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Mercado Aeroagrícola Global: Projeção de Crescimento Significativo com Drones de Pulverização

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O mercado global de aviação agrícola está avaliado em US$ 6 bilhões, com destaque para os Estados Unidos, que concentram metade desse valor, segundo um estudo recente da revista britânica Aerospace Testing International. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), esse crescimento é impulsionado principalmente pelo avanço das tecnologias de drones de grande porte, utilizados para pulverização agrícola no combate a pragas e doenças, fatores cruciais para garantir a segurança alimentar, especialmente com a crescente projeção populacional mundial.

Drones no Combate a Pragas e Aumento de Eficiência

Um dos modelos inovadores que chama atenção é o Pelican, desenvolvido pela empresa americana Pyka, que acaba de realizar suas primeiras vendas no Brasil. A comercialização foi anunciada em um evento realizado recentemente em São Paulo, com a presença de representantes do Sindag. Além disso, o Sprayhawk, considerado o maior drone de pulverização agrícola, baseado no helicóptero Robinson 44, também se destaca no mercado. Lançado durante a Ag Aviation Expo em Fort Worth, Texas, em um evento que atraiu a atenção de especialistas do setor aeroagrícola brasileiro, o modelo promete otimizar a aplicação de insumos.

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Perspectivas para o Setor Aeroagrícola

Com a crescente adoção dessas aeronaves não tripuladas, especialistas apontam para uma transformação significativa no setor agrícola nos próximos anos. A implementação de drones no campo pode ampliar a eficiência das operações, reduzir custos e impactos ambientais, além de contribuir para a sustentabilidade das práticas agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pará bate recorde na movimentação portuária e consolida corredor logístico estratégico da Amazônia

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O Pará alcançou um novo recorde na movimentação portuária em 2025 e reforçou sua posição como um dos principais polos logísticos do agronegócio nacional. O estado movimentou 127,7 milhões de toneladas de cargas ao longo do ano, volume que representa cerca de 9% de toda a carga transportada pelos portos brasileiros.

O desempenho expressivo é impulsionado principalmente pelo Porto de Vila do Conde, localizado em Barcarena, e fortalece o protagonismo do chamado Arco Norte no escoamento de commodities agrícolas e minerais destinadas ao mercado internacional.

Atualmente, o Pará concentra aproximadamente 77% de toda a movimentação portuária da Região Norte, consolidando o corredor amazônico como uma rota cada vez mais competitiva para exportação.

Terminais privados ampliam eficiência logística

O avanço operacional registrado no estado está diretamente relacionado à atuação dos terminais privados, que possuem maior flexibilidade para ampliar estruturas e adequar operações conforme o crescimento da demanda.

Diferentemente dos portos públicos, esses terminais conseguem implementar expansões de maneira mais rápida, reduzindo gargalos logísticos e aumentando a capacidade de escoamento das cargas.

Essa dinâmica vem garantindo maior competitividade ao corredor logístico amazônico, especialmente diante da crescente demanda internacional por commodities brasileiras.

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Integração entre rios e rodovias fortalece competitividade

Outro fator decisivo para o crescimento do Pará é o modelo logístico integrado da região, que combina transporte rodoviário e hidroviário.

Segundo Flávio Acatauassú, presidente da Amport, o uso intensivo da navegação fluvial aumenta significativamente a eficiência operacional do corredor amazônico.

“Quando mais da metade da operação acontece pelos rios, utilizando o modal mais eficiente, barato e sustentável, o corredor amazônico se torna mais competitivo do que outras rotas logísticas do país”, afirma.

O transporte hidroviário vem sendo considerado estratégico para reduzir custos logísticos, ampliar a capacidade operacional e melhorar o fluxo de exportações pelo Norte do país.

Tecnologia impulsiona operações nos portos amazônicos

A modernização tecnológica também tem desempenhado papel importante no avanço da infraestrutura portuária paraense.

Sistemas de monitoramento fluvial permitem acompanhar fatores como velocidade das marés e profundidade dos rios, possibilitando maior previsibilidade operacional e segurança para a navegação.

De acordo com Flávio Acatauassú, as tecnologias já permitem prever o comportamento dos corpos hídricos com maior precisão, favorecendo a circulação de embarcações em áreas mais sensíveis dos rios amazônicos.

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Além disso, os terminais vêm ampliando investimentos em operações de transshipment, modelo de transbordo realizado diretamente nos rios sem necessidade de atracação em terra.

Nesse sistema, estruturas flutuantes permitem a transferência de cargas entre barcaças e navios, reduzindo custos operacionais e ampliando a capacidade logística dos portos da região.

Expansão do Arco Norte exige novos investimentos

Com o crescimento contínuo das exportações e o aumento da demanda internacional por commodities, o Pará avança para consolidar sua posição como um dos principais eixos logísticos do Brasil.

Especialistas do setor avaliam, no entanto, que a continuidade desse crescimento dependerá de investimentos permanentes em infraestrutura hidroviária, inovação tecnológica e políticas públicas voltadas à navegabilidade dos rios amazônicos.

A ampliação da capacidade logística da Região Norte é considerada estratégica para garantir maior eficiência no escoamento da produção brasileira e sustentar a competitividade do agronegócio nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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