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Mapa apresenta o Anuário de Bebidas Não Alcoólicas 2024

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Na quarta-feira, 18 de setembro, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em colaboração com a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR), lançou em Brasília o Anuário de Bebidas Não Alcoólicas 2024. Este documento resulta de um levantamento anual conduzido pela Secretaria de Defesa Agropecuária, abrangendo dados coletados em 2023.

O secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, destacou que a publicação reflete o sucesso das políticas públicas implementadas, afirmando que “o crescimento do setor demonstra o compromisso do Governo Federal em promover o desenvolvimento da cadeia produtiva”. Goulart também enfatizou a eficiência da Secretaria em garantir que o setor cresça de forma sustentável, por meio de regulamentações e fiscalizações que asseguram a conformidade dos produtos com padrões de identidade, qualidade e segurança.

O anuário apresenta uma variedade de dados estatísticos, incluindo informações sobre o registro de estabelecimentos e fábricas, variações de marcas de produtos, números de exportações e importações, geração de empregos no setor de bebidas não alcoólicas, além de dados sobre a declaração anual de produção e estoques.

Victor Bicca, presidente da ABIR, ressaltou a relevância do anuário, afirmando que “o primeiro anuário brasileiro de bebidas não alcoólicas representa um marco ao evidenciar a importância do setor na economia do país, contribuindo para a geração de empregos e valorização da produção regional, exaltando nossa força, cultura e sabores”.

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Produtos e Registros

Em 2023, a categoria de água de coco, suco e polpa de fruta registrou um total de 35.534 produtos, distribuídos em 24.222 para polpa de frutas, 10.515 para sucos e sumos, e 797 para água de coco. A média nacional é de 15,6 registros de produtos por estabelecimento, totalizando 47.963 marcas nessa categoria.

Na categoria de chá pronto para consumo, kombucha, néctar, refresco, refrigerante, soda, xarope e preparado sólido para refresco, o Brasil contabiliza 24.386 registros, distribuídos entre 5.716 para refresco, 5.151 para refrigerante, 3.391 para néctar, entre outros. A média por estabelecimento é de 20 registros, totalizando 44.759 marcas.

Estabelecimentos Registrados

Na categoria de água de coco, suco e polpa de fruta, foram identificadas 2.277 agroindústrias, representando um crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior. A polpa de fruta é a categoria com o maior número de registros, totalizando 1.325 agroindústrias, com um aumento de 61 estabelecimentos em 2023. Água de coco e suco ou sumo somam, respectivamente, 251 e 1.027 estabelecimentos registrados.

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O estado do Rio Grande do Sul destaca-se com 309 agroindústrias registradas nessa categoria. Na categoria de bebidas como chá pronto para consumo e outros, foram contabilizadas 1.217 agroindústrias em 2023, com refresco liderando o número de registros, seguido de refrigerante e néctar.

Produção e Estoques

Em 2023, a produção de bebidas não alcoólicas no Brasil ultrapassou 29 bilhões de litros, com a região Sudeste sendo responsável por mais de 13 bilhões de litros. O refrigerante representa a maior parte da produção, totalizando cerca de 23 bilhões de litros, ou 79% da produção nacional.

Geração de Empregos

O setor de bebidas não alcoólicas desempenha um papel crucial na economia brasileira, contribuindo significativamente para a geração de empregos. Em 2023, foram registrados 21.158 empregos diretos na fabricação de sucos e 51.198 na produção de refrigerantes e outras bebidas não alcoólicas. Todas as regiões do Brasil apresentaram aumento no estoque de empregos nesse setor durante o ano.

ANUÁRIO DAS BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Programação em Cuiabá marca o Dia Nacional da Libras com debates sobre políticas públicas

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Em celebração ao Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), comemorado nesta sexta-feira (24), a Prefeitura de Cuiabá realizou uma programação voltada à acessibilidade e à valorização da comunidade surda. Com o tema “Cuiabá que fala com as mãos: Libras é inclusão, é direito e é comunicação”, o evento reuniu gestores, educadores e representantes do segmento para discutir políticas públicas e práticas inclusivas.

A iniciativa foi conduzida pela Secretaria Adjunta de Inclusão, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, e contou com palestras e apresentações que destacaram a Libras como instrumento de cidadania. Participaram o secretário adjunto da pasta, Andrico Xavier, o vereador Dilemário Alencar e profissionais da educação especial.

Durante a programação, foi abordada a ampliação de ações intersetoriais no município, com destaque para o mapeamento de pessoas com deficiência e o fortalecimento de políticas de acessibilidade. A proposta inclui estratégias educacionais que considerem a língua de sinais como primeira língua para estudantes surdos.

O secretário adjunto de Inclusão, Andrico, destacou o avanço na construção de políticas específicas para a comunidade surda, especialmente na área educacional. “A Libras é a língua materna da pessoa surda. O município tem trabalhado para fortalecer esse direito, com ações integradas e o projeto de uma escola bilíngue, para garantir um ambiente adequado de aprendizagem e convivência”, afirmou.

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Apresentação em Libras

A programação também contou com participação musical de alunas do Programa Simininas, da unidade do bairro São Isabel, que iniciaram recentemente o aprendizado em Libras.

A educadora Maria Rosa de Andrade Martins, conhecida como Tia Rosinha, responsável pelo grupo, explicou o processo de inclusão da linguagem no cotidiano das alunas.

“Em poucos dias, elas já conseguiram desenvolver sinais básicos e se apresentaram com segurança. A aceitação foi muito positiva, e a proposta é ampliar essa prática ao longo do ano”, pontuou.

No campo legislativo, o evento também reforçou marcos já instituídos no município, como a Lei nº 6.710/2021, que criou o Dia Municipal do Tradutor e Intérprete de Libras. A legislação integra um conjunto de medidas voltadas à ampliação do acesso à comunicação nos serviços públicos.

O vereador Dilemário Alencar ressaltou a necessidade de continuidade das políticas de inclusão. “É fundamental garantir o acesso à comunicação em espaços públicos e ampliar oportunidades para pessoas com deficiência. A inclusão precisa estar presente na educação, na saúde e no mercado de trabalho”, disse.

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A programação incluiu ainda palestra do professor Luiz Dinarte Faria, reconhecido como o primeiro professor de Libras em Mato Grosso capacitado pelo Ministério da Educação, em parceria com a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos.

Ao final, o evento reforçou a importância da Libras como ferramenta essencial para a construção de uma sociedade mais acessível, destacando o papel do poder público na promoção de políticas que garantam o direito à comunicação e à inclusão social.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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