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Meninas do Programa Siminina visitam projeto Banco Vermelho da Secretaria da Mulher

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As meninas do Programa Siminina visitaram, nas últimas semanas, o projeto Banco Vermelho da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, feito em parceria com o Instituto Banco Vermelho.

São 10 bancos de madeira reforçada, com mais de 4 metros, na cor vermelha, estampados com frases de impacto em discurso contra a violência de gênero, principalmente contra o feminicídio.

Segundo a primeira-dama, Márcia Pinheiro, é essencial trabalhar a conscientização social pelo prisma da educação, sobretudo de crianças e adolescentes.

“A igualdade de gênero vem sendo amplamente trabalhada nas ações do Siminina e levar nossas crianças para conhecer esse projeto só demonstra como a gestão Emanuel Pinheiro tem fortalecido o empoderamento e a independência feminina”, pontuou.

Mais de 105 meninas, das unidades Bela Vista, Novo Paraíso e Jardim Renascer, já visitaram o banco instalado no Parque das Águas.

A iniciativa ainda conta com informações educativas sobre as várias formas de violência de gênero, além de um QR code que direciona para o conteúdo completo da Lei Maria da Penha.

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O Programa Siminina tem realizado diversas atividades que promovem a igualdade de gênero, bem como o fortalecimento da independência feminina, como, por exemplo, a promoção de cursos profissionalizantes que estimulam maior capacidade na disputa do mercado de trabalho futuramente.

Além disso, as meninas inseridas na rede de educação do município participam, anualmente, da Semana Escolar de Combate à Violência, projeto de autoria do deputado federal Emanuelzinho, que inclui conteúdos de combate à violência contra a mulher nas disciplinas escolares.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Transição águas-seca exige planejamento nutricional para evitar perdas na pecuária de corte

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A transição entre o período das águas e a seca acende um alerta para os pecuaristas brasileiros. A redução no volume e na qualidade das pastagens compromete diretamente o desempenho do rebanho, impactando o ganho de peso dos animais e a rentabilidade das propriedades. Especialistas destacam que planejamento antecipado, manejo adequado das pastagens e suplementação nutricional estratégica são fundamentais para minimizar os prejuízos durante a entressafra.

Segundo dados da Embrapa, cerca de 95% da produção brasileira de carne bovina depende de pastagens, o que torna o manejo forrageiro um dos pilares da pecuária nacional.

Com a diminuição das chuvas, o crescimento do capim desacelera e a qualidade nutricional da forragem cai significativamente. Nesse período, os níveis de proteína do pasto podem recuar de 8% a 10% para menos de 6%, enquanto o teor de fibra aumenta, reduzindo o aproveitamento alimentar pelos animais.

Planejamento antecipado é decisivo para manter produtividade

De acordo com o zootecnista Bruno Marson, diretor técnico industrial da Connan Nutrição Animal, o planejamento deve ser iniciado com antecedência para evitar perdas produtivas e financeiras.

“O entendimento do ciclo da pastagem é essencial para garantir eficiência produtiva. Não ajustar o manejo nutricional e das áreas de pastejo pode comprometer o desempenho do rebanho e gerar prejuízos ao produtor”, ressalta o especialista.

O planejamento envolve tanto o manejo das pastagens quanto a definição da estratégia nutricional para o período seco. Entre as principais recomendações está o ajuste da taxa de lotação, reduzindo o número de animais por hectare para preservar a disponibilidade de forragem.

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Além disso, o monitoramento da altura do capim é considerado essencial para evitar que as áreas entrem na seca excessivamente baixas, comprometendo a oferta de volumoso aos animais.

Suplementação proteica ganha importância na seca

A redução da proteína e o aumento da fibra no capim limitam a eficiência ruminal e diminuem o aproveitamento da forragem pelos bovinos. Nesse cenário, a suplementação proteica torna-se uma ferramenta estratégica para manter o desempenho animal.

Segundo Marson, suplementos formulados especificamente para o período seco ajudam a complementar a dieta do rebanho, fornecendo nutrientes essenciais, como proteínas, minerais, vitaminas e fontes energéticas.

Os produtos destinados à seca normalmente possuem ureia e farelos proteicos na composição, auxiliando na correção das deficiências nutricionais das pastagens secas e favorecendo o consumo pelos animais.

Troca gradual do suplemento evita queda de desempenho

Especialistas recomendam que a substituição da suplementação seja feita ainda no período de transição, quando os pastos começam a perder o vigor e apresentar coloração amarelada.

A adaptação deve ocorrer de forma gradual para evitar impactos negativos no consumo e no desempenho do rebanho. A orientação técnica é iniciar a troca misturando uma parte do novo suplemento com duas partes do produto anterior. Na semana seguinte, a proporção pode ser invertida até que, na terceira semana, o novo suplemento passe a ser fornecido integralmente.

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Mercado de nutrição animal amplia foco na pecuária de seca

Diante dos desafios da transição águas-seca, empresas de nutrição animal vêm ampliando o desenvolvimento de soluções voltadas à suplementação estratégica do rebanho. A expectativa do setor é de aumento na demanda por produtos que auxiliem na manutenção do desempenho zootécnico durante os períodos de menor oferta de pastagem.

Para especialistas, propriedades que investem em planejamento nutricional conseguem atravessar a seca com maior estabilidade produtiva, preservando índices de ganho de peso, eficiência alimentar e rentabilidade da atividade pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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