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JPA Summit 2025: Inovação, Finanças e o Futuro do Agronegócio em Foco

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O JPA Summit 2025 promete conectar inovação, mercado financeiro e agronegócio em um encontro estratégico que reúne empresários, produtores, fornecedores e especialistas do setor. O evento, organizado pela JPA Agro, acontecerá no Serema Palace Hotel, em Lavras, no dia 7 de fevereiro, das 17h às 22h, com o objetivo de fomentar a troca de ideias e soluções para impulsionar o desenvolvimento do agro.

Entre os destaques da programação, uma mesa redonda reunirá líderes como Leandro Avelar, fundador e CEO do Grupo JPA, Marcelo Teixeira, gestor do setor de caroço de algodão na JPA Agro, Adolfo Henrique, fundador e analista da AD SAFRAS, e um economista convidado. O debate abordará o papel do mercado financeiro na evolução do agronegócio, trazendo insights estratégicos para o setor.

Segundo Marcelo Teixeira, o evento fortalece a conexão entre diferentes agentes do agro:

“O JPA Summit é uma oportunidade única para integrar todas as pontas do agronegócio. Estamos em nossa segunda edição ainda mais maduros e focados no crescimento. Este ano, nosso objetivo é fortalecer a relação com os parceiros e apresentar soluções que realmente façam a diferença no mercado, reafirmando nosso compromisso com a eficiência e a inovação.”

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Presença Especial de Camila Telles

Um dos momentos mais esperados do evento será a participação de Camila Telles, influenciadora e uma das 100 mulheres mais poderosas do agro, segundo a Forbes. Com quase 500 mil seguidores e uma forte atuação na defesa do setor, Camila traz uma visão inovadora, combinando comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao agronegócio.

Para Marcelo Teixeira, a presença de Camila reforça a proposta do evento:

“Ter a Camila conosco comprova que estamos consolidando o JPA Summit como um palco essencial para a transformação do agronegócio brasileiro. O evento conecta inovação, finanças e produtividade em um só espaço, reunindo grandes agentes do setor.”

Integração, Lançamentos e Novidades Estratégicas

Mais do que um evento técnico, o JPA Summit promove a integração entre os setores da empresa, fortalecendo a relação entre colaboradores e parceiros e criando um ambiente propício para a colaboração e a troca de ideias.

Além disso, o encontro será palco do lançamento de uma nova iniciativa da JPA: a criação de um setor de Inteligência Artificial (IA) voltado ao atendimento ao cliente. A novidade promete tornar a comunicação com os produtores ainda mais ágil e eficiente, otimizando processos de compra, pesquisa e troca de informações essenciais para os negócios.

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“Estamos animados para apresentar essa novidade, que certamente facilitará a vida de quem trabalha e vive do campo. Por enquanto, só podemos adiantar que será um grande avanço para o setor,” comenta Teixeira.

Na edição anterior, o evento já havia revelado projetos inovadores, como a JPA Cred, braço financeiro do grupo que simplificou o acesso ao crédito para produtores, e a JPA Inteligência, solução voltada para análises estratégicas que auxiliam na tomada de decisões no mercado agro.

De acordo com Marcelo Teixeira, essas iniciativas refletem o compromisso da JPA em atuar como uma parceira estratégica do agronegócio, oferecendo soluções que impulsionam a produtividade e o crescimento sustentável.

“Nosso objetivo é estar sempre ao lado do empresário do agro, entregando ferramentas que ampliem oportunidades e elevem a eficiência no campo. Este ano, o JPA Summit reforça ainda mais nossa cultura de inovação, excelência e cooperação, marcas registradas da empresa.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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