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MAPFRE e XP Investimentos Anunciam Parceria para Seguro Colheita Garantida

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A MAPFRE, renomada companhia global no setor segurador e financeiro, estabeleceu uma parceria com a XP Investimentos para oferecer o Seguro Colheita Garantida aos clientes da corretora envolvidos em contratos de hedge de commodities agrícolas. O novo produto, denominado ‘Seguro Colheita XP’, foi apresentado durante a Global Agribusiness Forum (GAFFFF) e tem como foco o custeio agrícola e a proteção da produtividade em face das oscilações climáticas.

O Seguro Colheita XP foi desenvolvido para complementar as operações de hedge com uma proteção adicional contra variações climáticas adversas nas culturas de milho e soja. O seguro garante uma receita mínima e proporciona maior segurança financeira aos produtores, mesmo diante de eventos climáticos extremos, como incêndios, raios, ventanias, secas, granizo, geadas, trombas d’água e chuvas excessivas. A proteção considera o tipo de cultura, a área cultivada e os riscos específicos de cada região.

Luciano Bezas, diretor de canais estratégicos da MAPFRE, destaca a importância da parceria com a XP Investimentos: “A colaboração com a XP nos permite oferecer uma solução robusta e integrada para os produtores agrícolas. O Seguro Colheita XP combina a experiência da MAPFRE em seguros multirriscos com a plataforma de investimentos e derivativos da XP, proporcionando uma proteção essencial contra os riscos climáticos que afetam diretamente a produtividade agrícola.”

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Além da cobertura básica emergencial, que cobre de 60% a 65% da receita estimada pelo produtor, o Seguro Colheita XP inclui opções adicionais para replantio em áreas afetadas. Inicialmente destinado às culturas de soja e milho, o produto representa um avanço significativo da MAPFRE na ampliação de seu portfólio para o agronegócio brasileiro, promovendo maior estabilidade e previsibilidade na gestão de riscos.

Juliana di Lucca, sócia e head de corporate desk do XP Banco de Atacado, ressalta o impacto da nova ferramenta: “O Seguro Colheita XP é uma inovação que oferece ao produtor uma proteção abrangente contra problemas que possam afetar sua produção e também contra quedas nos preços. Este lançamento reforça o compromisso da XP em conectar o mercado financeiro com a realidade do produtor rural brasileiro.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Mercado de bioinsumos no Brasil cresce 21% ao ano e alcança R$ 5 bilhões, impulsionado por inovação e sustentabilidade no agronegócio

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O mercado de bioinsumos no Brasil vem registrando expansão acelerada e já se consolida como um dos segmentos mais dinâmicos do agronegócio. Na safra 2023/2024, o setor movimentou aproximadamente R$ 5 bilhões, com crescimento médio anual de 21% nos últimos três anos — índice quatro vezes superior à média global, segundo dados da CropLife Brasil.

A projeção é de que o mercado brasileiro alcance R$ 9 bilhões até 2030, enquanto o volume global pode chegar a US$ 30 bilhões no mesmo período, reforçando o protagonismo do Brasil na adoção de soluções biológicas aplicadas à produção agrícola.

Bioinsumos ganham espaço como alternativa estratégica no campo

O avanço dos bioinsumos — que incluem biofertilizantes, bioinseticidas, biofungicidas e inoculantes — está diretamente ligado à busca por sistemas produtivos mais eficientes, sustentáveis e menos dependentes de insumos importados.

De acordo com a ABCBio, o segmento de biocontrole cresce 5,3 vezes mais rápido que o mercado de defensivos químicos, evidenciando uma mudança estrutural no modelo de manejo agrícola.

A combinação entre biológicos e fertilizantes tradicionais tem permitido ao produtor manter níveis elevados de produtividade, ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais e impactos ambientais.

Dependência externa impulsiona adoção de soluções biológicas

Segundo especialistas do setor, a ampliação do uso de bioinsumos também está relacionada à necessidade de reduzir a dependência de insumos importados e de maior exposição às oscilações do mercado internacional.

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Para Fellipe Parreira, responsável por Portfólio e Acesso no Grupo GIROAgro, o movimento representa uma mudança estratégica para o agro brasileiro.

“Dependemos de insumos, defensivos e moléculas químicas que vêm do exterior, o que nos torna vulneráveis a oscilações geopolíticas. Os bioinsumos mudam esse cenário: são produzidos no país e fortalecem a resiliência da agricultura frente a crises globais”, afirma.

A GIROAgro tem investido no desenvolvimento de soluções que integram fertilizantes e biológicos, apostando na sinergia entre tecnologias para maior eficiência agronômica.

Tecnologia e drones ampliam escala de aplicação no campo

A incorporação de tecnologias como drones agrícolas tem acelerado a adoção de bioinsumos no Brasil. A aplicação aérea permite maior precisão, redução de perdas e ganho de escala, tornando o uso de biológicos viável até em áreas extensas.

Esse avanço tecnológico contribui para democratizar o acesso a soluções antes restritas a grandes propriedades, ampliando o potencial de adoção em diferentes perfis de produtores.

Integração entre biológicos e fertilizantes ganha protagonismo

Embora ainda exista no setor uma divisão conceitual entre biológicos e fertilizantes, empresas vêm adotando uma abordagem integrada, desenvolvendo soluções compatíveis entre as duas frentes.

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A estratégia busca unir eficiência agronômica, facilidade de aplicação e estabilidade de resultados, atendendo a um produtor cada vez mais exigente e orientado por produtividade e sustentabilidade.

Marco regulatório impulsiona inovação no setor

A aprovação da Lei de Bioinsumos em 2024 representa um marco importante para o segmento, ao reduzir burocracias e estimular investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O novo ambiente regulatório fortalece a cadeia produtiva e cria condições mais favoráveis para a expansão do mercado no Brasil, alinhando o país às tendências globais de agricultura sustentável.

Projeções indicam crescimento contínuo até 2030

De acordo com a ANPII Bio, o mercado brasileiro de bioinsumos deve crescer cerca de 60% até 2030, superando R$ 9 bilhões em faturamento.

Já a consultoria DunhamTrimmer estima que o mercado global alcance US$ 30 bilhões até o fim da década, com o Brasil respondendo por mais de 20% do crescimento no segmento de biocontrole.

Com expansão acelerada, avanço tecnológico e integração entre soluções, o setor de bioinsumos consolida sua posição como um dos pilares da agricultura moderna no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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