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Mercado da soja enfrenta desafios com logística, preços travados e clima nos EUA; Chicago oscila entre perdas e ganhos

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Comercialização da soja segue travada no Brasil

O mercado da soja no Brasil continua enfrentando dificuldades para avançar, com comercialização limitada em diversas regiões do país. No Rio Grande do Sul, a situação é agravada pela quebra de safra. De acordo com dados da TF Agroeconômica, os preços reportados para julho chegaram a R$ 137,00 no porto. Já no interior, os valores seguem estáveis, com destaque para:

  • Cruz Alta: R$ 130,00/saca (pagamento em 30/07)
  • Passo Fundo: R$ 130,00 (pagamento no fim de agosto)
  • Ijuí: R$ 130,00 (pagamento em 30/08)
  • Santa Rosa/São Luiz: R$ 130,00 (pagamento em 24/08)
  • Panambi: R$ 118,00 (preço de pedra ao produtor)

Em Santa Catarina, a colheita foi concluída com bom desempenho, mas a comercialização também está lenta. O foco dos produtores está no escoamento da produção e na preparação para o plantio da nova safra, previsto para setembro. No porto de São Francisco do Sul, a saca é cotada a R$ 136,58. O vazio sanitário vigente reforça a atenção à prevenção fitossanitária neste período estratégico.

Volume recorde e gargalos logísticos no Paraná

No Paraná, o excesso de oferta tem pressionado a logística e impactado as decisões de venda. Os preços seguem variando entre as praças:

Paranaguá: R$ 136,20/saca

  • Cascavel: R$ 121,05
  • Maringá: R$ 120,98
  • Ponta Grossa: R$ 121,78 (FOB), R$ 118,00 no físico
  • Pato Branco: R$ 135,28

A dificuldade no escoamento tem sido um obstáculo adicional para os produtores paranaenses.

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Mato Grosso do Sul amplia produção, mas exporta menos

Apesar do aumento na produção, as exportações de soja do Mato Grosso do Sul recuaram no primeiro semestre. Com isso, o setor busca ampliar a competitividade por meio de investimentos em infraestrutura e abertura de novos mercados. Os preços na região são:

  • Dourados, Campo Grande, Maracaju e Sidrolândia: R$ 120,63/saca
  • Chapadão do Sul: R$ 108,69
Produção robusta no Mato Grosso exige cautela na comercialização

Líder nacional em produção, o Mato Grosso enfrenta os desafios de uma safra volumosa. Apesar da boa capacidade de armazenamento, os altos volumes pressionam a logística e aumentam os custos. Produtores buscam estratégias como antecipação de contratos e acesso a portos do Norte para manter a fluidez das exportações. Cotações nas principais praças:

  • Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis: R$ 113,25/saca
  • Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso: R$ 111,38
  • Soja sobe em Chicago após sequência de perdas

Após várias sessões de queda, os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a subir na manhã desta quarta-feira (16), com os vencimentos de agosto superando novamente os US$ 10,00 por bushel. Por volta das 7h30 (horário de Brasília), os contratos registravam alta entre 7 e 8,50 pontos, com o contrato de agosto a US$ 10,02 e o de novembro a US$ 10,10 por bushel.

O movimento foi impulsionado por realização de lucros, pela valorização do milho e pela recuperação dos subprodutos da soja — farelo e óleo — na CBOT. A queda do dólar frente ao real também contribuiu para limitar as perdas.

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Clima favorável nos EUA pressiona cotações em Chicago

Na terça-feira (15), as cotações da soja fecharam em queda, pressionadas pelas boas condições das lavouras nos Estados Unidos. Segundo o USDA, até 13 de julho, 70% das lavouras estavam em boas ou excelentes condições, número superior ao da semana anterior.

Outro fator de influência foi o volume do esmagamento nos EUA, divulgado pela Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA). Em junho, o total esmagado foi de 185,709 milhões de bushels, levemente acima das expectativas, mas abaixo do resultado de maio (192,829 milhões).

