 10,98 por bushel.

O clima adverso no Brasil continua a oferecer suporte às cotações, com previsões de chuvas significativas apenas para a segunda quinzena de outubro. Essa condição climática mantém o plantio da safra 2024/25 atrasado, tanto no Brasil quanto no Paraguai, gerando incertezas no mercado.

Além disso, os investidores seguem atentos aos possíveis impactos do pacote de estímulos econômicos anunciado pelo Banco do Povo da China, que pode fortalecer a demanda da nação asiática por soja.

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O mercado de derivados também exerce influência positiva sobre os preços. O óleo e o farelo de soja, que vêm apresentando uma semana de fortes valorizações, continuam a subir. Na manhã desta quinta-feira, o óleo liderava o movimento, com alta superior a 0,6%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expansão de área e liderança na exportação sustentam safra de 770 mil toneladas de banana

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A produção catarinense de banana deve atingir 770 mil toneladas no ciclo 2025/2026, consolidando o Estado na liderança das exportações nacionais da fruta. O resultado representa um crescimento de 0,3% em comparação com o ciclo anterior, impulsionado por um avanço de 3,2% na área cultivada. Por outro lado, a produtividade média na lavoura aponta uma retração de 1,9%, estimada em 26.490 quilos por hectare. O desempenho da safra atua como indutor econômico no Norte do Estado e no Vale do Itajaí, regiões que concentram 84,7% do volume total colhido.

A dinâmica do mercado local permanece dividida entre o volume produtivo e o valor agregado da fruta na ponta da venda. A banana-caturra, conhecida como nanica, mantém o predomínio absoluto nos plantios, ocupando 72,6% da área e respondendo por 82,4% da colheita estimada. A variedade prata, embora represente uma fatia menor — 27,4% da área e 17,6% do volume —, ganha relevância pelo preço superior pago ao produtor no mercado físico. No recorte regional, o Sul de Santa Catarina apresenta menor eficiência técnica se comparado ao Norte: a região detém 24,4% da área destinada à cultura, mas participa com apenas 15,3% do volume final.

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No front externo, Santa Catarina responde por cerca de metade de toda a banana exportada pelo Brasil, tendo como principais destinos os parceiros comerciais do Mercosul, especialmente a Argentina e o Uruguai. Internamente, o município de Corupá lidera a engrenagem econômica do setor no Norte catarinense, ocupando o posto de terceiro maior produtor nacional.

Com um volume de 153,1 mil toneladas registrado no balanço de 2024, a atividade movimenta R$ 324 milhões anuais na economia local. O município partilha, junto com Jaraguá do Sul, Schroeder e São Bento do Sul, o selo de Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem, certificado que atesta o amadurecimento mais lento e o maior teor de açúcar natural da fruta devido às condições climáticas de relevo da região.

O resultado projetado para a safra atual ocorre após períodos de estresse nos pomares causados por eventos climáticos extremos nos últimos anos, como ciclones, ventos de grande intensidade e geadas recorrentes. A estabilização das lavouras foi garantida pela introdução de manejo especializado e ferramentas de monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

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O suporte técnico foca no controle fitossanitário da sigatoca-amarela, principal doença fúngica que atinge os bananais, e na previsão de perdas. A perspectiva para o encerramento do ciclo aponta para a manutenção da qualidade comercial da fruta diante de um clima mais ameno, sustentando o fluxo de caixa das pequenas propriedades rurais que formam a base social da atividade no campo.

Fonte: Pensar Agro

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