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Latina Seeds chega à plataforma E-agro

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A empresa, que tem atuação no Brasil e no Paraguai, é referência em sementes de sorgo e dona de forte repertório em milho. A comunicação oficial sobre a nova parceria foi feita pela plataforma digital de comércio eletrônico, pertencente ao Grupo Bradesco, em seus canais de comunicação durante os primeiros dias de novembro. A E-agro foi criada para facilitar o dia-a-dia do produtor rural através de soluções financeiras e não financeiras, a começar por diferentes possibilidades de pagamento na compra de insumos, como via pix, cartão de crédito ou boleto, por exemplo.

A partir de agora, o produtor terá mais este canal (Latina Seeds) para adquirir, por exemplo, sementes da Linha Sorgão (granífero, para volumoso/biomassa e forrageiro) com destaque para o Sorgão Gigante, planta que é sucesso entre os pecuaristas brasileiros, com alto poder de produção de silagem em dois cortes anuais distintos. “Este sorgo biomassa é versátil e se destaca no mercado pelo alto potencial produtivo e encaixe qualificado nas dietas de animais jovens e na manutenção nutricional de animais adultos”, observa o diretor-executivo da Latina Seeds, Willian Sawa.

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No embalo da Black Friday, a Latina Seeds expandiu este conceito também na E-Agro, oferecendo descontos ao longo de todo o mês de novembro. A semente destaque neste período é a AGRI320, um milho versátil e de alta qualidade tanto para silagem quanto para consumo humano na forma de milho verde ou pamonha.

O acesso a toda esta variedade via E-Agro pode ser feito através do portal na Internet – https://e-agro.com.br/loja/resultado-busca?busca=Latina%20Seeds – e também através do aplicativo da plataforma. Para baixá-lo sem custo, basta acessar as lojas App Store e/ou Play Store.

Nascida em um pequeno e improvisado escritório em Cascavel, PR, em julho de 2017, a Latina Seeds tem sede hoje em Foz do Iguaçu, PR, e está presente nos principais estados agropecuários brasileiros e no Paraguai, somando algumas centenas de pontos de venda e assistência em sementes de sorgo e de milho.

Fonte: Assessoria de Imprensa Ariosto Mesquita

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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