Cotações no encerramento de terça-feira:

  • Soja em grão (agosto): US$ 9,95/bushel (queda de 6 centavos)
  • Soja em grão (novembro): US$ 10,01 ¾/bushel (queda de 5,25 centavos)
  • Farelo de soja (agosto): US$ 265,30/tonelada (queda de US$ 2,40)
  • Óleo de soja (agosto): 54,56 centavos/libras-peso (alta de 0,39 centavo)
Perspectivas

Com a combinação de safra robusta no Brasil, gargalos logísticos e instabilidade nos preços internacionais, o mercado da soja segue em compasso de espera. A volatilidade em Chicago e o ritmo lento da comercialização nacional mostram que os próximos meses exigirão cautela dos produtores e atenção às mudanças nos fundamentos e no clima.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá recebe nesta sexta-feira o 1º Seminário Paralímpico com programação voltada à inclusão e capacitação

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Cuiabá será palco, nesta sexta-feira, da abertura do 1º Seminário Paralímpico, iniciativa inédita realizada pelo Centro de Referência Paralímpico de Cuiabá, em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. O evento prossegue no sábado e reunirá profissionais da educação, do esporte e demais interessados em ampliar conhecimentos sobre o esporte paralímpico e a inclusão de pessoas com deficiência. As atividades serão realizadas nos dias 17 e 18 de julho de 2026.

Com programação teórica e prática nas modalidades de atletismo e natação paralímpica, o seminário integra as ações de fortalecimento do paradesporto desenvolvidas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. A capacitação terá carga horária de 12 horas e será ministrada pelos professores Altemir Trapp, Laís Gabriela Cavalcanti e Rodrigo Canfora.

O secretário interino municipal de Esporte e Lazer, Mateus Silva Alves, destaca que o evento representa um marco para o município.

“Receber o primeiro Seminário Paralímpico reafirma o compromisso da gestão municipal com a inclusão e a formação de profissionais preparados para ampliar o acesso das pessoas com deficiência ao esporte. Essa parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro fortalece Cuiabá como referência no desenvolvimento do paradesporto”, afirma.

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O secretário adjunto de Esporte e Lazer, Otávio Rodrigo Palácio, ressalta que a iniciativa amplia o alcance das ações desenvolvidas pelo Centro de Referência Paralímpico.

“Além de qualificar profissionais, o seminário contribui para disseminar conhecimento, fortalecer as políticas públicas de inclusão e ampliar as oportunidades de participação das pessoas com deficiência nas atividades esportivas do município”, destaca.

O seminário também reforça o trabalho desenvolvido pelo Centro de Referência Paralímpico de Cuiabá, inaugurado neste ano, que oferece modalidades esportivas adaptadas para crianças e adolescentes com deficiência, atua na formação de novos atletas e promove a capacitação de profissionais que trabalham com inclusão.

SERVIÇO PARA A IMPRENSA

1º Seminário Paralímpico de Cuiabá
Data: 17 e 18 de julho de 2026

Abertura
Data: Sexta-feira (17)
Horário: Manhã
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação
Endereço: Rua Diogo Domingos Ferreira, nº 292, bairro Bandeirantes

Atividades práticas
Data: Sexta-feira (17)
Local: Ginásio Dom Aquino
Endereço: Avenida Carmindo de Campos, bairro Terceiro

Programação
Data: Sábado (18)
Local: Escola Cívico Militar Maria Dimpina Lobo Duarte
Endereço: Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 4.695, Chácara dos Pinheiros
Modalidades: Atletismo Paralímpico e Natação Paralímpica
Professores: Altemir Trapp, Laís Gabriela Cavalcanti e Rodrigo Canfora

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Realização: Centro de Referência Paralímpico de Cuiabá, Prefeitura de Cuiabá e Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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