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LongPing High-Tech Apresenta Novos Híbridos de Milho na Show Rural Coopavel 2025

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O Brasil projeta um recorde para a safra de grãos em 2025, com uma estimativa de produção de 322,6 milhões de toneladas, um aumento de 10,2% em relação ao ano anterior, quando o clima adverso impactou a agricultura. As previsões indicam crescimento nas safras de milho, arroz e feijão, com destaque para a primeira e segunda safra de milho, que devem crescer 9,3% e 4,1%, respectivamente.

Dentro desse cenário promissor, as marcas Morgan, Forseed e TEVO, integrantes da LongPing High-Tech – líder no segmento de milho e sorgo –, estarão presentes na 37ª edição da Show Rural Coopavel, evento que ocorre de 10 a 14 de fevereiro em Cascavel, Paraná. A Show Rural Coopavel, promovida pela Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (Coopavel), é um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro e marca o início da temporada de grandes feiras de tecnologia voltadas para o setor agrícola. A visita ao evento se torna essencial para o produtor rural em busca de soluções inovadoras para aumentar a produtividade e otimizar o plantio.

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A Morgan, uma das marcas da LongPing, destacará o lançamento do híbrido MG586, um milho de ciclo precoce, ideal para a segunda safra. O híbrido é conhecido por seu alto teto produtivo, excelente qualidade de grãos e grande tolerância ao CMV (Complexo de Molicutes e Viroses). Além dele, a marca apresentará o MG593, que se distingue pela estabilidade produtiva, sanidade de colmo e tolerância ao estresse hídrico, e o MG616, assim como o superprecoce MG408, que oferecem alta produtividade, qualidade de grãos e ampla tolerância a condições adversas de cultivo.

A Forseed, por sua vez, levará híbridos com alto potencial produtivo e características específicas para melhorar o desempenho no campo. O FS470, voltado para sistemas de alto investimento, se destaca pela superprecocidade, qualidade de colmo e uniformidade de espigas, além de ser resistente ao estresse hídrico. O FS552 apresenta arranque inicial acelerado, boa sanidade foliar e alta tolerância ao CMV, somando também um alto teto produtivo. O lançamento FS650 combina alta produtividade, sanidade foliar excepcional e resistência a doenças, enquanto o FS695 tem desempenho excepcional tanto na Safra de Verão quanto na Safrinha, sendo recomendado para estados como Minas Gerais, Goiás, Bahia e São Paulo.

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A TEVO, também parte do portfólio da LongPing, apresentará os híbridos precoces T-1508 e T-1625, que possuem alto potencial produtivo e características que favorecem a eficiência no campo. O T-1508 alia alta produtividade à tolerância ao complexo de enfezamentos e viroses, recomendando o uso de tratamento industrial de sementes (TSI) para maior segurança agronômica. Já o T-1625 se destaca pela robustez e estabilidade, sendo ideal para sistemas de alta produtividade e manejo eficiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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