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Marco Regulatório para Hidrogênio Verde é Aprovado no Senado

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Na última semana, o Senado Federal aprovou um marco regulatório voltado para o hidrogênio verde, uma alternativa promissora para o desenvolvimento sustentável. Este marco inclui incentivos fiscais e financeiros destinados ao setor, visando estimular a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono.

O projeto estabelece a política nacional do hidrogênio verde, composta por cinco programas essenciais: o Programa Nacional do Hidrogênio, o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, o Sistema Brasileiro de Certificação do Hidrogênio, e o Regime Especial de Incentivos para a Produção de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (Rehidro).

Para ser classificado como verde, o hidrogênio deve ser produzido a partir de fontes de energia renováveis, como solar e eólica, em contraste com fontes fósseis que emitem carbono. A Agência Nacional do Petróleo será responsável por autorizar todas as etapas da cadeia produtiva, desde a produção até o armazenamento e exportação.

Após a aprovação, o texto aguarda a definição de sessões para a votação de destaques e, posteriormente, retornará à Câmara dos Deputados para nova análise.

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David Andrew Taylor, especialista em Infraestrutura e Financiamento de Projetos do escritório Almeida Advogados, enfatizou a importância de aplicar padrões sustentáveis em toda a cadeia de suprimento do hidrogênio, destacando que isso maximiza os benefícios ambientais e fortalece a competitividade do Brasil no mercado global de hidrogênio.

Joaquim Augusto Melo de Queiroz, sócio da área Regulatória de Giamundo Neto Advogados, ressaltou que o marco legal traz maior segurança jurídica, embora alguns pontos sensíveis ainda dependam de regulamentação.

Avanços na Transição Energética: Unidade Piloto de Combustível Sintético é Inaugurada

Na mesma linha de transição energética e descarbonização, foi inaugurada recentemente uma unidade piloto para produção de combustível sintético a partir de biogás, na sede da Itaipu Binacional em Foz do Iguaçu (PR). Financiada pelo Ministério Federal para Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha (BMZ), esta iniciativa representa um investimento de aproximadamente € 1,8 milhão.

A unidade tem capacidade diária de produzir 6 kg de bio-syncrude, obtido por meio de biogás e hidrogênio verde. O petróleo sintético resultante será refinado no Laboratório de Cinética e Termodinâmica Aplicada da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, com o objetivo de obter um combustível sustentável destinado à aviação.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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GERAR Leite da Zoetis eleva taxa de prenhez em vacas leiteiras de 36,7% para 39,4% no Brasil

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O programa GERAR Leite, iniciativa da Zoetis voltada ao aprimoramento da reprodução bovina, registrou avanço significativo nos índices reprodutivos da pecuária leiteira brasileira em 2025. A taxa média de prenhez em vacas leiteiras passou de 36,7% para 39,4%, segundo levantamento com mais de 450 mil dados coletados em fazendas do país.

Os resultados foram apresentados durante encontros realizados em Uberlândia (MG) e Chapecó (SC), que reuniram cerca de 180 profissionais entre médicos-veterinários, pesquisadores, consultores e técnicos do setor.

Programa GERAR consolida duas décadas de evolução na reprodução bovina

Criado em 2006, o GERAR (Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho) nasceu com foco na pecuária de corte e, em 2014, passou a incluir a pecuária leiteira. A iniciativa reúne academia, indústria e profissionais de campo para promover a troca de conhecimento técnico e impulsionar resultados produtivos nas fazendas.

Segundo a Zoetis, o programa se consolidou como uma das principais redes de geração e aplicação de conhecimento em reprodução bovina no Brasil, com foco em eficiência e produtividade.

Levantamento com 450 mil dados aponta avanço da eficiência reprodutiva

O estudo mais recente do GERAR Leite analisou mais de 450 mil registros reprodutivos em propriedades leiteiras brasileiras — o maior volume já coletado pelo programa.

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Os dados indicam evolução nos principais indicadores:

  • Vacas primíparas e multíparas: taxa de prenhez subiu de 36,7% para 39,4%
  • Novilhas: aumento de 42% para 43,9%

Os resultados refletem a maior adoção de boas práticas de manejo, melhorias genéticas e estratégias para redução dos impactos do estresse térmico.

Inseminação Artificial em Tempo Fixo impulsiona ganhos produtivos

A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) segue como uma das principais tecnologias utilizadas para elevar a eficiência reprodutiva nos rebanhos leiteiros.

De acordo com especialistas do programa, a técnica tem contribuído para maior previsibilidade dos resultados e aumento dos índices de prenhez em vacas.

Para Verônica Schvartzaid, gerente de Produto da linha de Reprodução de Ruminantes da Zoetis Brasil e responsável pelo GERAR, o avanço é resultado direto da adoção consistente de tecnologias e recomendações técnicas.

“A adoção consistente de boas práticas e tecnologias reprodutivas gera ganhos concretos para os produtores”, destacou.

Novilhas ainda representam oportunidade de avanço na pecuária leiteira

Durante os encontros do GERAR Leite 2026, especialistas destacaram que a adoção da IATF em novilhas ainda é menor do que em vacas leiteiras, o que representa uma oportunidade de melhoria na eficiência dos sistemas produtivos.

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O uso mais amplo da tecnologia pode antecipar a idade ao primeiro parto, reduzir o intervalo produtivo e aumentar o desempenho econômico das propriedades.

Segundo Francisco Lopes, gerente técnico de Reprodução da Zoetis, cada ganho de tempo no ciclo reprodutivo impacta diretamente os resultados da fazenda.

“Quando falamos de eficiência reprodutiva, cada dia ganho faz diferença para o resultado da fazenda”, afirmou.

Integração entre ciência e campo fortalece pecuária leiteira

Ao completar duas décadas, o GERAR reforça seu papel como ponte entre pesquisa científica, inovação tecnológica e aplicação prática no campo.

A iniciativa busca ampliar a eficiência reprodutiva dos rebanhos leiteiros brasileiros, promovendo capacitação técnica e disseminação de boas práticas em reprodução bovina.

Com os resultados mais recentes, o programa evidencia a evolução contínua da pecuária leiteira nacional, sustentada por tecnologia, gestão e conhecimento aplicado.

Caderno GERAR Leite 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

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