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Mastite: enfermidade afeta a produção de leite, prejudica o bem-estar dos animais e causa enormes prejuízos à fazenda

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“Os sinais clínicos comuns incluem lesões, sensibilidade ao toque, dor e aumento da temperatura do local acometido, devido à inflamação. Além disso, algumas características do leite podem sofrer alterações como coloração anormal, presença de coágulos e grumos”, explica Monique Hoffmann, médica-veterinária e coordenadora da linha de grandes animais da Syntec do Brasil.

Monique esclarece que existem dois tipos de mastite: a mastite subclínica, quando não há alterações no leite e nem sinais de inflamação nos tetos, sendo possível diagnosticar a doença somente por meio de testes à campo ou laboratoriais. E mastite clínica, quando os sinais clínicos da doença são expressos no leite e no animal tornando-se mais fácil o diagnóstico da afecção. No Brasil, vacas que são diagnosticadas com mastite subclínica produzem em média 25% a 42% menos leite do que vacas saudáveis, segundo estudo da Embrapa.

De acordo com a médica-veterinária, a mastite quando se torna crônica, em casos mais graves pode levar a necrose e a perda do teto. O tratamento das mastites crônicas torna-se complicado e com baixa taxa de sucesso, consequentemente, o animal torna-se não apto para a atividade leiteira, prejudicando a longevidade produtiva das vacas acometidas. Outra grande preocupação é a alta incidência em vacas altamente produtivas, trazendo ainda mais prejuízos para o produtor. Monique explica que esse problema pode ser minimizado com ações preventivas, diagnóstico precoce e manejo eficaz. “Esse tipo de atenção é essencial para garantir a sustentabilidade e a rentabilidade da produção de leite.”

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Para auxiliar os produtores a combater essa doença, a Syntec do Brasil disponibiliza três produtos em seu amplo portifólio. Maxitec Injetável, anti-inflamatório não esteroide à base de Meloxicam 3%. Maxitec possui uma dose de 50ml/100kg, tendo um excelente custo-benefício para o tratamento das mastites.

O Agromastite® é uma pomada intramamária formulada a base de Fenoximetilpenicilina Potásica, Sulfato de Estreptomicina e Piroxicam. Seus ativos oferecem efeitos antibióticos com amplo espectro de ação anti-inflamatória. Agromastite é recomendado para vacas em período de lactação.

Já o Gentomicin Mastite é um antibiótico intramamário à base de Sulfato de Gentamicina, indicado para o tratamento da mastite aguda e crônica de vacas em lactação, para agentes infecciosos sensíveis ao princípio ativo.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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