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Lançamento da Câmara Setorial do Bambu pela Secretaria de Agricultura e Pecuária

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A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) lançou oficialmente, na última terça-feira (25), a Câmara Setorial do Bambu. O evento, realizado no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), contou com a parceria da Associação Catarinense do Bambu (Bambu SC). A nova Câmara tem como objetivo formular e acompanhar a execução de uma política estadual para o setor.

O bambu é um material versátil com diversas aplicações, desde a construção civil e produção de papel até a fabricação de utensílios domésticos, carvão vegetal, alimentos, artesanato e móveis.

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Valdir Colatto, destacou que, apesar do grande potencial, a cadeia produtiva do bambu enfrenta desafios significativos. “Trabalharemos pelo crescimento e organização desse setor, discutindo alternativas para estimular o desenvolvimento dos produtos e derivados do bambu. A SAR incentivará, por meio da Epagri, cooperativas e entidades, o plantio do bambu como uma alternativa para a produção de madeira e combustíveis, suprindo a demanda crescente por madeira em Santa Catarina”, afirmou Colatto.

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Hans Kleine, presidente da Associação Catarinense do Bambu SC, ressaltou que Santa Catarina é o primeiro estado a criar uma Câmara Setorial do Bambu. “Para nós, é essencial criar um vínculo com órgãos governamentais e influenciar as políticas públicas. Este é um passo importante para criar um ambiente institucional favorável e incentivar a iniciativa privada. Um dos desafios será levantar dados sobre a produção de bambu”, explicou Kleine.

O evento contou com a presença de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária, UFSC, Epagri, Cidasc, Associação Amigos do Jardim Botânico, Fetaesc, Agreco e produtores.

A Câmara Setorial do Bambu será uma das 33 câmaras setoriais na estrutura da SAR. Ela será constituída de forma paritária entre a sociedade civil e o governo, com a coordenação da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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