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LongPing High-Tech premia agricultores brasileiros com os melhores resultados em produtividade de milho

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Concurso de produtividade incentiva a produção de milho no Brasil

A LongPing High-Tech, referência no segmento de híbridos de milho e sorgo, encerrou em dezembro o seu concurso de produtividade das edições Verão e Safrinha. A iniciativa tem como objetivo premiar agricultores brasileiros que alcançaram os maiores níveis de produtividade, utilizando os híbridos das marcas Morgan, Forseed e TEVO.

O concurso é planejado para estimular a produção nacional de milho, oferecendo liberdade aos produtores para conduzirem o manejo conforme seus critérios e investimentos, permitindo que cada participante concorrra individualmente por marca, competindo exclusivamente com o híbrido de sua escolha.

Tecnologia e manejo garantem alta performance

Segundo Aldenir Sgarbossa, presidente da LongPing High-Tech, a iniciativa também demonstra que o uso de tecnologia aliado a um manejo adequado pode gerar maior produtividade e rentabilidade para os agricultores:

“Nosso objetivo é mostrar que, com tecnologia e manejo bem orientado, o produtor consegue elevar seus resultados sem complicação. O banco genético da LongPing High-Tech oferece segurança e produtividade para gerar maior rentabilidade”, afirma Sgarbossa.

Premiação estimula os melhores resultados

As premiações foram estruturadas para reconhecer os primeiros colocados e fomentar a produção agrícola:

  • Edição Verão: Os primeiros colocados nas marcas Morgan e Forseed receberam drones de pulverização.
  • Edição Safrinha: Os vencedores de cada marca receberam uma caminhonete S10 LTZ, enquanto o segundo lugar ganhou 50 sacas de sementes e o terceiro lugar 30 sacas, podendo escolher os modelos de híbridos.
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Produtividade e diversidade regional

O concurso também serve como reconhecimento aos agricultores que testam e aplicam os híbridos da LongPing High-Tech em diferentes regiões do país, com produtividades variando entre 230 e 260 sacas por hectare.

“É uma forma de agradecer a todos os produtores que confiaram nas nossas marcas e mostraram, na prática, o potencial dos híbridos em diversas regiões do Brasil”, conclui Sgarbossa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva atrasa colheita no Brasil e faz café subir mais de 3% em Nova York

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O avanço das chuvas sobre as principais regiões produtoras do Brasil fez o café arábica subir 3,43% na Bolsa de Nova York nesta segunda-feira (27.07). O contrato com vencimento em setembro encerrou o pregão cotado a 324,55 centavos de dólar por libra-peso, equivalente a US$ 3,2455.

Convertida pelo câmbio de R$ 5,10, a cotação internacional corresponde a uma referência bruta próxima de R$ 2.190 por saca de 60 quilos. O valor não representa o preço recebido diretamente pelo produtor, pois não considera diferenças de qualidade, despesas operacionais, frete, impostos e os ajustes entre o contrato futuro e o mercado físico brasileiro.

A valorização também alcançou o robusta negociado em Londres. O contrato para setembro avançou 1,12%, para o equivalente a cerca de R$ 19,4 mil por tonelada, ou aproximadamente R$ 1.163 por saca de 60 quilos antes dos descontos e ajustes comerciais.

No mercado brasileiro, o movimento internacional foi acompanhado pelos indicadores físicos. O café arábica subiu 2,95% nesta segunda-feira, para R$ 1.725,66 por saca, enquanto o robusta avançou 1,55%, para R$ 1.087,34, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq-USP).

A alta foi provocada principalmente pelas previsões de novas chuvas durante a colheita brasileira. Minas Gerais, maior produtor nacional de café arábica, recebeu 32,4 milímetros na semana encerrada no domingo (26), volume equivalente a aproximadamente 27 vezes a média histórica do período, segundo dados meteorológicos citados pela plataforma internacional Barchart.

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A chuva durante a colheita impede a entrada de trabalhadores e máquinas nos cafezais, atrasa a retirada dos frutos e dificulta a secagem nos terreiros. Quando persiste por vários dias, também aumenta o risco de queda dos frutos maduros, fermentação indesejada, aparecimento de fungos e perda da qualidade da bebida.

Isso não significa, necessariamente, redução imediata no volume produzido. O primeiro efeito é o atraso da oferta, porque o café demora mais para ser colhido, seco, beneficiado e colocado no mercado. Em um cenário de estoques internacionais reduzidos, qualquer demora na chegada da produção brasileira aumenta a preocupação dos compradores e sustenta as cotações.

O Brasil havia colhido 64% da safra até 15 de julho, avanço de seis pontos percentuais em uma semana. O ritmo, contudo, permanecia distante dos 77% registrados no mesmo período do ano passado e da média de 70% dos últimos cinco anos.

A diferença é maior no café arábica, cuja colheita estava em 54%. O conilon, que começa a ser retirado mais cedo, já alcançava 84% da produção. Entre os cooperados da Cooxupé, que reúne cafeicultores principalmente de Minas Gerais e São Paulo, os trabalhos atingiam 47,3% até 17 de julho, ante 59% um ano antes.

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Com as novas precipitações, a retirada do arábica deverá avançar por agosto em boa parte das regiões produtoras. O impacto sobre a qualidade dependerá da duração das chuvas, das condições de secagem e do estágio dos frutos em cada propriedade.

A movimentação ocorre durante uma safra decisiva para o abastecimento mundial. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil produzirá 66,7 milhões de sacas em 2026, crescimento de 18% e possível recorde da série histórica. Desse total, 45,8 milhões de sacas deverão ser de arábica e 20,9 milhões de conilon.

O tamanho esperado da safra limita movimentos mais prolongados de valorização, mas o atraso mantém o mercado sensível às previsões meteorológicas. A produção brasileira é aguardada para recompor estoques internacionais e ampliar as exportações no segundo semestre, depois da redução dos embarques registrada no início do ano.

Para o produtor, a alta da bolsa melhora a referência de negociação, mas não garante valorização equivalente da saca. Além do comportamento do câmbio, o preço dependerá da qualidade do café entregue, da disponibilidade regional, dos diferenciais de mercado e da necessidade de venda durante o avanço da colheita.

Fonte: Pensar Agro

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