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Limpurb realiza operação de limpeza no Residencial Despraiado e outros 17 pontos da capital

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realizou na quarta-feira (25) uma ampla operação de limpeza e manutenção no Residencial Despraiado. A ação incluiu serviços de capinação, roçagem, varrição, pintura de meio-fio, remoção de bolsões de lixo e manutenção da iluminação pública.

Com o objetivo de promover mais segurança, conforto e bem-estar à população cuiabana, os trabalhos são coordenados diariamente por 18 equipes da Limpurb e contemplam, simultaneamente, outros 17 pontos da cidade. Entre os bairros atendidos nesta etapa estão: Jardim Passaredo, Terra Nova, Alvorada, Parque Cuiabá, Santa Amália e Jardim Presidente I.

Além das vias urbanas, diversos espaços públicos também receberam atenção especial, como as praças dos bairros Pedra 90, Poção, Aroeira e Quilombo, o tradicional Mercado do Porto, a Escola Municipal Dejani Ribeiro Campos (no bairro Doutor Fábio), o Ginásio Verdinho e a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Residencial Coxipó.

A operação ainda contemplou a limpeza da avenida Rui Barbosa e dos córregos Aricazinho e Areão, contribuindo para o controle de alagamentos e a preservação ambiental.

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Durante a ação, também foram disponibilizados caminhões do programa Cata-treco, que faz o recolhimento de objetos inservíveis como sofás, mesas, armários, geladeiras, camas e colchões. Para facilitar a coleta, os moradores devem deixar os materiais organizados e identificados em frente às residências.

A Limpurb destaca que o serviço não contempla restos de poda de árvores, materiais perigosos como vidros, pilhas e baterias, nem resíduos que devem ser descartados nos ecopontos, como pneus e entulhos de construção civil.

O agendamento do Cata-treco pode ser feito pelo telefone (65) 3645-5518 ou via WhatsApp, no número (65) 99243-6502.

#PraCegoVer

A imagem mostra colaboradores da Limpurb no mutirão de limpeza na Residencial Despraiado. Os funcionários usam uniforme na cor verde, e estão munidos de Equipamento de Proteção Individual (EPIs).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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