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Mercado abre em leve baixa; Ibovespa cede com pressão do recuo do petróleo e de Petrobras

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Abertura dos negócios

O índice de referência da bolsa brasileira, o Ibovespa, iniciou os negócios desta terça-feira com queda discreta, após ter renovado máximas no pregão anterior.

Cotação e variação

Às 10h05, o índice registrava retração de cerca de 0,13%, situando-se em 146.771,66 pontos.

No mercado de contratos futuros com vencimento em 17 de dezembro, observou-se baixa de aproximadamente 0,26%.

Principais vetores da queda

Queda no petróleo

O recuo dos preços internacionais do petróleo influenciou negativamente o setor de energia, especialmente empresas integradas, o que contribuiu para a pressão sobre as ações da Petrobras.

Pressão sobre Petrobras

As ações da Petrobras sofreram com o ambiente de queda nos preços de commodities e no petróleo, refletindo no índice como peso relevante entre as “blue chips” do Ibovespa.

Panorama do mercado financeiro hoje

O Ibovespa segue muito próximo de recordes recentes — fechou o pregão anterior em 146.969,10 pontos, valorização diária de +0,55%, marca histórica de fechamento.

A amplitude intraday indica alguma oscilação, com mínima no dia próxima de 146.575 pontos e máxima em torno de 147.306 pontos.

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Implicações para investidores

A leve correção do índice sugere um ajuste após sequência de máximas, com operadores aproveitando preços recentes elevados para realização de lucros.

A incerteza nos preços das commodities, especialmente petróleo, reforça a necessidade de monitorar setores mais sensíveis, como energia e petróleo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Conectividade no campo cresce 15% e acelera avanço da agricultura digital no Brasil

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A conectividade no campo brasileiro avançou de forma expressiva nos últimos anos e já se consolida como um dos principais pilares da transformação digital do agronegócio. Dados da Anatel e do Ministério das Comunicações mostram que 82,8% dos municípios brasileiros registraram melhora nos indicadores de conectividade no último ano, refletindo diretamente no ambiente rural.

Nas áreas agrícolas, o crescimento também chama atenção. Levantamento realizado pela ConectarAGRO em parceria com a Universidade Federal de Viçosa aponta que a área agricultável conectada no Brasil saltou de 18,7% para 33,9% entre 2023 e 2025, avanço de aproximadamente 15 pontos percentuais.

O movimento acompanha a crescente demanda do setor por tecnologias como agricultura de precisão, sensores inteligentes, telemetria em tempo real e operação de máquinas autônomas.

Digitalização rural pode movimentar US$ 500 bilhões até 2030

A expansão da infraestrutura digital no campo ganhou ainda mais relevância diante das projeções internacionais para o setor. Estudo da McKinsey & Company estima que a conectividade rural poderá gerar impacto superior a US$ 500 bilhões no Produto Interno Bruto global até 2030.

Segundo o relatório, somente o mercado ligado à operação online de máquinas autônomas pode alcançar US$ 60 bilhões nos próximos anos, impulsionado pela automação agrícola e pela integração de dados em tempo real.

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Para especialistas do setor, a conectividade deixou de ser apenas suporte operacional e passou a ocupar papel estratégico na gestão das propriedades rurais.

Telemetria, drones e IA ampliam demanda por redes robustas

De acordo com Pedro Reinaldo, CEO da LOViZ, o avanço tecnológico no agro exige redes cada vez mais estáveis e de alta capacidade.

“O campo vive uma transformação acelerada, em que drones, irrigação inteligente, sensores IoT e sistemas de telemetria dependem de transmissão contínua de dados. Sem conectividade adequada, o produtor perde eficiência operacional e capacidade de tomada de decisão”, afirma o executivo.

A adoção de tecnologias baseadas em inteligência artificial também intensifica a necessidade de estabilidade de sinal, principalmente em propriedades que operam equipamentos autônomos e plataformas integradas de monitoramento.

Relevo e distância ainda desafiam expansão da conectividade rural

Apesar da evolução dos indicadores, a cobertura em áreas rurais ainda enfrenta obstáculos importantes. Regiões afastadas, propriedades extensas e topografias acidentadas dificultam a entrega de sinal estável pelas redes tradicionais de telecomunicações.

Nesse cenário, soluções personalizadas de conectividade vêm ganhando espaço no agronegócio. A LOViZ desenvolveu o sistema Agro Connect, voltado à implantação de redes adaptadas às características geográficas e operacionais de cada propriedade.

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Segundo a empresa, o objetivo é garantir baixa latência e estabilidade para aplicações ligadas à automação, sensores inteligentes e inteligência artificial no campo.

Internet no campo também melhora qualidade de vida e retenção de mão de obra

Além dos ganhos de produtividade, a expansão da banda larga rural também traz impactos sociais relevantes. O acesso à internet de alta performance melhora a comunicação, o acesso à educação e os serviços digitais nas propriedades rurais.

Especialistas destacam ainda que a conectividade contribui para retenção de talentos no campo, um dos desafios enfrentados atualmente pelo agronegócio brasileiro.

Com o avanço da agricultura digital, a expectativa do mercado é que a infraestrutura de conectividade se torne um diferencial competitivo decisivo para o setor nos próximos anos, sustentando o crescimento da automação, da inteligência operacional e da gestão baseada em dados no campo brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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