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JBS obtém seu melhor resultado na auditoria do TAC da Pecuária realizada pelo Ministério Público Federal

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A JBS alcançou 94% de conformidade, seu melhor resultado até o momento, no índice de compra de gado dos ciclos de auditorias da Amazônia Legal, organizado pelo Ministério Público Federal. É a primeira vez que o processo consolida resultados de quatro estados em que a Companhia tem unidades: Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre, além do Amazonas, onde a empresa não tem fábricas. Até o ano passado, somente os dados do Pará eram considerados.

No ciclo anterior, referente somente ao Pará, a JBS havia atingido 83,27%, evidenciando a melhora. Desta vez, o desempenho da empresa no estado igualou o resultado geral, com 94%. “Estamos satisfeitos com a evolução. Mas nossa meta é atingir 100% de conformidade. O mais importante é que temos clareza sobre os caminhos que devemos tomar para chegar lá”, afirma Liège Correia, diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil.

A JBS utiliza há quase 15 anos um sistema de monitoramento geoespacial para garantir o cumprimento de seus critérios socioambientais, avaliando diariamente mais de 70 mil potenciais fornecedores de bovinos no Brasil. O sistema abrange 61 milhões de hectares, equivalente a praticamente três vezes o território do Reino Unido, e monitora para que os fornecedores da JBS não atuem em áreas de desmatamento, terras indígenas, unidades de conservação ambiental ou territórios quilombolas; não utilizem mão de obra análoga à escravidão, nem possuam embargos ambientais.

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Entre os aprimoramentos adotados pela JBS, que devem se refletir na próxima auditoria, estão medidas como somente aceitar protocolos de projetos de regularização ambiental (PRA) com termo de compromisso assinado (em vigor desde novembro de 2021), além de melhorias no registro da documentação ligada ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e seus respectivos pecuaristas, adotados neste ano, que farão diferença adiante. “Somente com essa gestão documental, que sempre precisa ser aperfeiçoada, teremos mais avanços nos resultados”, diz Correia.

Neste 1º ciclo contemplando as auditorias unificadas dos quatro estados da Amazônia Legal que a JBS possui operações, o período de compras analisado correspondeu ao período de 1º de julho de 2020 a 31 de dezembro de 2021 para o Pará, Acre e Rondônia, e para todo o ano de 2021 em Mato Grosso. No próximo ciclo entrarão dados de 2022 em diante. A Companhia saúda o empenho do Ministério Público Federal em harmonizar o processo de auditoria para mais estados do bioma Amazônia e concorda com as ações para que todas as empresas signatárias do TAC da Carne sejam auditadas e para que aqueles frigoríficos de fora do acordo também sejam acompanhados.

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“Nós, da JBS, estamos convictos de que ninguém vai resolver essa questão sozinha. Não adianta nada possuirmos mais de 11 mil fornecedores bloqueados por irregularidades socioambientais se alguma outra empresa continuar comprando destes fornecedores. Por isso, defendemos um sistema público e nacional de rastreabilidade de gado bovino. O mesmo sistema, com as mesmas regras, para todos”, completa a diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil.

Fonte: JBS

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Vazio sanitário na suinocultura reforça biosseguridade e melhora desempenho produtivo das granjas

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A adoção de protocolos rigorosos de biosseguridade nas granjas foi um dos principais temas debatidos durante a 4ª Feira AgroExperts Boituva Aves e Suínos, realizada em 17 de abril no Centro Municipal de Eventos, em São Paulo. O encontro reuniu produtores, técnicos e especialistas da cadeia produtiva para discutir inovações e boas práticas na suinocultura e avicultura.

Biosseguridade é fator decisivo na suinocultura moderna

Durante o evento, o especialista em sanidade da Topigs Norsvin, Tarcísio Vasconcelos, destacou a importância do manejo sanitário adequado entre os ciclos de produção como pilar essencial para a eficiência produtiva.

Segundo ele, o vazio sanitário — período em que as instalações permanecem sem animais após a saída de um lote — é uma etapa estratégica no controle de doenças e na manutenção da saúde dos plantéis.

“O encontro reforça a importância da adoção de tecnologias e da troca de experiências reais do campo, que ajudam a manter a atualização constante sobre práticas fundamentais no dia a dia do agronegócio”, afirmou o especialista.

Limpeza e desinfecção são etapas críticas entre lotes

Vasconcelos participou de uma mesa redonda dedicada ao preparo das instalações antes do alojamento de novos lotes. Ele enfatizou que os procedimentos de limpeza e desinfecção dos barracões são determinantes para o sucesso do ciclo produtivo.

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A correta execução dessas etapas reduz a pressão de agentes patogênicos e contribui diretamente para a biosseguridade das granjas, impactando o desempenho zootécnico e a eficiência dos sistemas de produção.

Vazio sanitário garante maior segurança e produtividade

De acordo com o especialista, o vazio sanitário não deve ser visto apenas como uma pausa operacional, mas como uma ferramenta estratégica de controle sanitário.

Esse intervalo permite a quebra do ciclo de transmissão de doenças, reduz riscos sanitários e melhora as condições para o alojamento de novos animais, refletindo em maior desempenho produtivo e estabilidade dos resultados.

Evento reuniu cadeia produtiva e debateu inovação no campo

A programação da 4ª Feira AgroExperts Boituva Aves e Suínos abordou temas como políticas públicas para o setor, controle de doenças virais e modernização das estruturas produtivas.

O evento contou com entrada gratuita e foi promovido pela consultoria AgroExperts, com apoio do Sistema FAESP/SENAR, do Sindicato Rural de Boituva, da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), da Prefeitura Municipal e da Associação Paulista de Avicultura (APA).

A iniciativa reforça a importância da integração entre pesquisa, tecnologia e campo para o fortalecimento da suinocultura brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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